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Falta de Educação e Civilidade

Vice-prefeita de Vitória é impedida de falar pelo vereador Leonardo Monjardim

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Política / Municipal

Vitória – ES

Civilidade e educação ainda têm estado, em muitos casos, ausentes nas relações entre cidadãos e expostas até em eventos de cunho festivo, social e de homenagens. Foi o que aconteceu durante sessão de homenagem, realizada na Câmara Municipal de Vitória, neste sábado (8) quando a vice-prefeita de Vitória, Capitã Estéfane (Podemos), teria sido impedida de fazer um pronunciamento.

De acordo com a vice-prefeita, foi o vereador Leonardo Monjardim (Novo), aliado da base governista do prefeito, quem a impediu de fazer uso de fala.

“Fui convidada por um casal de amigos. Não foi dito que era sessão solene. Foi um convite para uma homenagem, não havia menção a sessão solene ou que o vereador estaria lá. A Câmara às vezes cede para eventos, quando requisitada. Eu nem ia ficar no evento porque tinha outro compromisso logo depois, mas queriam minha presença”, explica.

Não é a primeira vez que ela é vítima de atitudes como a protagonizada pelo vereador Leonardo Monjardim. Em um evento no bairro de Jardim Camburi aconteceu também por parte do prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos), “arrancar” o microfone das mãos da sua vice-prefeita, Capitã Estéfane, quando ela se preparava para fazer um pronunciamento.

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Vereadores se posicionam

Na sessão da Câmara Municipal de Vitória, desta segunda-feira (10), o assunto foi abordado pelos parlamentares. Na oportunidade, o vereador Leonardo Monjardim tentou justificar a sua participação dizendo que criaria problema com o seu partido, se tivesse dado a possibilidade de um discurso da Capitã Estéfane (foto), uma vez que ela é pré-candidata a prefeita.

“Sou aliado incondicional do prefeito Pazolini e o meu partido compõe a base de apoio ao governo e seria complicado dar a palavra a uma candidata que concorre na oposição contra nós”, explicou Monjardim.

Na mesma oportunidade, ele enfatizou ser amigo do marido da vice-prefeita e mantem bom relacionamento com a capitã, o que “prova não ter tido nenhuma intenção de agir com agressividade ou de maneira premeditada. O que houve foi um mal-entendido”.

Vários vereadores foram solidários com a vice-prefeita, principalmente André Moreira (Psol) e Vinicius Simões (PSB) que fizeram pesadas críticas ao colega Leonardo Monjardim (foto). Os da base governista fizeram questão de isentar qualquer culpa que por ventura fosse colocada na conta do prefeito Pazolini. “O prefeito não tem nenhuma culpa ou envolvimento nessa situação”, enfatizou Luiz Emanuel (Republicanos).

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“A Capitã Estéfane é uma pessoa educada, de princípios, uma das boas revelações da política capixaba e não merece esse tipo de tratamento de homens que não respeitam as mulheres” relatou o aposentado de Jardim Camburi, Adalberto Ferreira de Mattos.

“Foi uma atitude desnecessária do vereador que faltou com respeito com uma autoridade e com quem foi eleita pelo voto popular”, disse também o representante comercial, Júlio Almeida dos Santos, morador do Bento Ferreira.

Violência contra a mulher

No XIII Encontro Brasileiro de Advocacia Criminal, realizado em Vitória, a ministra Edilene Lobo falou da representatividade e violência política contra a mulher. Ela disse que a maior parte do eleitorado brasileiro é formada por mulheres negras, mas esse grupo possui menor representatividade nos espaços públicos e prefeituras do Brasil.

Para muitos que acompanham a atuação dessa representatividade feminina, destacam ações intimidatórias de parlamentares e que tentam desqualificadas como se elas não fossem capazes de desempenhar com eficiência e dignidade seus mandatos.

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  • Da Redação
  • Fotos: Reprodução / Vídeo: Reprodução – Feito pela Capitã Estéfane

 

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Política / Municipal

Vereador propõe prioridade de matrícula para pacientes em tratamento de câncer em escolas da capital

Publicados

em

Por Paulo Roberto Borges* | Vitória (ES)

O vereador de Vitória Bruno Malias (PSB) é autor do Projeto de Lei que dispõe sobre a prioridade de matrícula para pacientes em tratamento de câncer nas escolas do município da capital capixaba.

Malias tem se destacado como um parlamentar atuante e propositivo, com iniciativas que buscam trazer benefícios concretos para a população. Defensor do esporte e, consequentemente, de um estilo de vida mais saudável, o vereador também demonstra sensibilidade ao apresentar projetos voltados a outras áreas, alcançando diferentes segmentos da sociedade.

Notícias | Bruno Malias

Vereador de Vitória, Bruno Malias, um dos mais atuantes do Parlamento da capital / Foto: Reprodução – Redes Sociais

A atuação de Bruno Malias tem ultrapassado os limites da Câmara de Vitória. Alguns de seus projetos e iniciativas têm servido de inspiração para parlamentares de outros municípios capixabas, ampliando sua visibilidade e reforçando a importância de seu trabalho no Legislativo estadual.

Segundo o vereador, o tratamento oncológico impõe às crianças e às suas famílias uma rotina marcada por constantes deslocamentos para consultas e exames, além de impactos físicos, emocionais e sociais.

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“Nesse contexto, a manutenção do vínculo escolar torna-se um importante instrumento de inclusão, dignidade, esperança e reconstrução da normalidade na vida desses estudantes”, afirma Bruno Malias na justificativa do projeto.

A proposta busca, portanto, garantir que crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer tenham assegurado o direito de permanecer vinculados à rede de ensino, mesmo diante das dificuldades e limitações impostas pelo tratamento. A iniciativa reforça a importância de políticas públicas que conciliem o cuidado com a saúde e a continuidade da vida escolar, preservando o desenvolvimento educacional e a convivência social desses estudantes.

O Projeto de Lei nº 25/2026, de autoria do vereador Bruno Malias, foi aprovado pela Comissão de Educação da Câmara Municipal e segue em tramitação. No entanto, até o momento, não há registro de aprovação final em plenário nem de sanção pela Prefeitura.

Dessa forma, o projeto ainda não se tornou lei e, por isso, a prioridade de matrícula para pacientes em tratamento oncológico ainda não está sendo aplicada pela rede municipal de ensino.


  • Da Redação / Com informações do gabinete do vereador
  • Foto destaque; Reprodução / CMV

 

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