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Desabamento e Morte

Quatro pessoas morrem após desabamento durante obra em Cariacica

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Obra em distribuidora de bebidas estava embargada havia um ano

Quatro pessoas morreram soterradas após o desabamento de uma encosta em uma obra realizada em uma distribuidora de bebidas, no bairro Nova Rosa da Penha II, em Cariacica. De acordo com a Defesa Civil, o proprietário da distribuidora, identificado como Vanderson Santana, está entre as vítimas.

As outras vítimas, contratadas para atuar como pedreiros, pertenciam à mesma família. Elas foram identificadas como Roninaldo Moreira de Jesus, de 44 anos; Ruan Moreira Luz, filho de Roninaldo; e Valdomiro Moreira, tio de Roninaldo.

Os três haviam sido contratados para executar serviços em uma obra que estava embargada pela Prefeitura de Cariacica havia um ano. O embargo ocorreu em razão de irregularidades na escavação, que apresentava risco de desabamento para um edifício localizado ao lado do terreno da distribuidora.

O subsecretário de Defesa Civil da Prefeitura de Cariacica, Jonathan Jantorno, confirmou que o desabamento foi provocado por uma escavação realizada de forma irregular.

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“Por conta da escavação irregular que aconteceu, o imóvel localizado atrás dessa obra irregular ficou comprometido, com risco de desabamento”, afirmou.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil enfrentaram dificuldades para realizar o resgate das vítimas devido ao risco de novos desmoronamentos e ao comprometimento estrutural do prédio vizinho.

Por medida de segurança, os moradores do edifício ao lado foram obrigados a deixar o imóvel diante do risco iminente de desabamento.

Em nota, a Prefeitura de Cariacica informou que se tratava de uma obra particular e que ela estava embargada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento da Cidade e Meio Ambiente por apresentar irregularidades. Segundo o município, equipes de fiscalização já haviam constatado que a obra não atendia às normas de segurança, determinando, à época, a paralisação dos serviços.

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  • Da Redação / Com informações da PMC
  • Foto destaque: Reprodução 
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Passageiros de voos domésticos podem ser multados em até R$ 17,5 mil desde segunda-feira (14)

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Quem costuma viajar de avião precisa ficar atento a uma nova regra que começa a valer nesta segunda-feira (14). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) passa a aplicar novas medidas contra passageiros que apresentarem comportamentos considerados indisciplinados em voos domésticos.

A regulamentação estabelece diferentes níveis de punição, que vão desde uma orientação ao passageiro até multa e suspensão temporária do direito de utilizar o transporte aéreo. Nos casos classificados como graves ou gravíssimos, a multa pode chegar a R$ 17,5 mil.

A medida vale para o transporte aéreo regular doméstico e também para trechos nacionais de viagens internacionais. Entre as situações que podem resultar em punição estão ameaças, agressões, desrespeito às normas de segurança, danos à aeronave e comportamentos que comprometam a ordem durante a viagem.

Nos casos considerados gravíssimos, a punição pode ser ainda maior. O passageiro poderá ficar impedido de embarcar em voos domésticos por seis ou 12 meses, conforme a gravidade da ocorrência. Durante esse período, as companhias aéreas deverão impedir a emissão de bilhetes, o check-in ou o embarque da pessoa suspensa.

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Entre os comportamentos classificados como gravíssimos estão agressões físicas contra tripulantes que prejudiquem a operação da aeronave, importunação sexual, tentativa de acesso não autorizado à cabine de comando, uso de armas ou explosivos e tentativa ilegal de assumir o controle do avião.

A punição, porém, não ocorre automaticamente. A aplicação da multa depende da abertura de um processo administrativo pela Anac, e o passageiro terá direito à defesa antes da suspensão definitiva. As ocorrências também precisam ser registradas e comunicadas à agência.

A mudança ocorre em meio ao aumento dos registros de indisciplina no transporte aéreo. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), foram contabilizados 1.764 casos em 2025. Entre janeiro e junho de 2026, foram registrados outros 881 episódios, sendo 154 considerados capazes de comprometer a segurança operacional.

A nova regulamentação também estabelece responsabilidades para as companhias aéreas. Empresas que deixarem de cumprir uma suspensão obrigatória, por exemplo, podem receber multa de R$ 70 mil.

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  • Matéria da Revista Fórum – Conteúdo
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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