Coluna / Opinião
Entrelinhas da Política | Agosto – 1ª. edição
OPINIÃO

Por Paulo Roberto Borges
Rio de Janeiro: o Brasil de amanhã?
O Rio de Janeiro pode ser o Brasil de amanhã — ou o Brasil pode se transformar no Rio de Janeiro de hoje — se ações severas e atitudes de coragem não forem tomadas. O caos, a insegurança, a desesperança, a pobreza e a falta de perspectivas de mudança verdadeira são sintomas de uma realidade que não pode mais ser ignorada. É o resultado de uma política que, na prática, pouco tem conseguido fazer para transformar a vida das pessoas e garantir-lhes dignidade.
Temos um governo atolado em narrativas para justificar o injustificável, marcado por bravatas, contradições e pela ausência de um planejamento consistente para o País. Um governo que enfrenta graves questionamentos e que, na visão de seus críticos, não demonstra a capacidade necessária para conduzir o Brasil rumo a um futuro de desenvolvimento e prosperidade.
Lula gosta de falar. O que se espera de um presidente, porém, é que trabalhe efetivamente pelo Brasil e, sobretudo, pelas pessoas mais vulneráveis. Programas sociais são importantes e necessários para amparar quem mais precisa, mas não podem se transformar apenas em instrumentos de dependência política ou eleitoral. O verdadeiro desafio deveria ser criar condições para que essas pessoas tenham emprego, renda, educação, saúde, segurança e oportunidades para construir uma vida melhor.
Andando pelo meu Rio de Janeiro e visitando lugares onde vivi antes de me mudar para o Espírito Santo, percebo que muita coisa mudou — e, infelizmente, para pior. É importante destacar que o Rio não se resume à Zona Sul e à Zona Oeste, regiões onde passei minha adolescência, juventude e parte da vida adulta.
Em bairros próximos ao Centro, é perceptível o abandono: ruas sujas, espaços públicos degradados e dezenas de pessoas vivendo nas ruas, muitas delas em situação de extrema vulnerabilidade. O cenário impressiona e revela um problema social que se agrava a cada dia.
O ex-prefeito Eduardo Paes, a quem admiro, sempre destacou as realizações de suas administrações. E é verdade que houve importantes obras e avanços durante seus governos. O problema é que essas benfeitorias não chegaram, na mesma proporção, a grande parte dos moradores das regiões mais afastadas das áreas tradicionalmente valorizadas da cidade. Isso é perceptível a olhos nus para quem percorre diferentes bairros do Rio.
Paes se prepara para disputar o Governo do Estado. Lidera as pesquisas divulgadas até aqui e aparece como um dos principais nomes na disputa eleitoral de outubro. Foi um bom prefeito e, caso seja eleito governador, espera-se que consiga transformar sua experiência administrativa em ações capazes de enfrentar os enormes desafios do Estado do Rio de Janeiro.
O Rio precisa reencontrar o caminho do desenvolvimento, da segurança, da organização urbana e, principalmente, da esperança. Mais do que discursos e promessas, a população precisa de resultados concretos. E isso exige coragem, planejamento, responsabilidade e, acima de tudo, compromisso verdadeiro com as pessoas.
Será o Rio de hoje o Brasil de amanhã?
O melhor vice para Pazolini?
Sempre defendi que um dos melhores nomes para compor a chapa majoritária com Lorenzo Pazolini (Republicanos) seria o ex-prefeito de Linhares, Guerino Zanon (PSD). Seria uma composição politicamente forte, capaz de agregar experiência administrativa, votos e representatividade, especialmente no Norte do Espírito Santo.
Para isso, seria fundamental uma composição entre o PSD e o Republicanos. Mas, na política, nem sempre prevalece aquilo que parece melhor para o eleitor. Prevalecem, muitas vezes, os interesses dos partidos, dos caciques e dos grupos que controlam as legendas.
O PSD, comandado nacionalmente por Gilberto Kassab, parece seguir à risca a cartilha do velho pragmatismo político: não se comprometer demais, manter todas as portas abertas e esperar até o último momento para decidir de que lado ficar. É a política do “vamos ver quem ganha para depois escolher o vencedor”.
Kassab é um dos maiores expoentes desse modelo político que se convencionou chamar de Centrão. Um modelo no qual princípios e convicções parecem ser flexíveis, enquanto cargos, espaços e poder permanecem como prioridades permanentes.
É difícil acreditar em um projeto político quando o partido prefere deixar todas as opções sobre a mesa, aguardando o resultado das urnas para, então, aproximar-se de quem venceu.
Isso não é exatamente estratégia. É sobrevivência política.
E é justamente esse tipo de comportamento que alimenta a descrença da população na política e nos políticos. O eleitor é chamado a escolher um projeto, defender uma ideia e acreditar em propostas. Já alguns partidos preferem não escolher lado algum antes de saber quem terá mais chances de vitória.
O Centrão tornou-se, infelizmente, o símbolo maior dessa política sem identidade, sem convicção e sem compromisso ideológico. Uma política que transforma princípios em moeda de troca e o interesse público em instrumento de negociação pelo poder.
E depois ainda perguntam por que o brasileiro está cada vez mais descrente da política.
O vice de Flávio Bolsonaro
Demorou, mas a escolha do vice para compor a chapa majoritária do PL que disputará a Presidência da República foi definida. O deputado federal Alfredo Gaspar, do PL de Alagoas, foi o escolhido.
Bastou o anúncio de seu nome para começarem os ataques e as tentativas de desqualificação, muitas delas, diga-se de passagem, sem fundamento. Segundo seus apoiadores, essas narrativas já haviam sido contestadas desde março deste ano.
Naquela ocasião, houve uma articulação política atribuída ao PT com o objetivo de desqualificar Alfredo Gaspar, então relator da CPMI do INSS. Durante os trabalhos da comissão, o parlamentar defendeu, entre outras medidas, a prisão de envolvidos nas investigações, incluindo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
Os principais nomes apontados como responsáveis pelos questionamentos contra Gaspar foram Lindbergh Farias e Soraya Thronicke. Na retaguarda, segundo essa versão, estaria o PT dando suporte à articulação.
Como mudar o Brasil na política?
Muito se fala sobre mudanças nas esferas de poder do nosso país. Todos defendem mudanças, mas, na prática, muitos daqueles que discursam a favor delas não parecem dispostos a abrir mão de poder e privilégios.
O Brasil precisa discutir uma ampla reforma do Estado, e a política não pode ficar de fora desse debate. É fundamental pensar e implementar mudanças que ampliem a eficiência, a transparência e a representatividade das instituições.
Entre as propostas que podem ser debatidas estão a redução da quantidade de partidos, com mecanismos que dificultem a criação de novas legendas e estimulem a união de grupos com ideologias semelhantes; o aperfeiçoamento do financiamento público das campanhas, com regras mais rígidas de distribuição e fiscalização dos recursos; a ampliação da transparência, obrigando candidatos e partidos a divulgarem de forma clara todas as receitas e despesas eleitorais; e mudanças no sistema eleitoral, como a discussão sobre o voto distrital ou listas partidárias, buscando aproximar o eleitor de seus representantes.
Mudanças dessa natureza podem contribuir para fortalecer a democracia, melhorar a eficiência do Estado e aumentar a confiança da sociedade nas instituições.
Mas nenhuma reforma será suficiente sem a participação efetiva da sociedade. É preciso que cidadãos, entidades representativas e instituições participem do debate e cobrem mudanças que contribuam para a construção de um Brasil mais justo, transparente e eficiente.
Atentado à liberdade de imprensa e à democracia

Os que se dizem defensores da democracia, mas que se calaram quando ações semelhantes atingiram adversários do atual sistema e do governo, agora despertam ao perceber que também podem ser alcançados. Jornais e jornalistas ligados ao chamado consórcio da mídia de esquerda parecem, ainda que tardiamente, demonstrar preocupação com medidas que consideram inconstitucionais e atribuídas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Ao permitir que dados extraídos dos equipamentos de um jornalista fossem utilizados para identificar e alcançar sua fonte, Alexandre de Moraes teria aberto um precedente que pode atingir uma garantia fundamental prevista na Constituição e produzir um efeito intimidatório sobre o jornalismo investigativo.
A questão não é saber se o jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, ou qualquer outro profissional da imprensa, pode ser investigado. Evidentemente, pode. Também não se trata de discutir se ministros do Supremo Tribunal Federal têm direito à proteção contra ameaças e perseguições. É claro que têm.
O ponto central é outro: pode o Estado apreender equipamentos de um jornalista, acessar suas comunicações e utilizar o material encontrado para tentar descobrir quem forneceu informações utilizadas em uma reportagem?
A Constituição estabelece garantias que precisam ser observadas.
A liberdade de imprensa é fundamental para o funcionamento de uma democracia. Ela garante à população o acesso a informações de interesse público e permite que jornalistas e veículos de comunicação atuem livremente na apuração e divulgação de fatos, inclusive aqueles que envolvam governos, autoridades ou indivíduos da sociedade civil.
Por conveniência e oportunismo, alguns parecem ter se esquecido disso.
Cautela
Vários prefeitos e vereadores de municípios capixabas estão declarando voto “chapa branca”, por receio de possíveis retaliações futuras.
O que está na mente e no coração pode não ser, necessariamente, o que estará nas urnas.
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Bola Dentro
Para a Prefeitura de Vitória, que celebrou com a Defensoria Pública do Espírito Santo (DPES) um Acordo de Cooperação para a implantação do programa “Defensoria Delas nas Escolas”. A iniciativa tem como um dos principais objetivos unir educação e prevenção na defesa dos direitos e na proteção das mulheres.
Bola Fora
Para a fiscalização da Prefeitura de Vitória, que até o momento não tomou nenhuma atitude efetiva contra os proprietários de trailers que ocupam irregularmente vagas de estacionamento nas praças do bairro Jardim Camburi.
O que se comenta é que alguns desses comerciantes teriam “padrinhos” fortes, capazes de garantir a permanência deles no local. Se isso for verdade, fica a impressão de que a regulamentação para o uso do espaço público não passa de ficção: letra morta que pode ser amassada e jogada no lixo. A população merece uma fiscalização que aplique as regras de forma igual para todos, sem privilégios ou apadrinhamentos.
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Bloco de Notas

Escolha – O Norte voltou a fazer parte de uma chapa majoritária. Desta vez, a vereadora de São Mateus, Professora Valdirene, foi escolhida como vice na chapa do Partido dos Trabalhadores (PT), que tem Helder Salomão como candidato ao Governo do Estado. Adelson Salvador, de Nova Venécia, foi o último representante da região a ocupar esse espaço: chegou a ser eleito vice-governador.
Começou – A campanha eleitoral teve início oficial neste domingo (16). Vamos ver e ouvir de tudo: verdades e mentiras. É preciso que o eleitor saiba distinguir o que compõe esse balaio — às vezes, de gatos e serpentes.
Vai e Vem – O partido Democratas havia divulgado que teria rompido com a candidatura do Republicanos ao Governo do Estado. Isso foi pela manhã, durante o café. À noite, no jantar, “desdisse o que disse” e voltou a se declarar aliado da candidatura de Pazolini.
Escândalo – O Espírito Santo já tem o seu “Master” para chamar de seu. A Apex Empresarial seria o “Master” capixaba, com nomes de peso supostamente envolvidos. O caso pode representar prejuízos para empresas e cidadãos que investiram e que, eventualmente, poderão ter de arcar com as perdas.
Aprovação – A Câmara Municipal de São Mateus aprovou, por unanimidade, o projeto de lei que autoriza a Prefeitura a contratar R$ 26 milhões para investimentos em infraestrutura destinados à construção de uma nova estrutura de captação de água para abastecer a cidade.
A medida busca evitar que a população volte a enfrentar uma situação semelhante à ocorrida anos atrás, quando a salinização do Rio Cricaré comprometeu o abastecimento e deixou os moradores apreensivos diante da falta de água adequada para o consumo.
Recado sutil – Alguns políticos que estariam se aproximando para apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro, em encontros sociais ou conversas ocasionais, teriam consultado ministros sobre a possibilidade de sofrer retaliações caso declarassem esse apoio. A resposta, segundo relatos, teria sido: “Possivelmente”.
Isso é crime? – Violar a fonte de um jornalista é inconstitucional. O fato é que, ao permitir que informações protegidas pelo sigilo da fonte fossem utilizadas, Alexandre de Moraes teria “rasgado” um pedaço da Constituição.
Jantar revelador – O encontro entre Lula, Alcolumbre, Zanin e Gonet, na casa do ministro Alexandre de Moraes, teria como objetivo selar a paz entre o presidente da República e o presidente do Congresso. Se essa foi realmente a finalidade da reunião, trata-se de uma questão que não pode ser banalizada e merece atenção.
Enrolado – Por que, até agora, não foi decretada a prisão de Lulinha?
É política? – É curioso observar alguns vereadores da Capital subirem à tribuna da Câmara para desqualificar praticamente tudo o que a atual administração de Vitória tem feito em benefício da cidade e da população. Pelo tom dos discursos, parece até uma antecipação do clima eleitoral.
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Reflexão
“Mentes poderosas têm objetivos, as demais têm desejos”.
Autor desconhecido, porém, sábio.
OPINIÃO
Entrelinhas da Política | julho – 2ª edição

Por Paulo Roberto Borges
Convenções Partidárias
Os partidos, seguindo o que preconiza a legislação eleitoral em vigor, estão realizando suas convenções com a finalidade de oficializar o lançamento de seus candidatos.
Na convenção do PSB, realizada no último dia 25, o fato de maior relevância foi o anúncio do apoio do candidato ao Senado, Renato Casagrande, à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não sei se essa decisão lhe trará ganhos eleitorais, mas permanece a percepção, entre parte do eleitorado, de que não é confortável apoiar um presidente que foi condenado, posteriormente teve suas condenações anuladas pelo Supremo Tribunal Federal, e que, na avaliação de seus críticos, pouco entregou ao país ao longo de quase quatro anos de governo. Também é alvo de críticas por declarações consideradas inadequadas, pelo elevado nível de gastos públicos e por medidas econômicas que, segundo opositores, não contribuíram para equilibrar a situação do Brasil. Para esses críticos, Lula governa mais com um projeto de poder do que com um programa de governo.
É importante reconhecer, contudo, que Casagrande realizou uma gestão bem avaliada, especialmente pelos municípios do interior do Espírito Santo. Por isso, suas chances de conquistar uma vaga no Senado são reais.
O PT cobra
O Partido dos Trabalhadores (PT) quer que o ex-governador e candidato ao Senado, Renato Casagrande (PSB), faça campanha para a reeleição do presidente Lula. Na eleição passada usou a imagem do Bolsonaro somente para se eleger. Depois voltou ao ninho da esquerda.
Faz bem o PT exigir esse comprometimento do ex-governador ao seu candidato à Presidência.
Cariacica é destaque nacional
O município de Cariacica vem se consolidando como um dos principais polos do desenvolvimento econômico capixaba. De janeiro a junho deste ano, alcançou a expressiva marca de R$ 29,61 bilhões em importações, resultado que o coloca na quinta posição do ranking nacional.
O desempenho reforça a importância estratégica da cidade no cenário econômico brasileiro, aproximando-a de grandes centros logísticos já consolidados, como Itajaí, Manaus, São Paulo e Rio de Janeiro. O avanço evidencia a força da infraestrutura local, a capacidade de atrair investimentos e o protagonismo crescente de Cariacica no comércio exterior.
Nossos “representantes”
Neste período eleitoral, o brasileiro terá, mais uma vez, a oportunidade de escolher quem irá representá-lo nas diferentes esferas de poder. Na prática, porém, a representatividade política no Brasil continua deixando a desejar. Em muitos casos, ela não corresponde às expectativas do eleitor nem traduz os anseios da sociedade.
O cidadão deposita seu voto na esperança de que as mudanças prometidas finalmente aconteçam. No entanto, a decepção costuma chegar cedo. Grande parte dos eleitos não corresponde à confiança recebida nas urnas e, frequentemente, atribui sua falta de resultados ao chamado “sistema”, às dificuldades políticas ou a outros obstáculos. Enquanto isso, permanece durante quatro anos usufruindo de prerrogativas e privilégios que, para muitos brasileiros, jamais deveriam fazer parte da vida pública.
Essa realidade ajuda a explicar o crescente distanciamento entre eleitores e representantes, alimentando a descrença na política e reforçando a sensação de que o mandato, muitas vezes, serve mais aos interesses de quem foi eleito do que aos da população que o colocou no cargo.
Bloco de Notas

Gestão – Segundo a prefeita de Vitória, Cris Samorini (PP), a administração municipal já concluiu 410 obras e mantém outras 80 em execução. É preciso reconhecer, entretanto, que parte significativa desse resultado decorre do trabalho realizado na gestão do ex-prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos).
Desmentidas – A deputada estadual Camila Valadão (Psol) afirmou, posicionamento posteriormente repercutido pela vereadora Karla Coser (PT), que Renato Casagrande não integra o grupo político de Lula. No entanto, o próprio candidato ao Senado declarou, durante a convenção do PSB, que apoia e votará no presidente petista.
Mancada – Uma administração pública solicitar oficialmente a cassação do mandato de um parlamentar não parece uma atitude compatível com os princípios democráticos. Foi o que ocorreu no pedido de cassação do vereador Professor Juscelino (PT). A Câmara Municipal de Vitória rejeitou a medida por unanimidade. Fica a indagação: se a situação fosse inversa, a esquerda manteria o mesmo entendimento em defesa da independência entre os Poderes?
Infelizmente é real – Muitos ingressam na política em busca de privilégios, e não para servir à população. Como disse alguém: “Enquanto continuarmos querendo um governante apenas carismático, em vez de um líder competente, continuaremos vivendo essa mesma realidade”.
Economia – Em conversa com um economista especializado em reforma tributária me afirmou que o contribuinte vai continuar, como sempre, fora do radar que, supostamente, possa lhe beneficiar. Ilusão.
É isso mesmo? – O candidato a Presidência da República, Flávio Bolsonaro, escolhe sua vice e o cacicão do seu partido, PL, não concorda ou quer negociar algo que está nos subterrâneos do interesse pouco republicano. Pode isso, Arnaldo?!
Bola Dentro –
Para o ministro do STF, André Mendonça, que vem demonstrando disposição para investigar fatos e condutas que considera lesivos ao País e à população. Na avaliação desta coluna, postura que contrasta com a de outros integrantes da Corte, frequentemente acusados de agir com maior rigor contra adversários políticos, inclusive em casos nos quais, segundo seus críticos, não houve a prática de crime.
– Bola Fora
Para a cúpula da Polícia Federal que, conforme divulgado, alegou não dispor de efetivo suficiente para investigar o caso envolvendo o INSS e Lulinha. Ao mesmo tempo, críticos afirmam que há estrutura e recursos para conduzir investigações envolvendo adversários do governo e integrantes do Supremo Tribunal Federal.
Em tempo: A crítica dirige-se exclusivamente à cúpula da Polícia Federal, e não à instituição como um todo, composta por servidores que desempenham suas funções com profissionalismo e dedicação.
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Reflexão
“Seja a mudança que você deseja ver no mundo”.
Autor: Mahatma Gandhi
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