Política Municipal
Escola Dante Michelini pode receber nome de Araceli em Vila Velha
Política / Municipal
Duas propostas para alterar nome da Umef Dante Michelini tramitam na Câmara de Vereadores; uma delas quer que a unidade de ensino receba o nome de Araceli Cabrera Sánchez Crespo
Vila Velha / ES
Um Projeto de Lei que tramita na Câmara Municipal de Vila Velha propõe alterar o nome da Unidade Municipal de Ensino Fundamental (UMEF) Dante Michelini, no bairro Planalto, para UMEF Araceli Cabrera Sánchez Crespo.
Pela proposta, a escola localizada na Rua Ronaldo Gonçalves de Rezende passaria a homenagear Araceli, menina que foi assassinada aos 8 anos de idade em Vitória em 1973. O crime ganhou repercussão nacional e a vítima se tornou símbolo do combate à violência infantil.
O debate reacendeu na sociedade capixaba após Dante Brito Michelini, um dos investigados pelo crime, ter sido encontrado morto e decapitado no sítio onde morava em Guarapari, no início deste mês.
O vereador Patrick da Guarda (PL), autor do PL 23/2026, sustenta que a denominação de equipamentos públicos, especialmente unidades de ensino, deve estar alinhada a valores éticos e pedagógicos. Segundo ele, o nome atual remete a pessoa envolvida em um crime de repercussão que “ainda causa dor, indignação e repulsa”.
“O objetivo desse Projeto de Lei é promover justiça simbólica e memória histórica, homenagear a vítima, e não agentes ligados à violência, alinhar o ambiente escolar aos valores de proteção à infância”, Patrick da Guarda (PL), vereador de Vila Velha
A matéria será anexada a um projeto anterior com a mesma finalidade, o PL 4119/2023, do vereador Welber da Segurança (União). A Câmara irá reunir os vereadores no próximo dia 23 para definir se a titularidade do PL permanece com Welber ou se será conjunta entre ambos. Depois, a proposta entra em pauta para apreciação no plenário.
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- Reprodução de matéria do Folha Vitória – Conteúdo
- Foto Destaque: Reprodução / FV
Política / Municipal
Vereador propõe prioridade de matrícula para pacientes em tratamento de câncer em escolas da capital
Por Paulo Roberto Borges* | Vitória (ES)
O vereador de Vitória Bruno Malias (PSB) é autor do Projeto de Lei que dispõe sobre a prioridade de matrícula para pacientes em tratamento de câncer nas escolas do município da capital capixaba.
Malias tem se destacado como um parlamentar atuante e propositivo, com iniciativas que buscam trazer benefícios concretos para a população. Defensor do esporte e, consequentemente, de um estilo de vida mais saudável, o vereador também demonstra sensibilidade ao apresentar projetos voltados a outras áreas, alcançando diferentes segmentos da sociedade.

Vereador de Vitória, Bruno Malias, um dos mais atuantes do Parlamento da capital / Foto: Reprodução – Redes Sociais
A atuação de Bruno Malias tem ultrapassado os limites da Câmara de Vitória. Alguns de seus projetos e iniciativas têm servido de inspiração para parlamentares de outros municípios capixabas, ampliando sua visibilidade e reforçando a importância de seu trabalho no Legislativo estadual.
Segundo o vereador, o tratamento oncológico impõe às crianças e às suas famílias uma rotina marcada por constantes deslocamentos para consultas e exames, além de impactos físicos, emocionais e sociais.
“Nesse contexto, a manutenção do vínculo escolar torna-se um importante instrumento de inclusão, dignidade, esperança e reconstrução da normalidade na vida desses estudantes”, afirma Bruno Malias na justificativa do projeto.
A proposta busca, portanto, garantir que crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer tenham assegurado o direito de permanecer vinculados à rede de ensino, mesmo diante das dificuldades e limitações impostas pelo tratamento. A iniciativa reforça a importância de políticas públicas que conciliem o cuidado com a saúde e a continuidade da vida escolar, preservando o desenvolvimento educacional e a convivência social desses estudantes.
O Projeto de Lei nº 25/2026, de autoria do vereador Bruno Malias, foi aprovado pela Comissão de Educação da Câmara Municipal e segue em tramitação. No entanto, até o momento, não há registro de aprovação final em plenário nem de sanção pela Prefeitura.
Dessa forma, o projeto ainda não se tornou lei e, por isso, a prioridade de matrícula para pacientes em tratamento oncológico ainda não está sendo aplicada pela rede municipal de ensino.
- Da Redação / Com informações do gabinete do vereador
- Foto destaque; Reprodução / CMV
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