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Política / Economia

Estatais sofrem durante a gestão do governo Lula

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Brasil / Economia

O terceiro mandato do presidente Lula está deixando um rastro de caos nas estatais federais do Brasil! O rombo nos cofres públicos é alarmante e o Banco Central não esconde a gravidade da situação. De janeiro a outubro de 2023, as estatais enfrentaram um deficit estrondoso de R$ 4,45 bilhões, o maior da história para o período. Somando tudo, o prejuízo total chega a R$ 5,1 bilhões, e o pior é que a crise parece não ter fim.

Esse cenário catastrófico é ainda mais chocante quando comparado aos últimos anos do mandato de Dilma Rousseff, quando o déficit das estatais foi “apenas” R$ 1,8 bilhão, um valor muito menor que o atual. É um cenário de deterioração que reflete como está indo a gestão do petista.

É importante destacar que esses números não incluem as gigantes Petrobras e Eletrobras, cujos déficits distorceriam ainda mais a realidade. As estatais, que já eram um símbolo de poder no Brasil, agora enfrentam uma crise profunda.


  • Fonte: FolhaPress / Jess
  • Foto: Reprodução / Agência Estado
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Brasil / Economia

Governo avalia aumentar teto do MEI para R$ 140 mil, diz ministro

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Segundo Moretti, proposta será levada ao Congresso nos próximos dias

Por Pedro Peduzzi* | Brasília (DF)

O governo federal estuda elevar o limite de faturamento do microempreendedor individual (MEI) dos atuais R$ 81 mil para a faixa entre R$ 130 mil e R$ 140 mil por ano, informou nesta sexta-feira (26) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

Segundo ele, a proposta deve ser enviada ao Congresso nos próximos dias pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de recompor a inflação acumulada ao longo de quase uma década sem reajustes.

A mudança no valor deverá ser implementada de forma escalonada entre 2027 e 2028, de forma a evitar comprometer o equilíbrio das contas públicas.

“Esta é uma pauta legítima, porque o teto [do MEI] está estagnado desde 2018. Estamos trabalhando com a perspectiva de atualizar esse teto para um patamar entre R$ 130 e 140 mil, que é mais ou menos a reposição da inflação”, disse Moretti ao garantir que tudo será feito levando em conta a questão da responsabilidade fiscal.

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“Fazendo de forma escalonada, a gente consegue absorver isso nas contas públicas”, complementou.

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  • Agência Brasil – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Fábio Rodrigues – Pozzebom / Agência Brasil
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