Deu Bom!!!
Mega da Virada tem cinco apostas ganhadoras
Brasil / Economia
De acordo com a Caixa Econômica Federal, os sortudos vão dividir R$ 588,8 milhões – o maior prêmio da história
Brasília – DF
Cinco apostas ganharam o prêmio da Mega da Virada, em sorteio realizado às 20h deste domingo (31/12). Os felizardos vão dividir o prêmio de R$ 588,8 milhões — o maior da história.
O O concurso especial da Mega-Sena, de número 2.670, ocorreu na cidade de São Paulo. As dezenas foram 21, 24, 33, 41, 48 e 56.
Houve uma aposta feita por meio eletrônico. As demais foram feitas nas cidades de Salvador (BA), Bom Despacho (MG), Redenção (PA) e Ipira (SC).
De acordo com a Caixa Econômica Federal, cada aposta ganhadora vai receber R$ 117,7 milhões. Em Salvador, o prêmio será repartido entre integrantes de um bolão com seis cotas — cada um receberá R$ 19,6 milhões. De acordo com a Caixa, esse é o único bolão entre os vencedores.
Outros 1.996 bilhetes acertaram a quina e vão receber, cada um R$ 70 mil. Já a quadra renderá a 164.379 apostas o valor de R$ 1.215.
Esta é é 15ª edição da Mega da Virada, um concurso especial realizado pela Caixa no último dia do ano. Esse sorteio não acumula. Desde a sua 1ª edição, em 2009, a Mega da Virada já premiou 116 apostas que tentaram a sorte e acertaram os seis números milionários.
Vale lembrar que nesta segunda-feira (1º/1) não haverá expediente bancário nas agências da Caixa. Portanto, o prêmio só poderá ser resgatado a partir da terça-feira.
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* Fonte: Caixa Econômica Federal / Foto: Reprodução – Internet
Brasil / Economia
Petrobras descobre petróleo na Foz do Amazonas
A presidente da estatal, Magda Chambriard, afirmou que a descoberta confirma otimismo com a Margem Equatorial
Por Rosana Hessel* | Brasília (DF)
A Petrobras informou, na noite desta sexta-feira (14/8), que descobriu petróleo em águas profundas na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira. A presença de hidrocarbonetos foi registrada no poço exploratório de Morpho a cerca de 175 km da costa do estado do Amapá, em lâmina d’água de 2.886 metros.
A descoberta foi comemorada pela presidente da estatal e pelo presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP). “Nosso otimismo em relação à margem equatorial brasileira se confirma hoje. Essa primeira descoberta na costa do Amapá é resultado da dedicação e da competência da Petrobras, que está comprometida com a recomposição das reservas de petróleo e com a segurança energética do país”, disse a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, em nota da estatal.
“Hoje é um dia histórico para o Amapá e para o Brasil. Um dia que confirma aquilo em que sempre acreditamos: o Amapá é gigante e tem muito a contribuir para o desenvolvimento do nosso país”, disse Alcolumbre, em nota divulgada logo após o anúncio da Petrobras, afirmando que foi informado pela presidente da estatal da descoberta. “Esse resultado também mostra a excelência da nossa Petrobras. Meu reconhecimento a todos os técnicos e profissionais da companhia que conduzem esse trabalho com competência, segurança e respeito ao meio ambiente e às pessoas”, acrescentou o senador.
Perfuração ainda em curso
De acordo com a nota da Petrobras, o intervalo portador de hidrocarbonetos foi constatado por meio de perfis elétricos e indicativos em rocha. As operações de perfuração permanecem em curso, visando a continuidade da avaliação exploratória, de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas.
A companhia informou ainda que a atuação da Petrobras no bloco FZA-M-59 está alinhada à estratégia da companhia de recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da exploração em áreas de fronteira, visando ao atendimento à demanda nacional de energia durante a transição energética justa.
A Petrobras é a operadora do bloco e detém 100% de participação na área. O bloco foi adquirido na 11ª Rodada de Licitações da ANP, em 2013, sob o regime de concessão.
Novo recorde no pré-sal
Ontem, a companhia tinha informado que o ativo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos (SP), atingiu a produção acumulada de 4 bilhões de barris de óleo equivalente (boed), tornando-se o primeiro nos 73 anos da estatal a atingir esse volume produzido. Primeiro sistema do pré-sal a entrar em produção comercial, em 2010, exigiu o desenvolvimento de um novo modelo exploratório e de tecnologias pioneiras.
A marca coincide com os 20 anos de operação da Petrobras na área.
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- Matéria do Correio Braziliense – Conteúdo
- Foto destaque: Reprodução / Petrobras
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