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Economia

O PIX vai continuar gratuito para o cidadão comum?

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Brasil / Economia

Veja o comunicado oficial do Banco Central e o que muda em 2024

O Pix se estabeleceu como um dos métodos de pagamento preferidos no Brasil, ganhando popularidade por sua eficiência, facilidade de uso e custo zero. Contudo, em 2023, surgiram questionamentos sobre possíveis cobranças do Banco Central por transações via Pix. Segundo a Febraban, em 2022, o Pix superou outros métodos em popularidade devido à sua conveniência e capacidade de realizar transferências instantâneas a qualquer momento. A ausência de taxas para indivíduos também contribuiu para sua aceitação massiva.

Apesar de geralmente gratuito para pessoas físicas, o Pix pode incluir tarifas em certas circunstâncias, conforme as diretrizes do Banco Central. Isso inclui recebimento de fundos para compras e envio de recursos para saque ou troco após a oitava transação mensal. Importante notar que as políticas de tarifação podem variar entre instituições financeiras.

O Banco Central, contudo, reafirmou repetidamente que o Pix permanecerá livre de custos para indivíduos, exceto nas situações especificadas. Portanto, não há necessidade de preocupação com taxas adicionais para a maioria dos usuários. O Pix apresenta vantagens significativas, como transferências instantâneas, disponibilidade contínua e gratuidade para a maior parte das transações entre pessoas, além de permitir pagamentos de contas, compras e mais.

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A especulação sobre taxas futuras do Pix não altera o fato de que ele continua sendo uma opção gratuita e vantajosa para a maioria dos brasileiros. É crucial, no entanto, que os usuários verifiquem as políticas específicas de seus bancos quanto a possíveis taxas. O Pix representa um avanço significativo nas transações financeiras, oferecendo agilidade e comodidade sem custos adicionais.

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* Com informações Banco Central – TL / Foto: Reprodução – Internet

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Brasil / Economia

Governo avalia aumentar teto do MEI para R$ 140 mil, diz ministro

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Segundo Moretti, proposta será levada ao Congresso nos próximos dias

Por Pedro Peduzzi* | Brasília (DF)

O governo federal estuda elevar o limite de faturamento do microempreendedor individual (MEI) dos atuais R$ 81 mil para a faixa entre R$ 130 mil e R$ 140 mil por ano, informou nesta sexta-feira (26) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.

Segundo ele, a proposta deve ser enviada ao Congresso nos próximos dias pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de recompor a inflação acumulada ao longo de quase uma década sem reajustes.

A mudança no valor deverá ser implementada de forma escalonada entre 2027 e 2028, de forma a evitar comprometer o equilíbrio das contas públicas.

“Esta é uma pauta legítima, porque o teto [do MEI] está estagnado desde 2018. Estamos trabalhando com a perspectiva de atualizar esse teto para um patamar entre R$ 130 e 140 mil, que é mais ou menos a reposição da inflação”, disse Moretti ao garantir que tudo será feito levando em conta a questão da responsabilidade fiscal.

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“Fazendo de forma escalonada, a gente consegue absorver isso nas contas públicas”, complementou.

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  • Agência Brasil – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Fábio Rodrigues – Pozzebom / Agência Brasil
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