Economia
O PIX vai continuar gratuito para o cidadão comum?
Brasil / Economia
Veja o comunicado oficial do Banco Central e o que muda em 2024
O Pix se estabeleceu como um dos métodos de pagamento preferidos no Brasil, ganhando popularidade por sua eficiência, facilidade de uso e custo zero. Contudo, em 2023, surgiram questionamentos sobre possíveis cobranças do Banco Central por transações via Pix. Segundo a Febraban, em 2022, o Pix superou outros métodos em popularidade devido à sua conveniência e capacidade de realizar transferências instantâneas a qualquer momento. A ausência de taxas para indivíduos também contribuiu para sua aceitação massiva.
Apesar de geralmente gratuito para pessoas físicas, o Pix pode incluir tarifas em certas circunstâncias, conforme as diretrizes do Banco Central. Isso inclui recebimento de fundos para compras e envio de recursos para saque ou troco após a oitava transação mensal. Importante notar que as políticas de tarifação podem variar entre instituições financeiras.
O Banco Central, contudo, reafirmou repetidamente que o Pix permanecerá livre de custos para indivíduos, exceto nas situações especificadas. Portanto, não há necessidade de preocupação com taxas adicionais para a maioria dos usuários. O Pix apresenta vantagens significativas, como transferências instantâneas, disponibilidade contínua e gratuidade para a maior parte das transações entre pessoas, além de permitir pagamentos de contas, compras e mais.
A especulação sobre taxas futuras do Pix não altera o fato de que ele continua sendo uma opção gratuita e vantajosa para a maioria dos brasileiros. É crucial, no entanto, que os usuários verifiquem as políticas específicas de seus bancos quanto a possíveis taxas. O Pix representa um avanço significativo nas transações financeiras, oferecendo agilidade e comodidade sem custos adicionais.
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* Com informações Banco Central – TL / Foto: Reprodução – Internet
Brasil / Economia
Petrobras descobre petróleo na Foz do Amazonas
A presidente da estatal, Magda Chambriard, afirmou que a descoberta confirma otimismo com a Margem Equatorial
Por Rosana Hessel* | Brasília (DF)
A Petrobras informou, na noite desta sexta-feira (14/8), que descobriu petróleo em águas profundas na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira. A presença de hidrocarbonetos foi registrada no poço exploratório de Morpho a cerca de 175 km da costa do estado do Amapá, em lâmina d’água de 2.886 metros.
A descoberta foi comemorada pela presidente da estatal e pelo presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP). “Nosso otimismo em relação à margem equatorial brasileira se confirma hoje. Essa primeira descoberta na costa do Amapá é resultado da dedicação e da competência da Petrobras, que está comprometida com a recomposição das reservas de petróleo e com a segurança energética do país”, disse a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, em nota da estatal.
“Hoje é um dia histórico para o Amapá e para o Brasil. Um dia que confirma aquilo em que sempre acreditamos: o Amapá é gigante e tem muito a contribuir para o desenvolvimento do nosso país”, disse Alcolumbre, em nota divulgada logo após o anúncio da Petrobras, afirmando que foi informado pela presidente da estatal da descoberta. “Esse resultado também mostra a excelência da nossa Petrobras. Meu reconhecimento a todos os técnicos e profissionais da companhia que conduzem esse trabalho com competência, segurança e respeito ao meio ambiente e às pessoas”, acrescentou o senador.
Perfuração ainda em curso
De acordo com a nota da Petrobras, o intervalo portador de hidrocarbonetos foi constatado por meio de perfis elétricos e indicativos em rocha. As operações de perfuração permanecem em curso, visando a continuidade da avaliação exploratória, de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas.
A companhia informou ainda que a atuação da Petrobras no bloco FZA-M-59 está alinhada à estratégia da companhia de recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da exploração em áreas de fronteira, visando ao atendimento à demanda nacional de energia durante a transição energética justa.
A Petrobras é a operadora do bloco e detém 100% de participação na área. O bloco foi adquirido na 11ª Rodada de Licitações da ANP, em 2013, sob o regime de concessão.
Novo recorde no pré-sal
Ontem, a companhia tinha informado que o ativo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos (SP), atingiu a produção acumulada de 4 bilhões de barris de óleo equivalente (boed), tornando-se o primeiro nos 73 anos da estatal a atingir esse volume produzido. Primeiro sistema do pré-sal a entrar em produção comercial, em 2010, exigiu o desenvolvimento de um novo modelo exploratório e de tecnologias pioneiras.
A marca coincide com os 20 anos de operação da Petrobras na área.
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- Matéria do Correio Braziliense – Conteúdo
- Foto destaque: Reprodução / Petrobras
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