Política Nacional / Economia
Após o carnaval, o governo vai lançar Pacote para “salvar” companhias áreas
Brasil / Economia
O governo popular do presidente Lula vai dar um refresco a mais um setor da economia brasileira. Desta vez será o setor aéreo. De acordo com Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos, a iniciativa terá a colaboração do BNDES ao pacote que terá a finalidade de “salvar” as companhias aéreas e que deve ser executado após o carnaval. O financiamento, em grande parte, terá o BNDES como personagem, porém, com garantias.

O ministro disse que o tema segue em debate com o Ministério da Fazenda, em meio ao pedido de recuperação judicial da Gol nos Estados Unidos, aliado ao alto preço das passagens. O chefe da Pasta também comentou sobre um planejamento estratégico de curto e longo prazos. “Ações que fortaleçam novos voos regionais e a compra de aeronaves brasileiras, a exemplo da Embraer, e outros ativos”, diz.
Ainda segundo o ministro, a expectativa do lançamento do programa “Voa Brasil” também é um dos fatores que contribuem para uma solução mais rápida em relação às companhias aéreas. Com passagens a R$ 200 para aposentados e pensionistas, o programa deve ser lançado ainda este mês, contudo, para que o “Voa Brasil” possa ser bem-sucedido, é importante que as empresas possam aderir ao programa.
Silvio esteve reunido na manhã deste sábado, 3, juntamente com os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Renan Filho (Transportes), em visita às obras do aeromóvel que deve funcionar para deslocamento entre a estação da Luz e o Aeroporto de Guarulhos.
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* Com informações da Agência Brasil / Fotos: Divulgação e Reprodução
Brasil / Economia
Governo avalia aumentar teto do MEI para R$ 140 mil, diz ministro
Segundo Moretti, proposta será levada ao Congresso nos próximos dias
Por Pedro Peduzzi* | Brasília (DF)
O governo federal estuda elevar o limite de faturamento do microempreendedor individual (MEI) dos atuais R$ 81 mil para a faixa entre R$ 130 mil e R$ 140 mil por ano, informou nesta sexta-feira (26) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.
Segundo ele, a proposta deve ser enviada ao Congresso nos próximos dias pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de recompor a inflação acumulada ao longo de quase uma década sem reajustes.
A mudança no valor deverá ser implementada de forma escalonada entre 2027 e 2028, de forma a evitar comprometer o equilíbrio das contas públicas.
“Esta é uma pauta legítima, porque o teto [do MEI] está estagnado desde 2018. Estamos trabalhando com a perspectiva de atualizar esse teto para um patamar entre R$ 130 e 140 mil, que é mais ou menos a reposição da inflação”, disse Moretti ao garantir que tudo será feito levando em conta a questão da responsabilidade fiscal.
“Fazendo de forma escalonada, a gente consegue absorver isso nas contas públicas”, complementou.
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- Agência Brasil – Conteúdo
- Foto destaque: Crédito – Fábio Rodrigues – Pozzebom / Agência Brasil
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