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Política Nacional / Economia

Após o carnaval, o governo vai lançar Pacote para “salvar” companhias áreas

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Brasil / Economia

O governo popular do presidente Lula vai dar um refresco a mais um setor da economia brasileira. Desta vez será o setor aéreo. De acordo com Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos, a iniciativa terá a colaboração do BNDES ao pacote que terá a finalidade de “salvar” as companhias aéreas e que deve ser executado após o carnaval. O financiamento, em grande parte, terá o BNDES como personagem, porém, com garantias.

O ministro disse que o tema segue em debate com o Ministério da Fazenda, em meio ao pedido de recuperação judicial da Gol nos Estados Unidos, aliado ao alto preço das passagens. O chefe da Pasta também comentou sobre um planejamento estratégico de curto e longo prazos. “Ações que fortaleçam novos voos regionais e a compra de aeronaves brasileiras, a exemplo da Embraer, e outros ativos”, diz.

Ainda segundo o ministro, a expectativa do lançamento do programa “Voa Brasil” também é um dos fatores que contribuem para uma solução mais rápida em relação às companhias aéreas. Com passagens a R$ 200 para aposentados e pensionistas, o programa deve ser lançado ainda este mês, contudo, para que o “Voa Brasil” possa ser bem-sucedido, é importante que as empresas possam aderir ao programa.

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Silvio esteve reunido na manhã deste sábado, 3, juntamente com os ministros Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Renan Filho (Transportes), em visita às obras do aeromóvel que deve funcionar para deslocamento entre a estação da Luz e o Aeroporto de Guarulhos.

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* Com informações da Agência Brasil / Fotos: Divulgação e Reprodução

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Brasil reage e tenta derrubar veto da União Europeia à carne nacional

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Governo diz ter recebido decisão do bloco europeu com surpresa e marcará reunião com autoridades europeias

Por Nathallie Lopes* | Brasília – DF

O governo brasileiro afirmou nesta terça-feira (12/5) que vai tentar reverter a decisão da União Europeia (UE) de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano para o bloco europeu. A medida europeia deve entrar em vigor em 3 de setembro de 2026.

Em nota conjunta, o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços disseram ter recebido a decisão “com surpresa” e afirmaram que o país adotará “todas as medidas necessárias” para assegurar a continuidade das exportações brasileiras ao mercado europeu.

Segundo o comunicado, o chefe da delegação brasileira junto à União Europeia já tem uma reunião agendada para esta quarta-feira (13/5) com autoridades sanitárias do bloco europeu. O objetivo do encontro será buscar esclarecimentos sobre os motivos da exclusão do Brasil da lista de exportadores autorizados.

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Apesar da decisão, o governo ressaltou que as exportações brasileiras seguem ocorrendo normalmente e que as restrições só passam a valer a partir de setembro.

Na nota oficial, o governo também defendeu o sistema sanitário nacional e destacou o histórico das exportações agropecuárias brasileiras. Segundo o comunicado, o Brasil possui um sistema sanitário “robusto e de qualidade internacional reconhecida” e fornece produtos agrícolas ao mercado europeu há cerca de 40 anos.

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  • Correio Braziliense – Conteúdo
  • Foto destaque: crédito: Freepik
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