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Política Nacional

Lula diz que pode tomar “atitudes mais drásticas” para baratear alimentos

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Brasil / Economia

O presidente comentou nesta sexta-feira (7/3) que está tentando reduzir os preços sem conflitos, mas admitiu que pode tomar atitudes mais drásticas, sem detalhar

Por Victor Correia*

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (7/3) que terá que “tomar atitudes mais drásticas” caso não encontre uma solução pacífica para reduzir o preço dos alimentos.

O petista declarou que o governo está “muito preocupado” com a alta e que está discutindo soluções, citando como exemplo os preços do ovo, do café e do milho.

“Eu quero que você saiba, o preço do café está muito caro para o consumidor, o preço do ovo está muito caro, o milho está caro, e nós estamos tentando encontrar uma solução. A gente não quer brigar com ninguém, a gente quer encontrar uma solução pacífica, mas, se a gente não encontrar, a gente vai ter que tomar atitudes mais drásticas”, disse Lula.

A fala ocorreu durante anúncio de novos assentamentos para o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Campo do Meio, Minas Gerais.

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“O que interessa é levar a comida barata para a mesa do povo brasileiro. E ela pode ser barata pagando um preço justo para o produtor”, disse ainda o presidente Lula.

Governo já anunciou medidas

O chefe do Executivo comentou que algumas medidas já foram confirmadas, após reunião realizada ontem (6) com ministros e empresários do setor alimentício no Palácio do Planalto.

Dentre os anúncios estão a redução do imposto de importação de alguns dos itens mais consumidos pelo brasileiro, como carnes e café, a recomendação para que estamos também reduzam seus impostos, além de reforço para os estoques reguladores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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* Correio Braziliense

* Foto/destaque: Ricardo Stuckert – Presidência da República

 

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Brasil / Economia

Brasil reage e tenta derrubar veto da União Europeia à carne nacional

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Governo diz ter recebido decisão do bloco europeu com surpresa e marcará reunião com autoridades europeias

Por Nathallie Lopes* | Brasília – DF

O governo brasileiro afirmou nesta terça-feira (12/5) que vai tentar reverter a decisão da União Europeia (UE) de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano para o bloco europeu. A medida europeia deve entrar em vigor em 3 de setembro de 2026.

Em nota conjunta, o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços disseram ter recebido a decisão “com surpresa” e afirmaram que o país adotará “todas as medidas necessárias” para assegurar a continuidade das exportações brasileiras ao mercado europeu.

Segundo o comunicado, o chefe da delegação brasileira junto à União Europeia já tem uma reunião agendada para esta quarta-feira (13/5) com autoridades sanitárias do bloco europeu. O objetivo do encontro será buscar esclarecimentos sobre os motivos da exclusão do Brasil da lista de exportadores autorizados.

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Apesar da decisão, o governo ressaltou que as exportações brasileiras seguem ocorrendo normalmente e que as restrições só passam a valer a partir de setembro.

Na nota oficial, o governo também defendeu o sistema sanitário nacional e destacou o histórico das exportações agropecuárias brasileiras. Segundo o comunicado, o Brasil possui um sistema sanitário “robusto e de qualidade internacional reconhecida” e fornece produtos agrícolas ao mercado europeu há cerca de 40 anos.

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  • Correio Braziliense – Conteúdo
  • Foto destaque: crédito: Freepik
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