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Política Estadual

Nova pesquisa confirma liderança de Lorenzo Pazolini na disputa pelo Governo do ES

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Política / Eleições

Por Danieleh Coutinho* / Vitória – ES

A seis meses das eleições o ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), lidera pesquisa de intenções de votos realizada pelo Instituto Perfil a pedido de ES Hoje. O nome do republicano aparece com 35,67%, seguido do governador Ricardo Ferraço (MDB), que seria votado por 23,78% dos eleitores que responderam o levantamento.

A pesquisa foi realizada com 1,8 mil entrevistas em 50 cidades. A margem de erro é de 2,3% para mais ou para menos e o grau de confiança do estudo é de 95%. Ela está registrada na Justiça Eleitoral com o número ES-04143/2026, onde também levantou-se dados sobre a disputa das duas vagas no Senado.

O nome do senador Magno Malta (PL), que não confirmou a decisão do partido por uma candidatura própria, aparece na terceira colocação, à frente do deputado federal Helder Salomão (PT).

Em cenário sem Magno Malta os percentuais dos demais aumentam e Pazolini se mantém na liderança.

O chefe do Executivo estadual venceria numa eventual disputa contra Helder, superando os 50% das intenções de votos. Não há cenário de confronto direto entre Ricardo e Magno Malta.

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Já se a disputa fosse entre Pazolini e o governador, o ex-prefeito de Vitória venceria com 44,17%. E ganharia com percentual ainda maior em confronto direto com Helder.

  • Numa comparação com as pesquisas publicadas por ES Hoje entre dezembro de 2024 e agosto do ano passado, o nome de Pazolini se mantém na frente.

Rejeição

A maior rejeição na corrida pelo Governo do Estado está ao nome de Magno Malta. O senador e presidente do PL no espírito Santo é rechaçado por 34,39%, enquanto do petista Helder Salomão tem o segundo maior percentual – 13,56%. Considerando a margem de erro de 2,3 pontos percentuais, para mais ou menos, as rejeições de Pazolini e Ricardo empatam tecnicamente.

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Política / Eleições

PF indicia ex-candidato a vereador em Vitória por falsidade ideológica

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Investigações da PF indicam que Evandro Figueiredo pressionava servidoras de gabinete a repassar parte do salário para financiar sua campanha

Por Enzo Bicalho Assis* / Vitória – ES

Polícia Federal (PF) indiciou o ex-candidato a vereador em Vitória, Evandro Figueiredo Boldrine, e seu colaborador, Fabrício Trevisani de Oliveira, por falsidade ideológica eleitoral. Com o crime, os dois teriam usado R$ 3 mil de servidora em campanha nas eleições municipais de 2024.

Eles também são investigados em outro inquérito pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES) por um esquema de “rachadinha”.

De acordo com o inquérito da Polícia Federal, a dupla teria pressionado uma servidora do gabinete do então vereador Leandro Piquet, presidente da Câmara Municipal à época, a repassar parte de seus vencimentos.

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A servidora foi exonerada do cargo depois de dois meses. Segundo a PF, ela afirma não ter efetuado os pagamentos à campanha e relatou os fatos ao vereador Piquet, o que teria motivado a exoneração. Após a exoneração, o ex-candidato indicou outra pessoa para o cargo, parente de Fabrício. Ela repassou os valores para os suspeitos, em setembro e outubro de 2024, tendo saído do cargo em novembro, já após as eleições.

A PF concluiu pelo indiciamento de Evandro Figueiredo, apontado como o mentor do esquema, por falsidade ideológicaeleitoral. Fabrício Trevizani, colaborador do esquema, foi indiciado pelo mesmo crime, cometido em concurso de pessoas.

O que disseram os envolvidos

Ainda de acordo com o inquérito, o ex-vereador Leandro Piquet, atualmente delegado da Polícia Civil, afirmou que tomou conhecimento da atividade por meio da vítima enquanto ela estava no cargo. Ele atribuiu a exoneração dela a um comportamento “desagregador” no gabinete.

Já Evandro Figueiredo, conforme o inquérito, negou exigir os repasses financeiros e atribuiu as acusações a motivações políticas. Ele também afirmou que a segunda pessoa que indicou para o gabinete auxiliou a sua campanha voluntariamente.

De acordo com o ex-candidato no inquérito, as indicações eram uma “prática do partido”, disponibilizar vagas em gabinetes, para apoiar candidatos. Ele alega que a troca da servidora teria sido motivada pelo fato da primeira indicada ter passado a apoiar outro candidato do partido.

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Ao Folha Vitória, Evandro Figueiredo disse que confia na Justiça. “Se houver denúncia, pois ainda não existe, vou responder com muita tranquilidade, pois é fruto de uma denúncia anônima, que na fase de inquérito mostrou que não existe nenhuma prova documental. As testemunhas todas negam que cometi qualquer ilicitude, dando conta de suposto caixa dois de campanha, no valor de R$ 1,5 mil. Estou muito tranquilo que comprovarei minha inocência”, destacou ele, em nota.

O outro indiciado, Fabrício Trevisani, confirmou no inquérito que recebeu dois pagamentos no valor de R$ 1.500, feitos por sua parente. Segundo ele, os valores seriam uma retribuição pela ajuda financeira que costumava prestar a ela. Ele ainda disse que usou o dinheiro para pagar um serviço de pedreiro em seu imóvel.

O Folha Vitória tenta contato com Fabrício e atualizará a matéria caso queira se manifestar.

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