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Eleições 2024

Os candidatos a prefeito mais ricos da Grande Vitória

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Política / Eleições

Confira a situação dos candidatos que estão na disputa em Vitória, Serra, Cariacica, Vila Velha e Viana, segundo a Justiça Eleitoral

Uma das obrigações dos candidatos é declarar o patrimônio à Justiça Eleitoral ao se candidatar. Por isso, o Folha Vitória conseguiu levantar a situação financeira dos candidatos às prefeituras de Vitória, Vila Velha, Serra, Viana e Cariacica. 

Entre os candidatos a prefeito da Grande Vitória, o mais rico é Du Spadetto (Avante), que postula a Prefeitura de Vitória e declarou um patrimônio de R$ 20.781.896,25. O segundo mais rico é o prefeito de Cariacica, Euclério Sampaio (MDB), que declarou R$ 10.508.192,01. 

Completam o top cinco os candidatos: Luzinete Deolindo (DC), que concorre em Viana e tem um patrimônio declarado em R$ 7.265.000,00; Coronel Ramalho (PL – Vila Velha), com patrimônio de R$ 1.962.254,56; e João Coser (PT – Vitória), que declarou R$ 1.950.552,52

Os deputados Pablo Muribeca (Republicanos) e Capitão Assumção (PL) recebem R$ 31.238,19 mensais, segundo o site da Assembleia Legislativa do Espírito Santo. Em 2023, os vencimentos eram R$ 29.469,99. 

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Muribeca, que é candidato na Serra, disse não ter bens a declarar, e Assumção, que é candidato em Vitória, declarou R$ 9.132,21. 

Patrimônio declarado dos candidatos

Du (Avante) R$ 20.781.896,25 Vitória
Euclerio Sampaio (MDB) R$ 10.508.192,01 Cariacica
Luzinete Deolindo (DC) R$ 7.265.000,00 Viana
Coronel Ramalho (PL) R$ 1.962.254,56 Vila Velha
João Coser (PT) R$ 1.950.552,52 Vitória
Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB) R$ 1.693.745,88 Vitória
Audifax (PP) R$ 1.570.000,00 Serra
Lorenzo Pazolini (Republicanos) R$ 989.726,32 Vitória
Camila Valadão (Psol) R$ 850.000,00 Vitória
Maurício Gorza (PSDB) R$ 711.465,47 Vila Velha
Fabrício Machado (PV) R$ 705.000,00 Viana
Weverson Meireles (PDT) R$ 676.000,00 Serra
Antonio Bungestab (PRTB) R$ 500.000,00 Serra
Roberto Carlos (PT R$ 482.000,00 Serra
Célia Tavares (PT) R$ 474.512,83 Cariacica
Arnaldinho Borgo (Podemos) R$ 420.000,00 Vila Velha
Wyson Zon (Novo) R$ 279.520,00 Serra
Igor Elson (PL) R$ 258.000,00 Serra
Ivan Bastos (PL) R$ 250.000,00 Cariacica
Gabriel Ruy (Mobiliza) R$ 240.000,00 Vila Velha
Wanderson Bueno (Podemos) R$ 220.000,00 Viana
João Batista Babá (PT) R$ 182.645,30 Vila Velha
Nicolas Trancho (Psol) R$ 18.391,00 Vila Velha
Capitão Assumção (PL) R$ 9.132,21 Vitória
Pablo Muribeca (Republicanos) R$ 0,00 Serra
Fonte: TSE

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* Fonte: Folha Vitória – Aline Dias / Justiça Eleitoral

* Foto: Folha Vitória

 

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Política / Eleições

Marcos do Val, após ser excluído de sabatinas da Rede Gazeta, aciona a Justiça Eleitoral

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O senador Marcos Do Val (Avante-ES), candidato à reeleição ao Senado Federal, ingressou nesta segunda-feira (14) com representação e pedido de tutela de urgência no Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo contra a Rede Gazeta (TV Gazeta e Rádio CBN Vitória), após ser excluído da rodada de entrevistas com candidatos ao Senado que a emissora promove entre os dias 14 e 18 de setembro.

Segundo a campanha, a Rede Gazeta havia comunicado previamente aos candidatos, em reunião realizada em 20 de agosto, que participariam das sabatinas aqueles que atingissem 5% ou mais na última pesquisa estimulada de intenção de voto do instituto Quaest, contratada pela própria emissora. Marcos Do Val cumpriu esse critério: na pesquisa Quaest divulgada em 27 de agosto, o senador obteve exatamente 5% no cenário estimulado para a primeira vaga ao Senado.

Apesar disso, a emissora o excluiu da lista de sabatinados alegando que ele não teria atingido o percentual — usando, para isso, um recorte “consolidado” da pesquisa, não divulgado nem explicado aos candidatos como critério de corte, e conhecido apenas depois de apurado o resultado. Trata-se, segundo a campanha, de parâmetro que não constava das regras originalmente apresentadas e que teria sido aplicado para produzir a exclusão do senador.

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Na representação protocolada no TRE-ES, a defesa do senador pede a inclusão imediata de Marcos Do Val na rodada de entrevistas ou, subsidiariamente, a realização de sabatina em condições equivalentes às oferecidas aos demais candidatos, antes do dia 4 de outubro, data da eleição.

“A Rede Gazeta criou uma regra, eu cumpri a regra, e ainda assim fui excluído por um critério inventado depois que o resultado já era conhecido. Isso não é jornalismo imparcial, é seleção arbitrária de quem pode ou não falar com o eleitor capixaba”, afirma o senador.

Marcos Do Val reforça que não se opõe à existência de um critério objetivo de corte para as sabatinas — pelo contrário, defende que esse critério exista e seja aplicado de forma igual a todos. O que contesta é o uso de uma pesquisa realizada num momento ainda inicial da campanha, antes de os candidatos terem tido oportunidade plena de se apresentar ao eleitor e expor suas propostas, como parâmetro definitivo e insuscetível de revisão — sobretudo quando aplicado de forma seletiva, prejudicando apenas um dos candidatos que o atingiu.

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Para o senador, o episódio expõe um padrão mais amplo: candidaturas como a sua, que historicamente fazem oposição frontal ao sistema político, ideológico e econômico que governa o país há décadas, enfrentam resistência crescente de parte da grande mídia em 2026 — resistência que, no entender do senador, se manifesta também na forma como esses veículos moldam o acesso dos candidatos a seu público. Marcos Do Val lembra ainda que sua exclusão priva do contato direto com a cobertura da Rede Gazeta não apenas um candidato, mas um senador eleito e em pleno exercício do mandato.

A campanha espera pronta resposta da Justiça Eleitoral e reafirma confiança de que a decisão da emissora será revista, assegurando a Marcos Do Val o mesmo espaço concedido aos demais candidatos que atingiram o critério anunciado.

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Sobre Marcos do Val:
Marcos Ribeiro do Val é senador da República pelo Espírito Santo, eleito em 2018, e candidato à reeleição pelo Avante nas Eleições 2026.

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  • Matéria veiculada na mídia capixaba
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais

 

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