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Crime Bizarro

Homem mata mãe em SP e amputa dedo da vítima para acessar contas bancárias

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Jovem, de 26 anos, foi preso durante o velório e confessou o crime

Um homem, de 26 anos, foi preso em flagrante, no domingo (12), por matar a própria mãe, identificada como Andrelina dos Santos Antônio, de 53 anos, em Santa Maria da Serra, no interior de São Paulo. O jovem não teve o nome divulgado.

Policiais militares atenderam à ocorrência e, no local, encontraram a vítima com sinais de violência e um dedo amputado. O filho teria decepado o indicador da mão direita da mãe para desbloquear o celular dela e realizar transações bancárias. A casa estava revirada, e o aparelho telefônico da mulher não foi encontrado na residência.

A prisão ocorreu durante o velório da vítima, que era servidora pública de Santa Maria da Serra (SP). Ao ser localizado pela polícia, o homem confessou o crime. Os agentes apreenderam os objetos roubados.

Ele seguiu para a Delegacia de São Pedro, onde o caso foi registrado como latrocínio e captura de procurado.

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  • Da Redação / Com informações de agências de notícias
  • Foto Destaque: Reprodução / Redes Sociais
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Governo troca membros da CPI para barrar relatório que pede impeachment de ministros do STF e do PGR

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Brasília – DF

Os governistas conseguiram mudar parte dos integrantes do colegiado. Saíram três senadores que votariam a favor do documento e entraram no lugar deles outros três parlamentares orientados a dar voto contrário.

A mobilização atendeu a uma pressão de integrantes do STF que acabaram como os principais alvos do relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Prevista para a manhã desta terça, a reunião convocada para apresentação e votação do relatório chegou a ser adiada para esta tarde.

A CPI tem 11 senadores titulares, dos quais dez votam, e sete suplentes. Com as mudanças, o placar previsto é de quatro votos favoráveis ao texto de Alessandro Vieira e seis contrários.

Saíram: Sérgio Moro (PL-PR), Wellington Fagundes (PL-MT), Jorge Kajuru (PSB-GO) e Marcos do Val (Avante-ES). Moro, Kajuru e Do Val eram titulares e votariam a favor do relatório.

Entraram: Beto Faro (PT-PA), Marcos Rogério (PL-RO), Soraya Thronicke (PSB-MS) e Teresa Leitão (PT-PE). Os dois petistas e Soraya se tornaram titulares e vão votar contra o texto de Alessandro Vieira.

As substituições se deram a partir de pressão do governo sobre os líderes dos blocos partidários que indicam os membros da CPI.

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No caso de Sérgio Moro, por exemplo, ele fazia parte do bloco Parlamentar Democracia quando era filiado ao União Brasil. Como migrou ao PL para disputar a eleição a governador do Paraná, a liderança do bloco, composto por MDB, PSDB, Podemos e União, aproveitou para retirá-lo hoje, e com isso Moro perdeu o assento na CPI.

O líder do bloco era Efraim Filho (União-PB), que também migrou para o PL. A determinação da troca se deu por meio de Eduardo Braga (MDB-AM), aliado do governo e líder do MDB no Senado, o maior partido do bloco.

O PSB e o PSD formam o bloco Resistência Democrática, liderado pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA), aliada do governo. Soraya é governista e a entrada dela no lugar de Kajuru garante um voto a mais conforme os interesses do Palácio do Planalto.

O pedido de indiciamento contra ministros do STF é inédito na história das CPIs do Congresso. Como mostrou o Estadão, os integrantes da Suprema Corte apostam em providências do governo para barrar o desgaste.

Ao mesmo tempo, eles usaram as redes sociais para dar recados. Publicamente, ministros criticaram a “cortina de fumaça”, a “falta de foco” e o “abuso de poder” da CPI.

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Gilmar Mendes afirmou, nas redes sociais, que o relatório foi elaborado para gerar “dividendos eleitorais” com ataques ao tribunal. Flávio Dino disse que seus colegas de toga foram “alvo de injustiças”.

Novo ministro diz que relatório é ‘absurdo’

O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, afirmou, no dia em que tomou posse no Palácio do Planalto, que o relatório é “um absurdo” e “não serve ao País”.

“É um absurdo, na minha opinião, uma CPI terminar sem incriminar ninguém e pedir investigação de ministros, pedir punição e indiciamento de ministros, mais um PGR. Isso não pode. Se é para apurar tudo, que apure tudo. Não pode ser uma CPI contra o Supremo”, disse, antes de completar: “Nossa expectativa é derrotar o relatório do relator, porque ele não serve ao País”.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Foto Destaque: Crédito – Edilson Rodrigues

 

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