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Escândalo do INSS

Careca do INSS pretende fazer delação e falar de Lulinha

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Política

Lobista está negociando com advogados

O lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, está se preparando para fazer delação premiada. Ele está preso desde setembro de sob acusações de operar os enormes desvios de dinheiro da Previdência.

De acordo com o portal Metrópoles, ele passou a cogitar a delação depois que sua família passou a ser alvo das operações da Polícia Federal. Em dezembro, por exemplo, seu filho, Romeu Antunes, foi preso sob acusação de ajudar o pai a cometer os crimes.

A mulher de Antônio também está na mira das autoridades. A CPMI que apura os desvios ilegais aprovou o requerimento para ouvir Tânia Carvalho, mas a ida dela ao colegiado nunca chegou a ser agendada.

Ainda segundo o veículo, ele convocou seus advogados para falar sobre a delação, e entregar o que ele sabe sobreo filho do presidente Lula (PT), Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha. Os dois eram próximos, e de acordo com as informações, os negócios deles eram na área da educação e saúde.

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  • Matéria reproduzida do portal Metrópoles – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais

 

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Política

Armandinho Fontoura livre das restrições impostas por Alexandre Moraes

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Justiça foi feita para quem não cometeu crime. 

O ministro Alexandre de Moraes do STF determinou o encerramento das medidas cautelares impostas ao vereador de Vitória Armandinho Fontoura. Assim, determinou a retirada da tornozeleira eletrônica, a revogação do recolhimento domiciliar noturno e a liberação de restrições de deslocamento.

O vereador chegou a permanecer preso por mais de um ano, desde dezembro de 2022. Solto em 2024, Moraes o obrigou a usar tornozeleira eletrônica e impôs medidas de recolhimento e restrições de locomoção. 

A decisão foi assinada em 12 de agosto de 2026, no âmbito da Petição nº 10.590. O ministro considerou o cumprimento integral das medidas ao longo do período em que estiveram vigentes, sem registro de descumprimentos.

O pedido de revisão foi apresentado pela defesa em 5 de agosto de 2026, com base na alteração do cenário processual e na necessidade de reavaliação das cautelares.

A Petição nº 10.590 teve origem em representação da então Procuradora Geral de Justiça do Espírito Santo, em 2022, e foi posteriormente encaminhada à Procuradoria-Geral da República. No curso das apurações, a Polícia Federal concluiu relatório final favorável ao vereador, sem apontar elementos de materialidade ou indícios de crimes, enquanto a Procuradoria-Geral da República também se manifestou pelo arquivamento do caso, por ausência de justa causa para prosseguimento. 

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O caso capixaba foi o único produzido por uma petição direta da Chefia do MP Estadual ao Ministro Alexandre de Moraes, o que é ilegal, por que só a PGR pode atuar no STF. Isso foi apontado pela própria PGR, que denunciou a Procuradora Estadual no CNMP pela manobra, acusando-a de usurpação de atribuição. 

O caso capixaba não tem a ver com o 8 de janeiro, tendo ocorrido, antes em dezembro de 2022. O Vereador nunca foi ouvido.


  • Da Redação / Com informações da mídia
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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