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Proteção Animal

Assembleia aprova projeto que obriga clínicas denunciarem violência contra animais

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Política

O projeto é do deputado Gandini e tem como objetivo transformar clínicas veterinárias em pontos de vigilância contra crueldade

Por Gleberson Nascimento* – Vitória / ES

A Assembleia Legislativa do Espírito Santo aprovou o Projeto de Lei 219/23, de autoria do deputado estadual Fabrício Gandini (PSD), que torna obrigatória a comunicação, por parte de estabelecimentos que prestam serviços veterinários no Estado, de indícios de maus-tratos a animais.

Pelo texto de Gandini, clínicas, consultórios, hospitais veterinários, pet shops e demais unidades do setor deverão informar imediatamente o Núcleo de Proteção aos Animais (NPA), da Delegacia de Meio Ambiente, sempre que identificarem sinais de agressão, abandono, mutilação, envenenamento, estresse, pânico ou desnutrição — envolvendo animais domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos.

Gandini, quando jovem, teve dois cães. Esta da foto é a Lana, uma rottweiler / Álbum de Família

A notificação poderá ser feita por telefone ou por meios físicos e digitais e deve conter informações que auxiliem na identificação do possível responsável pelo crime.

A causa animal também tem um valor pessoal na trajetória do deputado. Quando mais jovem, Gandini teve dois cães que marcaram profundamente sua vida: Lana, uma rottweiler, e um Blue Heeler, conhecido carinhosamente como Fumaça. Companheiros inseparáveis, eles reforçaram ainda mais seu compromisso com a proteção e o respeito aos animais.

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Para o deputado Gandini, a aprovação do PL 219/23 fortalece a rede de proteção animal no Espírito Santo e amplia o papel dos profissionais da área na prevenção à crueldade.

“Precisamos transformar cada clínica em um ponto de vigilância contra a violência. Quando houver qualquer indício de maus-tratos, a comunicação deve ser imediata. Essa é mais uma ação para proteger aqueles que não podem se defender”, afirmou o parlamentar.

Para valer, o projeto precisa passar pela sanção do governador Renato Casagrande (PSB).

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  • Assessoria do deputado Fabrício Gandini
  • Foto/Destaque: Reprodução

 

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Política

Armandinho Fontoura livre das restrições impostas por Alexandre Moraes

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Justiça foi feita para quem não cometeu crime. 

O ministro Alexandre de Moraes do STF determinou o encerramento das medidas cautelares impostas ao vereador de Vitória Armandinho Fontoura. Assim, determinou a retirada da tornozeleira eletrônica, a revogação do recolhimento domiciliar noturno e a liberação de restrições de deslocamento.

O vereador chegou a permanecer preso por mais de um ano, desde dezembro de 2022. Solto em 2024, Moraes o obrigou a usar tornozeleira eletrônica e impôs medidas de recolhimento e restrições de locomoção. 

A decisão foi assinada em 12 de agosto de 2026, no âmbito da Petição nº 10.590. O ministro considerou o cumprimento integral das medidas ao longo do período em que estiveram vigentes, sem registro de descumprimentos.

O pedido de revisão foi apresentado pela defesa em 5 de agosto de 2026, com base na alteração do cenário processual e na necessidade de reavaliação das cautelares.

A Petição nº 10.590 teve origem em representação da então Procuradora Geral de Justiça do Espírito Santo, em 2022, e foi posteriormente encaminhada à Procuradoria-Geral da República. No curso das apurações, a Polícia Federal concluiu relatório final favorável ao vereador, sem apontar elementos de materialidade ou indícios de crimes, enquanto a Procuradoria-Geral da República também se manifestou pelo arquivamento do caso, por ausência de justa causa para prosseguimento. 

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O caso capixaba foi o único produzido por uma petição direta da Chefia do MP Estadual ao Ministro Alexandre de Moraes, o que é ilegal, por que só a PGR pode atuar no STF. Isso foi apontado pela própria PGR, que denunciou a Procuradora Estadual no CNMP pela manobra, acusando-a de usurpação de atribuição. 

O caso capixaba não tem a ver com o 8 de janeiro, tendo ocorrido, antes em dezembro de 2022. O Vereador nunca foi ouvido.


  • Da Redação / Com informações da mídia
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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