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Presidente da Câmara de Vitória faz elogios ao prefeito de São Mateus

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Anderson Goggi (PP) disse que as políticas públicas estão bem encaminhadas para as comunidades mais vulneráveis de São Mateus.

Por Paulo Roberto Borges

Vitória / ES

O presidente da Câmara Municipal de Vitória, vereador Anderson Goggi (PP), elogiou a atuação do prefeito de São Mateus Marcus Batista-Cozivip (Podemos), nesses seus primeiros 100 dias de governo. Esse pronunciamento foi feito da tribuna, na sessão desta segunda-feira (14), quando relatou a sua visita a cidade de São Mateus e a participação no evento em que foram comemorados os primeiros 100 dias de gestão do chefe do Executivo mateense.

Marcus da Cozivip, do Podemos, é eleito prefeito de São Mateus - ES360

Marcus Batista, prefeito de São Mateus

Na oportunidade, Goggi disse que a Câmara de Vitória tem feito uma parceria com a de São Mateus, na troca de experiências, cada uma aprendendo seus regimentos e buscando pontos em comuns. Afirmou que o presidente Wanderley Segantini (MDB) é um amigo e espera que parceria como essa seja um embrião de outras pelo Estado.

Anderson Goggi tem conduzido a presidência do Legislativo da capital dentro do rigor que o regimento impõe a todos os seus pares, o que não o impede de ter um relacionamento respeitoso, de diálogo e democrático com todos os membros que compõe a Câmara Municipal de Vitória.

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Ainda com relação ao prefeito Marcus Batista, o presidente disse que ele está no caminho certo, promovendo políticas públicas direcionadas, principalmente para as camadas mais vulneráveis da população.


* Fotos: Reprodução / Redes Sociais

 

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Armandinho Fontoura livre das restrições impostas por Alexandre Moraes

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Justiça foi feita para quem não cometeu crime. 

O ministro Alexandre de Moraes do STF determinou o encerramento das medidas cautelares impostas ao vereador de Vitória Armandinho Fontoura. Assim, determinou a retirada da tornozeleira eletrônica, a revogação do recolhimento domiciliar noturno e a liberação de restrições de deslocamento.

O vereador chegou a permanecer preso por mais de um ano, desde dezembro de 2022. Solto em 2024, Moraes o obrigou a usar tornozeleira eletrônica e impôs medidas de recolhimento e restrições de locomoção. 

A decisão foi assinada em 12 de agosto de 2026, no âmbito da Petição nº 10.590. O ministro considerou o cumprimento integral das medidas ao longo do período em que estiveram vigentes, sem registro de descumprimentos.

O pedido de revisão foi apresentado pela defesa em 5 de agosto de 2026, com base na alteração do cenário processual e na necessidade de reavaliação das cautelares.

A Petição nº 10.590 teve origem em representação da então Procuradora Geral de Justiça do Espírito Santo, em 2022, e foi posteriormente encaminhada à Procuradoria-Geral da República. No curso das apurações, a Polícia Federal concluiu relatório final favorável ao vereador, sem apontar elementos de materialidade ou indícios de crimes, enquanto a Procuradoria-Geral da República também se manifestou pelo arquivamento do caso, por ausência de justa causa para prosseguimento. 

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O caso capixaba foi o único produzido por uma petição direta da Chefia do MP Estadual ao Ministro Alexandre de Moraes, o que é ilegal, por que só a PGR pode atuar no STF. Isso foi apontado pela própria PGR, que denunciou a Procuradora Estadual no CNMP pela manobra, acusando-a de usurpação de atribuição. 

O caso capixaba não tem a ver com o 8 de janeiro, tendo ocorrido, antes em dezembro de 2022. O Vereador nunca foi ouvido.


  • Da Redação / Com informações da mídia
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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