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Medicina & Saúde

Casos de conjuntivite aumentam no verão; saiba como se prevenir e cuidar

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SAÚDE

O calor, os locais muito cheios e abafados, o excesso de sol, os banhos de mar e piscina acabam contribuindo bastante para a doença aparecer

Uma inflamação na membrana que recobre os olhos. Essa é a conjuntivite. Bastante comum na primavera, ganha destaque também no verão, quando a incidência da doença chega a 80%.

O calor, os locais muito cheios e abafados, o excesso de sol, os banhos de mar e piscina acabam contribuindo bastante com a probabilidade de ela aparecer.

Segundo a médica do Hospital de Olhos de Vitória, Klícia Molina, é altamente contagiosa, principalmente nos primeiros dias de sintomas. “É fácil identificar que o que está acontecendo possa ser uma conjuntivite quando os olhos ficam remelando, vermelhos e inchados com sensação de que tem algo arranhando” alerta.

Conheça os tipos de conjuntivite

Especialistas alertam para o fato de que existem vários tipos de conjuntivites. Elas podem ser: infecciosas, química e a alérgica. 

As Infeciosas podem ser viral ou bacteriana. Isso significa que a doença pode ser causada por uma bactéria ou vírus, podendo ser tratadas com medicamentos locais.

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Já a alérgica, é desencadeada a partir do contato com um fator alergênico. Mofo, poeira, pelos de animais ou ainda alguma intoxicação alimentar pode levar a esse quadro.

Como tratar?

Se você está com algum desconforto nos olhos e desconfia de que possa ser conjuntivite, a primeira coisa a se fazer é buscar ajuda de um especialista. Apenas um oftalmologista poderá identificar a causa específica e prescrever o tratamento mais adequado.

Klícia explica que podem ser utilizados antibióticos em gotas, comprimidos e pomadas. Alguns colírios devem, até mesmo, utilizados várias vezes ao dia. 

Um outro detalhe importante é manter o olho afetado sempre limpo e livre de secreções. De acordo com a médica, a higiene deve ser realizada com soro fisiológico. Porém, é fundamental que o oftalmologista seja procurado antes de qualquer coisa ou um quadro antes simples pode acabar de maneira bastante desagradável.

Quando não é tratada da maneira correta, a infecção pode atingir a córnea, e, nessas situações, podem surgir sintomas como a piora da dor e dificuldade aumentada para enxergar.

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O que fazer para não contaminar outras pessoas

Algumas medidas simples são importantes para evitar a contaminação de outras pessoas, além de evitar que a doença evolua. É importante lembrar que enquanto os sintomas persistirem, o paciente deverá adotar todos esses cuidados. Veja alguns:

  1. Não coçar os olhos;
  2. Lavar as mãos várias vezes ao dia ou sempre que colocar a mão no rosto;
  3. Não frequentar piscinas ou praias; 
  4. Não compartilhar maquiagens ou objetos como toalhas e travesseiros; 
  5. Usar óculos de sol e chapéu;
  6. Não passar maquiagens;
  7. Não usar lente de contato

Principais sintomas da conjuntivite, segundo a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde

 – Olhos vermelhos e lacrimejantes;

– Pálpebras inchadas;

– Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;

– Secreção purulenta (conjuntivite bacteriana);

– Secreção esbranquiçada (conjuntivite viral);

– Coceira;

– Fotofobia (dor ao olhar para a luz);

– Visão borrada;

– Pálpebras grudadas quando a pessoa acorda.

 

  • Com informações Portal Jornal do Norte

 

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SAÚDE

Venda de ivermectina cresce após ator Mel Gibson citar cura do câncer

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Ator citou que três amigos teriam se recuperado de cânceres em estágio avançado usando o fármaco

Um estudo publicado na última terça-feira (12) na revista JAMA Network Open apontou um aumento expressivo nas prescrições de ivermectina nos Estados Unidos após declarações do ator Mel Gibson que, em janeiro do ano passado, afirmou que três amigos teriam se recuperado de cânceres em estágio avançado usando o fármaco.

O levantamento foi conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e analisou dados de mais de 68 milhões de pacientes entre 18 e 90 anos atendidos em serviços ambulatoriais e emergenciais no país. Os pesquisadores compararam prescrições da combinação ivermectina-benzimidazol entre janeiro e julho de 2025 com o mesmo período do ano anterior.

Os resultados mostraram que, de forma geral, as prescrições desses medicamentos dobraram após a repercussão das declarações. Entre pacientes com câncer, o aumento foi ainda mais acentuado, ultrapassando 2,5 vezes os índices registrados anteriormente.

Apesar do crescimento, os autores alegam que não há evidências clínicas que comprovem segurança ou eficácia da ivermectina ou de medicamentos benzimidazólicos no tratamento do câncer em humanos. No entanto, é ressaltado que essas substâncias chegaram a apresentar atividade anticancerígena em estudos laboratoriais e em testes com animais.

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No Brasil, a ivermectina é aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apenas para tratamento de infecções parasitárias. Já o fenbendazol é destinado ao uso veterinário.

A oncologista clínica Clarissa Baldotto, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), ressaltou que resultados promissores em laboratório representam apenas fase inicial da pesquisa científica.

– Muitas substâncias que parecem promissoras em laboratório não se confirmam em estudos clínicos. Apenas uma pequena parte das moléculas que entram em pesquisa pré-clínica chega a ser testada em humanos – afirmou.

Por se tratar de pesquisa observacional, o estudo não estabeleceu relação direta de causa e efeito e avaliou apenas prescrições médicas, sem confirmar se os medicamentos foram efetivamente utilizados pelos pacientes.

IVERMECTINA NA PANDEMIA DE COVID

A repercussão em torno da ivermectina também remete à forte polarização registrada na pandemia de Covid-19. À época, o fármaco foi defendido por setores da sociedade e por parte da classe médica como uma alternativa terapêutica acessível, além de símbolo da autonomia profissional diante do que classificavam como resistência de autoridades e organismos internacionais ao chamado tratamento precoce.

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Na ocasião, a controvérsia representava uma disputa sobre liberdade médica e direito de escolha do paciente. Defensores do protocolo, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, argumentavam que, em meio ao cenário de incerteza vivido na pandemia, os médicos deveriam ter a liberdade para prescreverem remédios como a hidroxicloroquina e a ivermectina caso entendessem ser uma forma viável de combate à Covid.

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  • FONTE: PlenoNews.
  • Foto destaque: Reprodução / Internet

 

 

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