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Atriz de Avenida Brasil deixou o país por medo da violência: “Não queria sair”
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Marcella Valente, que atualmente está no ar na reprise de Avenida Brasil, explicou que decidiu deixar o Brasil após passar a sentir medo da violência no país. Estabelecida em Londres desde 2020, a atriz contou que a maternidade teve um papel decisivo na mudança radical de vida ao lado da família.
A artista contou que sua relação com o Brasil mudou após o nascimento do primeiro filho. Segundo ela, o aumento da preocupação com segurança fez com que começasse a desenvolver ansiedade no dia a dia.
“Eu estava com tudo organizado no Brasil, mas aí resolvi ser mãe. Quando viramos mãe, muita coisa muda na nossa cabeça. Fui criada no Rio de Janeiro desde os nove anos, mas, quando tive filho, a violência começou a me incomodar demais. Comecei a ter ansiedade, não queria sair de casa com ele por causa das histórias que a gente ouve no dia a dia”, declarou em entrevista à coluna Play, do jornal O Globo.
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Marcella é casada com Fernando Dolabella, irmão de Dado Dolabella. Juntos, eles são pais de Miguel e Lucca. A atriz explicou que a mudança para a Inglaterra aconteceu durante a pandemia, pouco depois de descobrir uma nova gravidez inesperada.
“Com a pandemia, fomos para a casa de praia da minha sogra em Búzios. Lá, engravidei de surpresa do meu segundo filho. Eu tinha feito tratamento para ter o primeiro, e a médica disse que seria quase um milagre engravidar de novo”, afirmou ela.
A atriz disse ainda que decidiu aproveitar o fato de a mãe já morar em Londres para recomeçar a vida fora do país. “Falei para o meu marido: ‘Ou a gente vai agora, ou não vai mais’. Vendemos apartamento, carro, tudo, e viemos começar do zero, na cara e na coragem”, contou.
Na Inglaterra há cerca de seis anos, Marcella afirmou estar feliz com a nova rotina. Segundo ela, a família conseguiu construir uma rede de apoio entre brasileiros que vivem na cidade. O marido também mudou de carreira e hoje trabalha como chef de cozinha em um gastropub em Notting Hill.
A atriz destacou ainda que vem retomando sua carreira artística na Europa. “Depois que o Lucca nasceu, comecei a sentir falta do meu trabalho. Como eu já falava inglês, consegui uma empresária aqui na Europa, o que foi um ótimo passo. Desde o ano passado, estou me colocando de volta no mercado. Já fiz um curta e estou fazendo testes”, revelou.
Na novela de João Emanuel Carneiro, Marcella interpretou Renata, secretária de Cadinho (Alexandre Borges). Ao relembrar os bastidores da produção, a atriz destacou a convivência com profissionais que admira e afirmou guardar boas lembranças da experiência.
“Estar perto de pessoas que você admira faz você crescer como atriz. Tinha o Ricardo Waddington, que é um grande diretor, e foi um prazer trabalhar com ele. Só de conviver ali, a gente já cresce bastante. Era um set muito feliz e amistoso. As pessoas eram muito agradáveis. Dava prazer de ir trabalhar”, ponderou.
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Leandra Leal diz que ama ser mãe: ‘Coisa mais preciosa da vida’
Intérprete de Zilá, atriz fala sobre relação da vilã com a filha e os conflitos familiares da personagem
Rio de Janeiro – RJ
De volta às novelas em “Coração Acelerado”, Leandra Leal mergulha em uma personagem manipuladora, marcada por conflitos nas relações familiares e completamente apaixonada pela filha, Naiane, vivida por Isabelle Drummond. Se na ficção a maternidade da vilã é intensa e cheia de contradições, fora das telinhas a atriz fala com emoção sobre o tema. Ela é mãe de Júlia, de 11 anos, adotada em 2016, e Damião, de 1, fruto do atual relacionamento com o cineasta Guilherme Burgos.

“Eu amo ser mãe, é a coisa mais preciosa da vida. E amo ser filha também”, afirma Leandra. Para o Dia das Mães, o plano é simples: estar perto de quem ama. “A gente vai celebrar a felicidade que é pode estar junto. É uma data maravilhosa e as mães tem que ser celebradas todos os dias”.
Casada com Alaorzinho Amaral (Daniel de Oliveira), Zilá defende com unhas e dentes a herdeira. “Ela é tudo para a Zilá, é a filha perfeita, a bonequinha dela. A Naiane coroou o grande sonho da vida dela que era se casar com um Amaral”, analisa.
O convívio intenso faz com que a personagem se envolva nas armações da filha para ficar com João Raul (Filipe Bragança). “Ela criou essa menina mimando de todas as formas, tem essa identificação e a projeção que acaba metendo os pés pelas mãos. Ela faz tanta coisa para Naiane não sofrer, que a Naiane é totalmente desregulada”, analisa Leandra.
Outro ponto importante da trama é a relação conturbada da vilã com a irmã, Janete (Leticia Spiller). Para Leandra, a origem desse conflito está na infância. “A Zilá tem uma mágoa da mãe ter uma predileção para essa menina que cantava, solar e de bem coma vida. E a Zilá é meio carente e esperava receber sempre uma atenção que não recebia”, comenta.
Com a perda da matriarca, a irmã mais nova de Janete assumiu as rédeas da família e conseguiu afastar o pai, Eliomar (Stepan Nercessian), da mãe de Agrado (Isadora Cruz). “Ela acabou ficando muito encarregada das coisas da casa e fala muito isso de que a Janete não fazia nada, então para ela era um saco. Zilá sempre quis sair daquele lugar e ela é ambiciosa”, conta.
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As armações da vilã fizeram Janete deixar Bom Retorno e abriram caminho para o envolvimento com Alaorzinho, ex-noivo da irmã. “Ela também tem esse lugar assim de disputa. Quer estar sempre no comando e tem muito ressentimento desse luz que é a irmã. O casamento constrói a ilusão de família perfeita. Às vezes ela está ali podendo até pegar outro rumo na vida e ser feliz de outra forma, mas tem uma birra”.
Zilá também é marcada por decisões impulsivas e repletas de manipulação. “Ela é muito passional. As armações não são super pensadas, são feitas com muita raiva, muito impulso. Mais do que calculista, ela é manipuladora”. O comportamento impulsivo de vilã entra em choque quando a personagem se vê diante de um sentimento verdadeiro fora do casamento.
“Com o Ronei (Thomás Aquino), é uma coisa real, mas ela tem dificuldade e um conflito que eu estou achando interessante porque pela primeira vez é recíproco. É difícil para ela se colocar num lugar de vulnerabilidade”, diz Leal, que celebra o retorno aos folhetins após 11 anos com uma personagem malvadona. “Eu estava com saudade de fazer novela. É muito maneiro”.
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