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Caso Ypê: empresa orienta consumidores a não usar nem descartar produtos de lote 1

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BRASIL

É possível solicitar reembolso de itens no site da empresa

A empresa Ypê divulgou novo comunicado com orientações aos consumidores que têm em casa os produtos da marca com lote de final 1, recentemente envolvidos em episódio de contaminação. A recomendação é que os consumidores guardem os itens adequadamente, não os utilizem e nem os descartem até novas orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os produtos envolvidos são lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes. Caso o consumidor prefira, a Ypê seguirá realizando o ressarcimento dos produtos, conforme orientações disponíveis nos canais oficiais ou preenchimento do formulário no site.

“Em respeito às determinações da Agência e ao compromisso da empresa com a segurança de consumidores, clientes e parceiros comerciais, a Ypê já comunicou toda a sua cadeia de distribuição e varejo para que os produtos abrangidos sejam imediatamente segregados e armazenados em áreas específicas, sem exposição à venda ou comercialização ao consumidor”, diz a Ypê.

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A empresa afirmou ainda que continua colaborando com as autoridades sanitárias, fornecendo informações técnicas, documentos e análises necessárias para esclarecer o caso. Além disso, informou que continuará adotando todas as medidas para demonstrar a conformidade dos produtos.

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“A Ypê reitera, ainda, seu compromisso histórico e inegociável com a qualidade, a transparência, a segurança dos consumidores e a responsabilidade sanitária, valores que sempre orientaram sua atuação ao longo de décadas de relacionamento com a sociedade brasileira”, ressalta o comunicado.

Entenda o caso

No último dia 7, a Anvisa suspendeu a fabricação, a comercialização e a distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1, por estarem contaminados com a bactéria Pseudomonas aeruginosa. Essa bactéria é resistente a antibióticos e pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas e pacientes com problemas crônicos.

Confira a lista de produtos contaminados com lotes que terminam em 1:

– Lava Louças Ypê Clear Care;

– Lava Louças com enzimas ativas Ypê;
– Lava Louças Ypê;

– Lava Louças Ypê Clear Care;
– Lava Louças Ypê Toque Suave;
– Lava Louças concentrado Ypê Green;
– Lava Louças Ypê Clear;
– Lava Louças Ypê Green;
– Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor;
– Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas;
– Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac;
– Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha;
– Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green;
– Lava Roupas Líquido Ypê Express;
– Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT;
– Lava Roupas Líquido Ypê Premium;
– Lava Roupas Tixan Maciez;
– Lava Roupas Tixan Primavera;
– Desinfetante Bak Ypê;
– Desinfetante de uso geral Atol;
– Desinfetante Perfumado Atol;
– Desinfetante Pinho Ypê;
– Lava roupas Tixan Power ACT.

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  • Informações Agência Brasil – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Joédson Alves / Agência Brasil
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BRASIL

Bebê morre após corte de bisturi na cabeça durante cesárea

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Criança teria sofrido corte na cabeça durante cesariana e morreu após hemorragia intracraniana, segundo boletim de ocorrência

Ribeirão Preto (SP)*

Uma bebê do sexo feminino morreu, nesta quinta-feira (20), após ter a cabeça atingida por um bisturi durante um parto por cesariana. O caso ocorreu no Hospital das Clínicas Criança (HC Criança), no Campus da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada no HC Criança, na ala neonatal, onde um médico pediatra informou que a bebê havia nascido no dia 18 de agosto e, durante a cesariana, teria sofrido um trauma cranioencefálico causado por um bisturi.

A mãe da bebê tem 20 anos e já havia passado por uma cesariana no nascimento do primeiro filho. Ela estava com 27 semanas de gestação, mas a criança não vinha ganhando peso e a mulher entrou em trabalho de parto.

A gestante foi levada ao HC Criança. A menina nasceu com 443 gramas e foi encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal. A mãe, que mora em Serrana, relatou o caso ao repórter Guilherme Leoni, da EPTV.

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Segundo ela, logo após o nascimento, a criança foi levada para a UTI. Os médicos teriam informado que, durante o procedimento, a bebê sofreu um corte, mas que não seria nada grave.

A mãe contou que foi algumas vezes à UTI para visitar a filha e, a cada visita, recebia informações diferentes sobre o estado de saúde da criança. Foi então que percebeu a gravidade do quadro.

Ela foi informada de que o corte tinha aproximadamente sete centímetros e atingido a cabeça da bebê, que receberia o nome de Serena. A criança morreu na quinta-feira (20).

De acordo com o boletim de ocorrência, “o paciente evoluiu a óbito por choque neurogênico secundário a hemorragia intracraniana”.

O corpo de Serena foi encaminhado ao Núcleo de Perícias Médico-Legais, onde seria submetido a necropsia. A ocorrência foi registrada na Central de Polícia Judiciária (CPJ), mas o caso será investigado pelo 3º Distrito Policial.

A bebê foi sepultada no início da tarde desta sexta-feira (21), no Cemitério de Serrana, na região metropolitana de Ribeirão Preto.

O HC divulgou uma nota sobre o caso. “Neste momento de dor, o HC Ribeirão lamenta o ocorrido e se solidariza com a família. A Instituição confirma o conhecimento do caso e instaurou apuração interna para esclarecer todas as circunstâncias do atendimento”.

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  • Matéria do jornal Tribuna (Ribeirão Preto – SP)
  • Foto destaque: Crédito – Alfredo Risk

 

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