Furto e Vandalismo
Polícia ainda não tem pista de elementos que saquearam escola de São Mateus
Regional
Do Correspondente / São Mateus – ES
Passaram-se pouco mais de 15 dias e não há notícias de prisão de suspeitos envolvidos no furto e atos de vandalismo praticados na Escola Municipal Lilazina Gomes de Souza, dia 11 deste mês de março, em São Mateus.
A unidade havia passado por reforma recente e tinha reinauguração prevista para dias depois do ocorrido, que seria sua reinauguração dia 11 deste mês. Vale ressaltar que a escola não tinha obras de reforma há 25 anos.

Foram furtados 16 computadores, um notebook, duas Smart TVs, uma impressora e um aparelho de ar-condicionado. Além dos eletrônicos, também foram levados caixa de energia, lâmpadas, disjuntores e toda a fiação elétrica das salas, além de ferramentas usadas na obra, como um martelete e uma lixadeira. Após o furto, os criminosos ainda destruíram grades de portas de diversas salas e danificaram o forro de PVC do teto, aumentando os prejuízos na unidade escolar.
De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, não há qualquer informação de prisão ou suspeito preso. O fato tem causado estranheza, no que pese todo o empenho da Polícia Civil, Militar e da Prefeitura.

Fontes disseram que, apesar de ser uma informação oficial, levantou-se a suspeita dos atos criminosos terem sido praticados por empregados da empresa e levados para serem negociados no Estado da Bahia. Essa informação não foi confirmada, mas a suspeição existe.
Os alunos da EMEF Lilazina Gomes de Souza foram alocados em espaço cedido temporariamente por uma igreja.
O prefeito de São Mateus, Marcus Batista (Podemos), se disse inconformado com essa ação criminosa que prejudicaram alunos, pais e a comunidade do entorno que têm seus filhos matriculados naquela escola e que estava toda reformada e bem equipada para o início das aulas. “Foi um ato lamentável!”, disse o chefe do Executivo mateense.
——————————————————-
- Foto Destaque: Reprodução / A Gazeta
Regional
Câmara aprova investimento da Prefeitura para ações de combate à crise hídrica em São Mateus
São Mateus (ES) | Do Correspondente
Anos atrás, a população de São Mateus enfrentou um dos maiores problemas que já impactaram a sociedade local: a crise hídrica. Na ocasião, a água que abastecia a cidade foi atingida pela salinização, obrigando os moradores a recorrer à compra de galões de água mineral para consumo.
Como costuma ocorrer em situações de grande comoção social, surgiram também aqueles que tentaram tirar proveito político da crise, inclusive com vistas às eleições que se aproximavam. O então ex-prefeito se apresentou como uma dessas figuras, embora sua projeção política também tenha sido favorecida pela omissão da administração que o antecedeu.
O problema, entretanto, nunca foi efetivamente solucionado. Apesar das promessas feitas ao longo dos anos de que a questão do abastecimento seria tratada como prioridade, a população de São Mateus continuou convivendo com o risco de interrupções e com a possibilidade de comprometimento da qualidade da água em períodos de estiagem prolongada.

Com o início da atual administração, a questão hídrica passou a ocupar lugar de destaque na agenda do município. Algumas medidas paliativas foram adotadas na tentativa de minimizar os efeitos do problema, mas ainda sem representar uma solução definitiva. Isso porque uma intervenção de maior porte exige investimentos que não estão disponíveis nos cofres municipais.
Na busca por uma solução mais efetiva, a Prefeitura encaminhou à Câmara Municipal, na sessão ordinária da última segunda-feira (10), o Projeto de Lei nº 020/2026, que autoriza a abertura de crédito adicional especial no valor de R$ 26,3 milhões no orçamento do município.
O projeto prevê a autorização para a contratação de um empréstimo destinado a viabilizar ações de infraestrutura voltadas ao enfrentamento do problema. Os vereadores apreciaram e aprovaram a proposta, que permitirá a execução de obras para a mudança do ponto de captação de água do Rio Cricaré utilizado no abastecimento da cidade.
Os recursos deverão ser aplicados nas obras de infraestrutura necessárias para a transferência do atual ponto de captação, medida considerada estratégica para reduzir os impactos provocados pelo avanço da cunha salina durante os períodos de estiagem.
Atualmente, a captação de água ocorre no bairro Porto. Em períodos de longa estiagem, porém, o avanço da cunha salina pelo Rio Cricaré compromete a qualidade da água captada, afetando diretamente o abastecimento e a água que chega às torneiras das residências mateenses.
A aprovação do projeto pela Câmara representa, portanto, um passo importante na busca por uma solução mais duradoura para um problema que há anos preocupa a população de São Mateus.
——————————————————————
- Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
-
Esportes / Futebol5 dias atrásSem gols, Fluminense empata com o Independiente Rivadavia pela Libertadores
-
Política Nacional5 dias atrásFlávio critica Moraes após busca contra suposta fonte de jornalista
-
INTERNACIONAL6 dias atrásTerremoto na Colômbia
-
Esportes / Futebol4 dias atrásCBF e clubes aprovam adoção de novas regras no futebol brasileiro
-
Regional6 dias atrásJaguaré se consolida como referência cultural no Norte do Estado
-
Acidente Aéreo6 dias atrásPiloto morto em queda de helicóptero é sepultado com louvores e homenagens
-
POLÌCIA5 dias atrásEx-funcionária é presa após furtar R$ 60 mil de apartamento em Jardim Camburi
-
Meio Ambiente5 dias atrásEstudo aponta deformações em peixes coletados no Norte do ES
