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Política Regional

Vereador pede explicação sobre a não reabertura da Biblioteca Pública Municipal de Santa Teresa

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“Biblioteca Pública é por definição um espaço de livre acesso a todo ser humano que busca o conhecimento, sua produção ou difusão independentemente de crença, etnia, sexo, nacionalidade, nível de instrução e qualquer outro critério de discriminação que não respeite os direitos humanos, a legislação vigente e a Constituição Federal de 1988”.

O texto acima é bem significativo e normatiza o funcionamento e a importância de uma biblioteca pública para uma cidade. Mas, em Santa Teresa a impressão que se tem é que os responsáveis por isso, parece não ter essa percepção. Isso explica, mas não justifica, a Biblioteca Pública continuar fechada, mesmo passado o período pandêmico, quando muitos espaços públicos foram fechados.

Preocupado com isso, o vereador, Professor Renato Cosmi (União Brasil), fez um Requerimento encaminhado à Prefeitura para que desse uma explicação e justificativa da Biblioteca Pública Municipal Orlando Nascimento continuar fechada. Pelo Requerimento o prazo para obter um posicionamento do Executivo é de 30 dias. Sobre essa questão do prazo legal para uma resposta, o vereador cobra uma previsão de retomada das atividades da biblioteca.

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O parlamentar quer saber também por que o espaço não poderia ser utilizado e gerido pelo Instituto Histórico e Geográfico de Santa Teresa, uma vez que essa entidade tem como função primordial o resgate cultural, até porque “essa é a natureza de seus trabalhos e objetivos”.

A reportagem tentou contato com a Prefeitura para saber da posição da municipalidade sobre essa questão, mas não houve retorno até a veiculação dessa matéria.

Onde fica a Biblioteca Orlando Nascimento

Localizada no Centro de Santa Teresa, seu nome homenageia o escritor teresense. Funciona na antiga sede da Delegacia de Polícia do Município. A biblioteca possui um acervo de 11.674 livros e outros materiais históricos do município. Entrada gratuita (quando voltar a funcionar).

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  • Com informações do vereador Professor Renato / Fotos: Reprodução

 

 

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Abalo sísmico é registrado próximo a Piúma, no Sul do Espírito Santo

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Por Grasieli Ravera Gonçalves* | Cachoeiro de Itapemirim (ES)

Abalo sísmico foi registrado próximo ao Litoral Sul do ES, na tarde de sábado (20). Não há informações de danos causados pelo fenômeno

Um tremor de terra de magnitude 2.1 foi registrado próximo ao município de Piúma, no Litoral Sul do Espírito Santo, na tarde de sábado (20). O abalo sísmico ocorreu às 14h12, no horário de Brasília, e as estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) identificaram o fenômeno.

Centro de Sismologia confirmou o tremor

De acordo com o Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), responsável pela análise dos dados, o tremor teve baixa magnitude e integra os eventos sísmicos considerados comuns no território brasileiro.

Além disso, a Rede Sismográfica Brasileira atua sob coordenação do Observatório Nacional (ON/MCTI) e conta com apoio técnico do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

Primeiro tremor registrado no ES desde 2021

Segundo os registros oficiais, este foi o primeiro tremor de terra identificado no Espírito Santo desde julho de 2021.

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Na ocasião, especialistas registraram um abalo de magnitude 1.4 no município de Pancas, no Noroeste do Estado.

Dessa forma, o novo registro em Piúma encerra um período de quase cinco anos sem ocorrências sísmicas oficialmente identificadas no Espírito Santo.

Especialistas explicam fenômeno

Apesar de chamar a atenção da população, especialistas explicam que tremores de baixa magnitude acontecem frequentemente no Brasil.

No entanto, a maioria desses eventos passa despercebida pelos moradores.

Isso ocorre porque, geralmente, as pressões geológicas naturais que atuam sobre a crosta terrestre provocam esses fenômenos.

Além disso, tremores com magnitudes reduzidas raramente causam danos estruturais.

Não houve registro de danos

Até o momento, não há informações sobre moradores terem sentido o tremor em Piúma.

Da mesma forma, as autoridades não registraram danos materiais ou ocorrências relacionadas ao fenômeno.

Mesmo assim, os órgãos responsáveis continuam monitorando a atividade sísmica na região.

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  • Folha do ES – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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