Ação Política
Pazolini, Erick Musso e Evair de Melo cumpriram agenda em Nova Venécia, Linhares e Jaguaré
Política
O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), o presidente estadual do partido Republicanos, Erick Musso, e o deputado federal Evair de Melo (Progressistas), cumpriram agenda em municípios da região Norte e Noroeste do Espírito Santo na sexta-feira (4). Participaram de eventos tradicionais e visitas a iniciativas ligadas ao agronegócio capixaba.

Lorenzo Pazolini (Republicanos), prefeito de Vitória
Pazolini é pré-candidato ao governo nas eleições do próximo ano e tem se destacado nas pesquisas de opinião, liderando em todas elas feitas nos ultimos meses. Ele tem visitado vários municípios do interior capixaba, acompanhado de lideranças aliadas e, na avaliação de lideranças políticas suas visitas tem tido boa receptividade.
A agenda desta sexta-feira começou em Linhares, onde Pazolini, Musso e o deputado Evair concederamm entrevistas a emissoras de rádio e TV, abordando temas ligados à gestão pública em Vitória, como educação, saúde, segurança, assistência social e cidadania, bem como oportunidades de trabalho e infraestrutura. Vale o registro que Pazolini é o prefeito mais bem avaliado e a prova foi a sua reeleição, quando venceu no primeiro turno, “fazendo barba, cabelo e bigode”, como diz o ditado popular.
Após Linhares, a comitiva visitou o município de Jaguaré, que realizou a 32ª Festa do Produtor Rural, no Parque de Exposições Alpheu Sossai. O evento, que começou na sexta-feira (04) aconteceu até este domingo (06), reuniu produtores rurais de diversas regiões do Estado e contou com a 7ª Feira de Agronegócios de Jaguaré, promovendo negócios, conhecimento técnico e ações institucionais.
Em seguida, foram a Nova Venécia, onde aconteceu a 13ª Feira Agro da Nater Coop, um dos maiores eventos do agronegócio no Espírito Santo. A feira celebrou o cooperativismo, a força do campo e o avanço tecnológico nas propriedades rurais.
Encerrando a agenda do dia, Pazolini, Musso e Evair de Melo seguiram para São Roque do Canaã, onde participaram da tradicional Festa do Peão, também conhecida como São Roque Rodeio Show. O evento aconteceu neste final-de-semana, no novo Parque de Festas da cidade, e contou com shows, provas de rodeio, praça de alimentação e atrações culturais que movimentaram o município e valoriza a cultura sertaneja capixaba.
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* Da Redação / Com informação de assessorias
* Foto/Destaque: Divulgação
Política
Imprensa internacional classifica rejeição de Messias ao STF como “derrota histórica” de Lula
Veto a Messias, indicado do presidente Lula para a vaga no STF, foi o único nos últimos 132 anos e intensificou desgaste entre os poderes
A rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, para vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (29), repercutiu na imprensa internacional como um episódio incomum na política brasileira e um revés relevante para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A indicação chegou a ser aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas foi barrada no plenário do Senado, com 42 votos contrários e 34 favoráveis.
Jornais e agências de notícias destacaram o caráter atípico da decisão. A última vez que o Senado recusou um nome indicado pelo presidente da República para uma vaga no STF foi há 132 anos, no governo de Floriano Peixoto.
O jornal espanhol El País classificou o resultado como uma “derrota histórica” e apontou que o episódio levanta dúvidas sobre a capacidade do presidente de articular apoio político no Congresso. O veículo de imprensa também mencionou o desgaste na relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
A rejeição de Messias é um sinal de alerta para Lula, cuja lendária capacidade de mobilizar e forjar alianças está agora em questão”
El País
A reportagem cita o crescimento do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como “principal candidato de direita”, nas pesquisas eleitorais sobre a disputa presidencial. Levantamentos têm mostrado empate técnico dos dois no segundo turno.
Texto da agência Associated Press (AP), reproduzido no jornal The Washington Post e em outros veículos de imprensa, mencionou a rejeição de Messias como um sinal de fragilidade na popularidade do presidente e um “golpe político” dos parlamentares.
O presidente do Senado brasileiro, Davi Alcolumbre, defendeu abertamente outro candidato antes de Lula escolher Messias como seu indicado. A imprensa brasileira vem noticiando há meses que o senador estava em desacordo com Lula por este não ter escolhido o senador Rodrigo Pacheco”
Associated Press
Na Argentina, o Clarín descreveu o desfecho como uma derrota severa para Lula e uma vitória da oposição, representada por Flávio. Também citou que o governo terá de apresentar um novo nome para ocupar a vaga aberta no tribunal.
Outras análises relacionaram o episódio a disputas políticas mais amplas. A Bloomberg citou que a escolha de Messias fazia parte de uma estratégia para dialogar com setores religiosos e ampliar apoio político.
Ao mencionar o fortalecimento de grupos de parlamentares ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como um fator que contribuiu para o resultado, a reportagem frisou que o Senado “detém o poder de destituir membros da Suprema Corte”.
O ex-presidente e seus apoiadores há tempos criticam o Supremo Tribunal Federal, alegando que suas campanhas contra as chamadas notícias falsas e a desinformação online levaram à perseguição política de figuras conservadoras.
Bloomberg
A Reuters, por sua vez, destacou “esforço de lobby sem precedentes” do governo para tentar viabilizar a aprovação. “Nas últimas semanas, a equipe de Lula buscou apoio de senadores de todo o espectro político, argumentando que Messias poderia ajudar a aliviar as tensões entre o Congresso e a Suprema Corte.”
Como mostrou o Estadão, ao temer uma votação apertada no Senado, o governo acelerou a liberação de emendas parlamentares e negociações de cargos nas duas últimas semanas.
De um total de R$ 12,7 bilhões liberados para emendas ao Orçamento desde o início do ano, mais da metade ocorreu depois da metade de abril. Deputados ficaram com R$ 9,3 bilhões; outros R$ 2,5 bilhões foram destinados a senadores, R$ 659 milhões a bancadas estaduais do Congresso e R$ 156,9 milhões para comissões do Senado.
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- Informações do jornal Estado de São Paulo – Conteúdo
- Foto Destaque: Crédito – Ricardo Stuckert / PR
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