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Economia / Pecuária

Pecuária de Leite de Santa Leopoldina e região tem encontro desse setor

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Acontece neste sábado (11), o Encontro de Pecuária de Leite de Santa Leopoldina, na Fazenda Barão do Império – Barra de Mangaraí. O evento terá uma vasta programação que começará às 8 horas com encerramento ao meio-dia.

Na programação haverá a oportunidade ou Desafio para melhorar a lucratividade da Pecuária e quem vai falar sobre isso, que tem como tema Sanidade Animal, é o médico veterinário, André Luís Silva santos.

Sobre o Programa de Desenvolvimento Sustentável da Cadeia do Leite no Espírito Santo quem faz a palestra é o coordenador de produção animal da Seag, Filipe Barbosa Martins.

Após a parada para o café, a próxima ação é o tema Graus de Sangue e Acasalamento Corretivo em Novilhas e Vacas leiteiras. E quem desenvolve esse assunto é o médico veterinário, da RH Vet – Soluções em Pecuária, Breno Dalla Maestri.

A engenheira agrônoma do Senar, Marina Zanotti Erler, que vai expor os resultados do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar-ES

Outro tema muito importante também, são as Práticas de Gestão em Propriedades Leiteiras, com o médico veterinário da UFES e especialista em Pecuária Leiteira, André Freitas Motta.

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Vale lembrar que para a recepção e credenciamento do evento, os participantes devem providenciar às 8 horas, pois às 8:30 será a abertura oficial do Encontro de Pecuária de Leite de Santa Leopoldina.

Para os organizadores, é um evento muito relevante para o setor, que é a oportunidade de os produtores estarem atualizados com o que acontece nesse segmento importante da economia estadual e nacional.

 

 

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Escala 5×2 ameaça pequenos negócios no interior do ES

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Pesquisa aponta risco de aumento de custos, dificuldade para manter atendimento e falta de mão de obra qualificada

Aumento de custos operacionais, dificuldade para reorganizar equipes e escassez de mão de obra qualificada, especialmente em negócios ligados ao comércio, serviços e turismo estão listados como os principais impactos da possível adoção da escala de trabalho 5×2 em municípios capixabas. Um estudo realizado com 30 empresários e gestores de Marataízes e cidades vizinhas, apontou a situação.

O levantamento, realizado em abril deste ano, foi conduzido pelo Administrador Allan Junio da Silva Vieira, representante institucional do Conselho Regional de Administração do Espírito Santo (CRA-ES) na Região Litoral Sul. Segundo ele, “a escala 5×2 não pode ser analisada apenas como uma questão trabalhista. Ela acaba expondo gargalos históricos de gestão, tecnologia e qualificação profissional que já existiam nas empresas do interior”, afirma.

Conhecida como a “Pérola Capixaba” e também como a capital estadual do abacaxi, Marataízes é um dos principais polos turísticos e agrícolas do litoral sul do Espírito Santo. Com economia fortemente baseada em atividades presenciais e atendimento direto ao público, o município representa um retrato dos desafios enfrentados por pequenas e médias empresas diante das mudanças nas relações de trabalho.

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Segundo Allan Vieira, o debate sobre a escala 5×2 vai além da redução da jornada semanal. O levantamento identificou diferenças significativas entre empresas mais modernas e negócios ainda dependentes de operações manuais. Enquanto organizações com maior uso de tecnologia enxergam oportunidades de ganho de produtividade e modernização, empresas tradicionais demonstram preocupação com a manutenção dos turnos de atendimento e a sustentabilidade financeira das operações.

De acordo com o estudo, muitos empresários estimam aumento operacional próximo de 20% em setores com atendimento direto ao público caso não haja investimento em automação e reorganização de processos internos. “O principal medo não é apenas a folha salarial. Muitos gestores relatam preocupação em conseguir manter o atendimento funcionando em cidades onde ainda existe forte dependência do trabalho operacional e pouca oferta de mão de obra qualificada”, explica Allan Vieira.

A pesquisa também aponta diferenças de percepção entre os perfis empresariais analisados. Enquanto empresas maiores concentram preocupações em competitividade e produtividade, pequenos empreendedores demonstram receio imediato relacionado à sobrevivência financeira e à capacidade de adaptação.

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Para o Administrador Allan Vieira, o cenário reforça a necessidade de modernização da gestão no interior capixaba. “Tecnologia e gestão deixaram de ser diferenciais e passaram a ser fatores de sobrevivência. Empresas que já utilizam automação e ferramentas digitais conseguem absorver melhor mudanças na jornada de trabalho”, destaca.

Apesar dos desafios, o estudo também identifica oportunidades. Entre elas, a possibilidade de atração de profissionais de grandes centros urbanos em busca de qualidade de vida e a melhoria do ambiente organizacional nas empresas que conseguirem investir em inovação e produtividade. “A escala 5×2 pode se transformar em uma vantagem competitiva para o interior do Espírito Santo, mas isso depende diretamente da capacidade das empresas de modernizar processos e investir em produtividade”, conclui o representante institucional do CRA-ES.

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  • Matéria reproduzida do JN – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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