VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Política Municipal

Eleição para a Prefeitura de Vitória reúne pré-canditados em almoço

Publicados

Política

Os deputados estaduais Gandini, Mazinho e Hoffmann, além do ex-prefeito Luiz Paulo, fizeram a primeira conversa na tentativa de fechar uma parceria rumo à eleição do ano que vem

As eleições municipais parecem distantes, mas pré-candidatos e partidos se articulam visando o pleito que acontece em 2024. O primeiro passo para unir pré-candidatos à Prefeitura de Vitória foi dado nesta quinta-feira (21), durante um almoço que reuniu parlamentares da federação PSDB-Cidadania e o PSB, num restaurante do Shopping Vitória.

Estavam presentes: os deputados estaduais Fabrício Gandini (Cidadania), Mazinho dos Anjos (PSDB) e Tyago Hoffmann (PSB), além do ex-prefeito da capital Luiz Paulo Vellozo Lucas, também do PSDB.

“O projeto atual não representa o que queremos para o futuro da cidade. Por isso, buscamos essa convergência de pessoas que têm projetos para Vitória”, declarou Gandini.

Para o deputado, a conversa foi respeitosa e que a ideia é formar um grupo que caminhe junto na eleição do ano que vem.

“Não estamos discutindo nomes, mas ideias que possam convergir lá na frente, para chegarmos a um projeto que contemple a cidade de Vitória. Ela precisa avançar”, declarou Gandini.

Leia Também:  Cristo Redentor capixaba pode ser reconhecido como bem cultural

——————————————————————————–

* Com informações de portais de notícias / Foto: Divulgação

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Armandinho Fontoura livre das restrições impostas por Alexandre Moraes

Publicados

em

Justiça foi feita para quem não cometeu crime. 

O ministro Alexandre de Moraes do STF determinou o encerramento das medidas cautelares impostas ao vereador de Vitória Armandinho Fontoura. Assim, determinou a retirada da tornozeleira eletrônica, a revogação do recolhimento domiciliar noturno e a liberação de restrições de deslocamento.

O vereador chegou a permanecer preso por mais de um ano, desde dezembro de 2022. Solto em 2024, Moraes o obrigou a usar tornozeleira eletrônica e impôs medidas de recolhimento e restrições de locomoção. 

A decisão foi assinada em 12 de agosto de 2026, no âmbito da Petição nº 10.590. O ministro considerou o cumprimento integral das medidas ao longo do período em que estiveram vigentes, sem registro de descumprimentos.

O pedido de revisão foi apresentado pela defesa em 5 de agosto de 2026, com base na alteração do cenário processual e na necessidade de reavaliação das cautelares.

A Petição nº 10.590 teve origem em representação da então Procuradora Geral de Justiça do Espírito Santo, em 2022, e foi posteriormente encaminhada à Procuradoria-Geral da República. No curso das apurações, a Polícia Federal concluiu relatório final favorável ao vereador, sem apontar elementos de materialidade ou indícios de crimes, enquanto a Procuradoria-Geral da República também se manifestou pelo arquivamento do caso, por ausência de justa causa para prosseguimento. 

Leia Também:  Marquinho Rauta, o político campeão de mandatos eletivos em Santa Leopoldina

O caso capixaba foi o único produzido por uma petição direta da Chefia do MP Estadual ao Ministro Alexandre de Moraes, o que é ilegal, por que só a PGR pode atuar no STF. Isso foi apontado pela própria PGR, que denunciou a Procuradora Estadual no CNMP pela manobra, acusando-a de usurpação de atribuição. 

O caso capixaba não tem a ver com o 8 de janeiro, tendo ocorrido, antes em dezembro de 2022. O Vereador nunca foi ouvido.


  • Da Redação / Com informações da mídia
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA