VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Política & Reconhecimento

Tiago Martins ficou na suplência de vereador de Vitória, mas diz que não vai parar

Publicados

Política

Perder uma eleição faz parte da política, até porque na história de grandes lideranças, todos tiveram vitórias e derrotas.

No caso de Tiago Martins, que foi candidato a vereador de Vitória pelo PL, e não foi eleito, porém, bem votado (1.495 votos), vem sendo sondado por partidos, amigos e simpatizantes, a colocar o seu nome em futura pré-candidatura a deputado estadual ou federal em 2026. Porém, ainda está analisando.

 

Sua resposta a isso foi afirmar, para seus apoiadores, que não vai parar. “Vou continuar fazendo o que sempre fiz mesmo sem mandato em benefício das pessoas que mais precisam”, disse. “Fiz uma campanha propositiva, limpa, respeitando todos os candidatos a vereador e a prefeito. Sem padrinhos políticos e fazendo muito com pouco”.Visualização da imagem

Na sua trajetória político-eleitoral vale destacar que trabalhou muito, “posso dizer que entreguei tudo. Fiz tudo o que pude para ser seu vereador de Vitória. Andei cada cantinho da cidade de Vitória. Ouvi, dialoguei com todos os seguimentos. Fui o único candidato a vereador no estado que criou um app “Qual Cidade Queremos” para facilitar ainda mais o acesso”.

Tiago enfatiza que “apesar de não ter alcançado o número de votos suficientes para ser eleito, estou muito feliz, porque quase 1500 pessoas entenderam e acreditaram que eu, Tiago Martins estou preparado para representá-las. Não irei parar. Continuarei trabalhando, servindo, ajudando pessoas de todos os lugares, independentemente de qualquer coisa, como sempre fiz”.

Ele chama a atenção de se construir um grupo político. “Chegou a hora de construir grupo político, porque ninguém chega em lugar algum sozinho. Por fim, mais uma vez registro meu agradecimento a todos os meus eleitores. Muito obrigado!”, Finalizou Tiago Martins, um dos mais propositivos e promissores

Leia Também:  Deputados do PDT pedem expulsão de Ciro Gomes do partido

  • Da Redação / Com informações 
  • Fotos: Reprodução / Instagram
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Prefeitura nega que Ricardo tenha aberto diálogo e cobra governo por “obras irregulares”

Publicados

em

O que parecia ser um movimento de aproximação entre o governo do ES e a Prefeitura de Vitória, virou ponto de tensão

Por Fabiana Tostes*

Após a coluna De Olho no Poder revelar com exclusividade que o governador Ricardo Ferraço (MDB) telefonou para a prefeita de Vitória, Cris Samorini (PP), num gesto que apontaria para uma possível aproximação, a Prefeitura da Capital encaminhou duas notas à coluna confirmando o telefonema, mas negando que o teor tenha sido de abertura de diálogo.

Na manifestação da Prefeitura diz que a ligação tratou de “embargos de obras irregulares na Capital”, citando o Ginásio do DED e o Cais das Artes, e que houve uma cobrança para que o poder público dê o exemplo no cumprimento das leis.

A Prefeitura também negou que Ricardo tenha dado as boas-vindas à nova prefeita, afirmando que ele não respondeu ao convite para participar da solenidade de posse de Cris Samorini:

“Ferraço não compareceu à solenidade, não respondeu ao convite e sequer enviou representante, tampouco manifestou qualquer sinal de diálogo institucional ou de boas-vindas à nova chefe do Executivo municipal”, diz trecho da nota enviada à coluna.

Entenda

Na manhã desta quarta-feira (08), a coluna publicou que o governador telefonou para a prefeita de Vitória, ontem (07), e que, na ligação, teria parabenizado Cris pelo cargo e colocado a administração estadual à disposição da Prefeitura.

O telefonema seria um gesto de aproximação e de “bandeira branca”, após quase cinco anos de conflitos e divergências entre o Estado e a Capital.

O grupo do ex-governador Renato Casagrande (PSB) e do ex-prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) são adversários e devem se enfrentar nas urnas, em outubro. Já Ricardo e Cris tinham uma boa relação – ao menos até 2024 – por terem em comum o bom trânsito na área empresarial. Cris foi presidente da Findes.

Leia Também:  Prefeito eleito de Santa Leopoldina, Fernando Rocha, é diplomado pela Justiça Eleitoral

Antes da publicação da coluna, foi tentado contato com a prefeita para tratar do assunto, mas sem sucesso. Após a publicação, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Vitória enviou a seguinte nota à coluna:

“A prefeita de Vitória, Cris Samorini, recebeu contato telefônico do governador do Estado, Ricardo Ferraço, nesta terça-feira (7), cujo assunto foram embargos de obras irregulares na Capital, a exemplo do ginásio do DED e do Cais das Artes”.

Durante a ligação, a prefeita reiterou ao governador que o cumprimento das normas legais é princípio inegociável da administração pública e que, ao exigir dos cidadãos a obediência às leis, o poder público deve dar o exemplo.

Cris Samorini destacou e frisou que todas as obras no município são e continuarão sendo fiscalizadas conforme dispõe a lei, sem exceções, com aplicação das medidas cabíveis sempre que constatadas não conformidades e/ou irregularidades. Acrescentou que as equipes responsáveis pelas fiscalizações têm total autonomia para atuar com isenção, de modo a assegurar que a atuação ocorra de forma estritamente legal, imparcial e transparente.

A prefeita afirmou ainda que o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Espírito Santo (CREA-ES) tem atuado de forma integrada junto às equipes municipais, contribuindo com o acompanhamento das intervenções e reforçando as ações voltadas à segurança de trabalhadores e dos capixabas.

Cris Samorini finalizou a ligação reafirmando seu compromisso com a legalidade, a ordem urbana e a proteção da coletividade, conduzindo suas ações com base em critérios técnicos e baseados no interesse público.

A nota encaminhada não confirmou e nem negou se houve, por parte do governo do Estado, a iniciativa de reabrir o diálogo com o município. Por esse motivo, foi feito um novo contato da coluna com a Prefeitura, que enviou à colunista Fabi Tostes uma segunda manifestação.

Leia Também:  Ato pró-anistia na Paulista foi demonstração de força da direita

Na segunda nota – já num tom acima que a primeira – a Prefeitura nega que tenha ocorrido qualquer abertura para o diálogo entre os entes e cita a ausência de Ricardo na posse.

Segue, na íntegra, a segunda nota:

“O atual governador do Estado, Ricardo Ferraço, foi formalmente convidado pelo então prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, para participar da solenidade de transmissão de cargo da vice-prefeita, Cris Samorini, por ocasião de sua assunção ao cargo de prefeita da capital.

Registra-se que Ferraço não compareceu à solenidade, não respondeu ao convite e sequer enviou representante, tampouco manifestou qualquer sinal de diálogo institucional ou de boas-vindas à nova chefe do Executivo municipal.

O esclarecimento enviado pela prefeita reforça o compromisso da atual gestão com a transparência e a clareza na condução das relações institucionais, pautadas pelo respeito entre os entes públicos e pelo interesse coletivo”.

A Prefeitura também encaminhou um ofício, que seria o convite ao governador para a posse de Cris. O documento é datado do último dia 2, quando Ricardo tomou posse como governador.

Outro lado

O governador Ricardo Ferraço foi procurado para se manifestar a respeito das notas da Prefeitura de Vitória, mas até o momento, não se pronunciou.

Em tempo

Se a mudança dos gestores alimentava, no mercado político, a expectativa de pacificação entre o governo do Estado e a Prefeitura de Vitória, os últimos movimentos trataram de dissipar qualquer sinal de trégua.

Ao contrário, inauguram um novo foco de tensão e aprofundam a já esgarçada relação entre o Estado e a Capital.

—————————————————————————-

  • Reprodução da Coluna De Olho no Poder / Folha Vitória
  • Foto Destaque: Reprodução
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA