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Política & Reconhecimento

Tiago Martins ficou na suplência de vereador de Vitória, mas diz que não vai parar

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Política

Perder uma eleição faz parte da política, até porque na história de grandes lideranças, todos tiveram vitórias e derrotas.

No caso de Tiago Martins, que foi candidato a vereador de Vitória pelo PL, e não foi eleito, porém, bem votado (1.495 votos), vem sendo sondado por partidos, amigos e simpatizantes, a colocar o seu nome em futura pré-candidatura a deputado estadual ou federal em 2026. Porém, ainda está analisando.

 

Sua resposta a isso foi afirmar, para seus apoiadores, que não vai parar. “Vou continuar fazendo o que sempre fiz mesmo sem mandato em benefício das pessoas que mais precisam”, disse. “Fiz uma campanha propositiva, limpa, respeitando todos os candidatos a vereador e a prefeito. Sem padrinhos políticos e fazendo muito com pouco”.Visualização da imagem

Na sua trajetória político-eleitoral vale destacar que trabalhou muito, “posso dizer que entreguei tudo. Fiz tudo o que pude para ser seu vereador de Vitória. Andei cada cantinho da cidade de Vitória. Ouvi, dialoguei com todos os seguimentos. Fui o único candidato a vereador no estado que criou um app “Qual Cidade Queremos” para facilitar ainda mais o acesso”.

Tiago enfatiza que “apesar de não ter alcançado o número de votos suficientes para ser eleito, estou muito feliz, porque quase 1500 pessoas entenderam e acreditaram que eu, Tiago Martins estou preparado para representá-las. Não irei parar. Continuarei trabalhando, servindo, ajudando pessoas de todos os lugares, independentemente de qualquer coisa, como sempre fiz”.

Ele chama a atenção de se construir um grupo político. “Chegou a hora de construir grupo político, porque ninguém chega em lugar algum sozinho. Por fim, mais uma vez registro meu agradecimento a todos os meus eleitores. Muito obrigado!”, Finalizou Tiago Martins, um dos mais propositivos e promissores

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  • Da Redação / Com informações 
  • Fotos: Reprodução / Instagram
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Política

Armandinho Fontoura livre das restrições impostas por Alexandre Moraes

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Justiça foi feita para quem não cometeu crime. 

O ministro Alexandre de Moraes do STF determinou o encerramento das medidas cautelares impostas ao vereador de Vitória Armandinho Fontoura. Assim, determinou a retirada da tornozeleira eletrônica, a revogação do recolhimento domiciliar noturno e a liberação de restrições de deslocamento.

O vereador chegou a permanecer preso por mais de um ano, desde dezembro de 2022. Solto em 2024, Moraes o obrigou a usar tornozeleira eletrônica e impôs medidas de recolhimento e restrições de locomoção. 

A decisão foi assinada em 12 de agosto de 2026, no âmbito da Petição nº 10.590. O ministro considerou o cumprimento integral das medidas ao longo do período em que estiveram vigentes, sem registro de descumprimentos.

O pedido de revisão foi apresentado pela defesa em 5 de agosto de 2026, com base na alteração do cenário processual e na necessidade de reavaliação das cautelares.

A Petição nº 10.590 teve origem em representação da então Procuradora Geral de Justiça do Espírito Santo, em 2022, e foi posteriormente encaminhada à Procuradoria-Geral da República. No curso das apurações, a Polícia Federal concluiu relatório final favorável ao vereador, sem apontar elementos de materialidade ou indícios de crimes, enquanto a Procuradoria-Geral da República também se manifestou pelo arquivamento do caso, por ausência de justa causa para prosseguimento. 

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O caso capixaba foi o único produzido por uma petição direta da Chefia do MP Estadual ao Ministro Alexandre de Moraes, o que é ilegal, por que só a PGR pode atuar no STF. Isso foi apontado pela própria PGR, que denunciou a Procuradora Estadual no CNMP pela manobra, acusando-a de usurpação de atribuição. 

O caso capixaba não tem a ver com o 8 de janeiro, tendo ocorrido, antes em dezembro de 2022. O Vereador nunca foi ouvido.


  • Da Redação / Com informações da mídia
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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