VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Governo em Ação

Governador Ferraço entrega pavimentação e inaugura rodovia ES-137 em Nova Venécia

Publicados

POLÍTICA & GOVERNO

Por Giovani Pagotto*

O governador do Estado, Ricardo Ferraço, esteve, neste sábado (24), em Nova Venécia, onde inaugurou as obras de implantação e pavimentação da Rodovia ES-137, no trecho entre Patrimônio da Penha e Santo Antônio do XV, e realizou a entrega da pavimentação asfáltica do Parque de Exposições Luiz Henrique Altoé.

As obras da Rodovia ES-137 contemplam 13,8 quilômetros de extensão, conectando as comunidades de Patrimônio da Penha e Santo Antônio do XV. O investimento total na intervenção é de R$ 75,9 milhões, executado pelo Departamento de Edificações e de Rodovias do Espírito Santo (DER-ES).

“Não são apenas quilômetros de asfalto. É respeito e dignidade aos moradores dessa comunidade. Nova Venécia pode contar comigo. Enquanto eu estiver liderando este Governo, vamos manter uma parceria forte com todos os municípios do Espírito Santo. Temos muito respeito pelos nossos agricultores, produtores e empreendedores, e por isso estamos trabalhando forte. Essa rodovia já está transformando a vida de quem vive e circula por aqui”, afirmou o governador Ferraço.

Leia Também:  Obra emergencial em São Mateus para tentar conter avanço do mar em Barra Nova Norte

A rodovia conta com pista simples, duas faixas de rolamento, acostamentos e pavimentação em concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ), além de blocos intertravados em trechos urbanos e acessos às comunidades. O projeto incluiu serviços de terraplenagem, drenagem superficial e subterrânea, sinalização horizontal e vertical, implantação de oito abrigos de ônibus e a construção de duas pontes — sobre o Rio Quinze de Novembro, com 60 metros de extensão, e sobre o Rio Santa Joana, com 24 metros.

A obra contempla ainda três interseções estratégicas para acesso a comunidades rurais, como Córrego da Penha e Guarabu, além da implantação do contorno do Guarabu, com 1,2 quilômetro de extensão, contribuindo para a melhoria da mobilidade, da segurança viária e do escoamento da produção agrícola da região.

A pavimentação do parque foi executada por meio de parceria entre o Governo do Estado e o município, com investimento de aproximadamente R$ 2,9 milhões. A intervenção contemplou uma área total de 20.875 metros quadrados, incluindo vias internas, acessos e áreas de circulação, garantindo melhores condições de mobilidade, organização do espaço e suporte logístico para a realização de eventos de grande porte.

Leia Também:  Governo anuncia fim da cobrança do pedágio na Terceira Ponte

Além da aplicação de revestimento asfáltico, a obra contribui diretamente para a redução de poeira e lama em períodos chuvosos, melhora o fluxo de veículos e pedestres e amplia a capacidade de utilização do espaço ao longo de todo o ano. O parque é um dos principais pontos de encontro da população, sendo palco de feiras agropecuárias, eventos culturais e atividades econômicas relevantes para o município e toda a região.

A requalificação também fortalece a vocação do espaço como indutor de desenvolvimento local, oferecendo melhores condições para produtores, expositores e visitantes, além de valorizar o entorno urbano e estimular a geração de emprego e renda.

“São investimentos que qualificam a infraestrutura urbana e rural, fortalecem a economia local e melhoram diretamente a vida da população. Estamos promovendo desenvolvimento com planejamento e presença do Estado”, comentou o secretário de Estado de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Marcos Soares.

———————————————————————–

  • Governo do Estado / Comunicação – Conteúdo
  • Foto Destaque: Divulgação | Gov. do Estado
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA & GOVERNO

Presidente da Câmara de Vitória arquiva pedido de cassação de vereador do PT

Publicados

em

O arquivamento foi interpretado como uma derrota para a Prefeitura de Vitória, já que a prefeita Cris Samorini (PP) não esperava a reação da maioria dos vereadores diante da ofensiva contra o parlamentar petista.

Vitória (ES)

Pelo segundo dia consecutivo, nesta quarta-feira (22), a maioria dos vereadores da Câmara Municipal de Vitória esvaziou o plenário, impedindo a votação de uma das matérias mais importantes do Legislativo: o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), encaminhado pelo Executivo.

A reação dos parlamentares teve início após a tentativa da Prefeitura de viabilizar a abertura de um processo por quebra de decoro parlamentar contra o vereador Professor Jocelino (PT).

A Procuradoria-Geral do Município solicitou que o presidente da Câmara, Anderson Goggi (Republicanos), encaminhasse o caso à Corregedoria da Casa, medida que poderia, em tese, resultar na cassação do mandato do vereador petista.

Nos bastidores da política capixaba, a iniciativa foi vista como um equívoco estratégico da prefeita. A avaliação é de que o Executivo não dimensionou a reação do plenário, o que acabou provocando um desgaste político desnecessário e uma derrota que não fazia parte dos planos da administração.

Aliado da prefeita, Anderson Goggi saiu em defesa da autonomia do Legislativo e anunciou que arquivará o pedido da Procuradoria.

“O fato de eu estar na base da prefeitura não interfere na minha decisão. Entendo que essa questão deveria ser resolvida pelo Executivo na esfera judicial. Depois, caso haja condenação ou qualquer decisão, o Parlamento poderá ser provocado”, afirmou Goggi.

Leia Também:  Governo anuncia editais para obras de infraestrutura viária no norte do Estado

Origem da polêmica

O impasse teve origem em uma publicação feita pelo vereador Professor Jocelino nas redes sociais, na qual ele afirmou que uma empresa contratada pela Secretaria Municipal de Educação é alvo de investigação da Polícia Federal.

Embora a empresa realmente seja investigada, a apuração não está relacionada ao contrato firmado com a Prefeitura de Vitória. Em sua publicação, o vereador não fez essa associação direta, mas levantou questionamentos sobre a idoneidade da contratação.

“Aqui em Vitória, o mandato do Professor Jocelino já havia apresentado denúncias e levantado questionamentos sobre contratos relacionados com empresas que atuam na educação do município”.

Caso entendesse que houve ofensa à honra, a prefeita Cris Samorini ou a própria Procuradoria-Geral poderiam recorrer ao Judiciário, alegando eventual prática de calúnia, difamação ou outro ilícito, embora a interpretação jurídica sobre esse tipo de manifestação seja considerada delicada.

Esvaziamento do plenário

Na sessão desta quarta-feira, apenas seis vereadores permaneceram no plenário, número insuficiente para garantir quórum e dar continuidade aos trabalhos legislativos.

Estiveram presentes Anderson Goggi, Armandinho Fontoura (PL), Davi Esmael (Republicanos), Leonardo Monjardim (Novo), Darcio Bracarense (PL) e Luiz Emanuel (Republicanos).

Líder da prefeita na Câmara, Leonardo Monjardim criticou o movimento de esvaziamento.

“Não dá para parar a cidade, deixar de discutir o orçamento e interromper as sessões como forma de retaliação. Retaliação a quem? Há excesso? Talvez tenha, mas é preciso debater e discutir os caminhos”, afirmou.

Leia Também:  Prefeita Cris Samorini realiza prestação de contas semestral na CMV

Com o arquivamento do pedido de abertura do processo disciplinar contra Professor Jocelino, a expectativa é que a LDO seja apreciada na próxima sessão, marcada para segunda-feira (27).

Pedido de desculpas

No meio da crise política, um episódio chamou a atenção. Na sessão de terça-feira (21), Anderson Goggi foi flagrado proferindo palavrões logo após o encerramento dos trabalhos. As declarações foram captadas pelo microfone da Mesa Diretora.

Nesta quarta-feira, o presidente pediu desculpas aos servidores da Casa e “às pessoas que porventura não gostaram” das palavras utilizadas, embora tenha afirmado que não se arrepende da reação.

Segundo Goggi, a irritação ocorreu após ser informado de que alguns vereadores pretendiam esvaziar a sessão caso ele não comunicasse à prefeita que arquivaria o pedido contra Jocelino.

“Não aceito ser chantageado. Fiquei indignado e falei palavrões por causa da minha revolta.”

O presidente da Câmara também reforçou que sua decisão teve como objetivo preservar a independência do Poder Legislativo.

“Sou totalmente solidário ao vereador Jocelino. Hoje é com o Jocelino; amanhã pode ser com qualquer outro vereador. Me posicionei em defesa do Parlamento”.

————————————————–

  • Da Redação / Com informações de A Gazeta.
  • Foto de destaque: Divulgação / CMV.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA