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Maldade Humana

Marido e sogra mataram professora de pilates com envenenamento, diz polícia

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POLÌCIA

A polícia afirma que os indiciados agiram de forma premeditada. A presença de chumbinho no organismo foi confirmada após laudo toxicológico

São Paulo/SP

A Polícia Civil de São Paulo indiciou um médico e a mãe dele pela morte da professora de pilates Larissa Rodrigues, ocorrida em março. Ambos são suspeitos de envenenar a vítima. Segundo as investigações, o crime teria sido motivado por problemas financeiros. Os indiciados são marido e sogra de Larissa e estão presos desde maio.

“Demos por encerrado o inquérito policial, que já foi encaminhado à Justiça. A conclusão é de que Luiz Garnica e Elizabete Arrabaca foram os causadores da morte da Larissa. Recuperamos, em um dos telefones, os horários do crime, e houve várias inconsistências nos depoimentos prestados pelo Luiz, o que nos permite afirmar que ambos concorreram para esse crime”, declarou o delegado Fernando Bravo em coletiva de imprensa na sexta-feira (27/6).

A polícia afirma que os indiciados agiram de forma premeditada. A presença de chumbinho no organismo da professora foi confirmada após laudo toxicológico. “A Larissa já vinha passando mal durante a semana, e o Luiz, segundo várias testemunhas, impedia que ela procurasse ajuda médica. No dia 22 de março, quando ela morreu, ele criou vários álibis para simular que não estava envolvido, mas os celulares revelaram contradições”, disse o delegado.

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Nota da Secretaria de Segurança Pública na íntegra:

A 3ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Homicídios, vinculada à Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Ribeirão Preto, concluiu as investigações sobre o caso e indiciou o marido e a sogra da professora de pilates por homicídio qualificado. A autoridade policial também representou pela prisão preventiva de ambos, que já se encontram detidos à disposição da Justiça.

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* Com informações da Agência Estado – Conteúdo

* Foto/Destaque: Reprodução – Redes Sociais

  

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POLÌCIA

Ex-funcionária é presa após furtar R$ 60 mil de apartamento em Jardim Camburi

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Suspeita disse que precisava “ungir” os cômodos da casa, confessou o crime e levou policiais até parte do dinheiro escondido

Vitória (ES)

Uma ex-funcionária de uma família foi presa após furtar R$ 60 mil em dinheiro de um apartamento em Jardim Camburi, em Vitória. O crime aconteceu na quarta-feira (5), e parte do dinheiro foi recuperada pela Polícia Civil no dia seguinte, durante diligências no bairro Bubú, em Cariacica.

Segundo a 5ª Delegacia de Polícia de Jardim Camburi, a mulher aproveitou o momento em que outros moradores entravam no condomínio para acessar o prédio sem autorização. A investigação aponta que, em seguida, ela foi até o apartamento da vítima e furtou o dinheiro em espécie.

Em seguida, ela convenceu a funcionária que estava no apartamento a permitir sua entrada, afirmando que precisava “ungir” os cômodos da residência.

Já dentro do imóvel, a mulher pediu para circular sozinha pelos quartos. De acordo com as investigações, foi nesse momento que ela teve acesso ao local onde os R$ 60 mil estavam guardados e furtou o dinheiro.

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A Polícia Civil analisou imagens do sistema de videomonitoramento do condomínio e reuniu outros elementos que permitiram identificar a suspeita. Ela foi localizada e conduzida para a delegacia.

Polícia Civil recuperou R$ 50 mil

Durante o atendimento na delegacia, a mulher entregou espontaneamente R$ 20 mil. No interrogatório, ela confessou o furto e indicou aos policiais onde havia escondido outros R$ 30 mil. Ao todo, R$ 50 mil foram recuperados.

Sobre os R$ 10 mil restantes, a investigada afirmou que já havia utilizado o dinheiro. Ela assumiu o compromisso de ressarcir a vítima de forma parcelada.

Mulher era investigada por outros furtos

Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que a suspeita já havia sido identificada como autora de outros furtos quando trabalhava como empregada doméstica na casa de familiares da vítima, na Serra.

Ainda segundo a polícia, há registro de outro furto atribuído a ela, ocorrido em março deste ano, quando R$ 10 mil em espécie foram levados.

A mulher foi indiciada por furto qualificado. O inquérito policial será encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

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  • Matéria do Folha Vitória – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação / PCES
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