Polícia
Mulher usa documento falso para sacar FGTS e acaba presa em São Mateus
POLÌCIA
A Polícia Federal investiga se outras pessoas estão envolvidas na tentativa de golpe
Uma mulher foi presa em flagrante, nesta quinta-feira (03), tentando efetuar o saque de Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) na Caixa Econômica Federal usando um documento falso em São Mateus.
A Polícia Federal realizou a prisão da suspeita. Com ela, foi apreendido o documento falso em nome de outra pessoa e o telefone celular dela. O material foi encaminhado para a perícia para ser analisado.
As investigações buscam por outros participantes em um possível esquema de falsificação de documentos para obter benefícios fraudulentamente.
A mulher detida por falsificação de documento pode pegar pena de um a cinco anos de prisão. Outros delitos ainda podem ser apurados ao longo das investigações.
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* Informações Folha Vitória – Conteúdo
* Foto/destaque: Reprodução / Redes Sociais
POLÌCIA
Prefeito e ex-prefeito são presos durante operação da PF em Pedro Canário
Operação investiga a atuação de uma organização criminosa suspeita de envolvimento em crimes de corrupção, fraude em licitações e lavagem de dinheiro
A Polícia Federal prendeu, na manhã da terça-feira (26), o prefeito e o ex-prefeito de Pedro Canário. Os mandados expedidos contra Kleilson Rezende (PSB) e Bruno Araújo (PDT), foram cumpridos.
As prisões são o principal desdobramento da Operação Eco da Fraude II, que investiga um suposto esquema de corrupção e desvio de recursos públicos ligados à realização do evento “XXXIV Forró da Tábua Lascada”.
Também são cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). A Justiça também determinou o afastamento cautelar do prefeito e de um servidor municipal, além de autorizar outras medidas investigativas e bloqueios patrimoniais.
Segundo as investigações da PF, conduzidas pela delegacia de São Mateus, há indícios de uma organização criminosa estruturada, formada por agentes públicos e empresários. O esquema funcionava a partir da manipulação de processos licitatórios e do superfaturamento de contratos públicos, gerando o pagamento de vantagens indevidas.

Lagoa Augusto Ruschi: o novo cartão-postal de Pedro Canário / Foto: ES Brasil
Para mascarar o caminho do dinheiro desviado, o grupo contava com um sistema de lavagem de capitais. A PF identificou movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados e a utilização de contas de terceiros — além de operadores financeiros — para fazer o dinheiro circular em espécie, ocultando a origem ilícita dos recursos.
As medidas cumpridas nesta terça-feira visam a aprofundar a coleta de provas, identificar outros possíveis envolvidos, paralisar as atividades do grupo criminoso e garantir o ressarcimento aos cofres públicos.
Os investigados podem responder, em tese, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, peculato-desvio, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Caso sejam condenados, as penas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.
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- Fontes: A Gazeta e Polícia Federal
- Foto destaque: Reprodução / AG
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