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Mulher usa documento falso para sacar FGTS e acaba presa em São Mateus

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A Polícia Federal investiga se outras pessoas estão envolvidas na tentativa de golpe

Uma mulher foi presa em flagrante, nesta quinta-feira (03), tentando efetuar o saque de Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) na Caixa Econômica Federal usando um documento falso em São Mateus.

Polícia Federal realizou a prisão da suspeita. Com ela, foi apreendido o documento falso em nome de outra pessoa e o telefone celular dela. O material foi encaminhado para a perícia para ser analisado.

As investigações buscam por outros participantes em um possível esquema de falsificação de documentos para obter benefícios fraudulentamente.

A mulher detida por falsificação de documento pode pegar pena de um a cinco anos de prisão. Outros delitos ainda podem ser apurados ao longo das investigações.

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* Informações Folha Vitória – Conteúdo

* Foto/destaque: Reprodução / Redes Sociais

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Polícia Federal investiga desvio de recursos públicos no ES e na BA

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Operação Nêmesis 15 cumpre mandados de busca e apreensão; esquema envolvia direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro. Daniel da Açaí foi prefeito de São Mateus entre 2017 e 2024 e seria um dos envolvidos em esquema de fraudes em licitação

São Mateus – ES

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/4), a Operação Nêmesis, para desarticular um esquema de corrupção e de desvio de recursos em contratos da administração municipal. 

Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Mateus/ES, de Linhares/ES, de Valença/BA e de Teixeira de Freitas/BA. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de até R$ 1,2 milhão nas contas dos 15 investigados. Os mandados foram expedidos pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

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A investigação aponta que o grupo utilizava irregularmente atas de registro de preços de outros órgãos para burlar licitações. Com a atuação coordenada entre agentes públicos e empresários, havia o direcionamento de contratações e o superfaturamento de serviços para o posterior pagamento de propina.

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Durante as diligências de hoje, os policiais apreenderam, aproximadamente, R$ 2 milhões em cheques, R$ 86 mil em espécie e três veículos. Para dissimular a origem ilícita dos valores e as movimentações financeiras atípicas, o grupo utilizava pessoas interpostas e empresas de fachada.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, de corrupção ativa e passiva e de lavagem de capitais.

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  • Polícia Federal / Comunicação Social ES – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – PF / Comunicação

 

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