Festa da Virada
Vila Velha prepara Réveillon das famílias e espetáculo no céu da cidade
EVENTOS
Vila Velha / ES
A virada de ano em Vila Velha vai contar com 14 pontos de fogos de artifícios. Serão 10 balsas, sendo cinco fundeadas entre a Praia da Costa e Praia de Itapuã (da rua Lúcio Bacelar à rua Santa Catarina) e outras cinco na Praia de Itaparica (do Bob’s à Praça dos Ciclistas). Todas as balsas vão ficar a uma distância de 400 metros da faixa de areia.
Outros quatro pontos de queimas de fogos serão em Ponta da Fruta (Praia da Baleia), Nova Ponta da Fruta, Praia dos Recifes e Barra do Jucu. Nesses locais, os artefatos pirotécnicos estarão em terra, com duração de oito minutos de detonações.
Os fogos terão o mínimo de ruído possível, para não estressar pessoas com autismo e animais domésticos. O prefeito Arnaldinho Borgo disse que tudo foi preparado para ser um espetáculo inclusivo, com baixo ruído e para as famílias.
“Não teremos queima de fogos. Teremos um espetáculo no céu da cidade, com muita tecnologia, baixo ruído e voltado para as famílias. Pensamos nas pessoas com sensibilidade sonora, nos animais domésticos, mas para que moradores e turistas acompanhem tudo com emoção. Sem dúvida será o Réveillon mais bonito do país, com 15 minutos, alcance de 250 metros de altura e 14 mil disparos de luzes e efeitos visuais”, antecipou.
De acordo com o secretário de Cultura e Turismo, Paulo Renato Fonseca Junior, “a queima de fogos vai durar aproximadamente 15 minutos, com milhares de disparos pirotécnicos distribuídos entre bombas de alto, médio e de baixo alcance. Com esta marca, Vila Velha vai ter o maior espetáculo pirotécnico do Estado e um dos maiores do Brasil. Somente as balsas vão cobrir mais de 6 km de detonações pirotécnicas”.
O público vai conferir artefatos pirotécnicos de desenhos com os tradicionais formatos de coração, estrelas, círculos e carinha feliz, além de efeitos múltiplos que formam desenhos conjugados de vários anéis, de círculos com cascata, estrelas cadentes e fogos que simulam discos no céu.
Infraestrutura
A queima vai se iniciar à meia-noite em ponto, comandada por um ponto estratégico central em terra, onde se utiliza uma tecnologia moderna via GPS, que monitora e aciona cada uma das 10 balsas à distância.
Para este grande evento pirotécnico, serão utilizadas dez balsas, três rebocadores de grande potência, lanchas rápidas, tubos de fibra para acoplamento, equipamento eletrônico para gerenciamento dos disparos, muques e empilhadeiras para montagem e desmontagem e uma equipe de 12 pirotécnicos e profissionais da área naval.

Regras de utilização na orla
Nesta virada de ano no espaço da orla, está proibida a instalação de tendas, barracas, toldos, palco, tablados, banheiros químicos ou hidráulicos, cercamento de área, equipamentos de sonorização, iluminação, realização de shows, eventos e queimas de fogos em toda a extensão do calçadão e nos 32km da faixa litorânea de Vila Velha. No entanto, Paulo Renato esclarece que “não é permitida a instalação de grandes estruturas loteando o espaço público para grandes eventos, impedindo o ir e vir das pessoas. O cidadão pode levar a sua cadeira de praia, pequenas mesas, coolers e outros utensílios de uso individual”.
Os ambulantes com autorização para trabalhar na orla podem utilizar até dez banquetas, sendo vedado o uso de mesas e cadeiras.
A Guarda Municipal, Posturas e demais equipes competentes farão a fiscalização do cumprimento do que estabelece a portaria e demais legislações vigentes.
• Fonte: Secretaria de Serviços Urbanos, Secretaria de Cultura e Turismo
Texto: Luiz Eduardo Neves e Rodrigo Elias| Foto: Assessoria
EVENTOS
Dia da Síndrome de Down reforça a importância da inclusão com autonomia e oportunidades
Data chama atenção para desafios no mercado de trabalho e destaca iniciativas que promovem protagonismo no Espírito Santo
Por Camilla Gumieiro* / Vitória – ES
Todos os dias, Erick Luiz da Silva acorda cedo, se prepara e segue para o trabalho como auxiliar administrativo no Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra. Erick tem Síndrome de Down e construiu um caminho marcado por conquistas, desafios e, principalmente, oportunidades.
Desde pequeno, ele sempre quis participar de tudo. Esteve na escola regular, fez teatro, conviveu com os colegas e nunca aceitou ser colocado à parte. Com o apoio da família, seguiu em busca de inclusão e autonomia.
Para a mãe, Érika Soares da Silva, o protagonismo do filho sempre foi construído com incentivo e confiança. “Ele nunca fez nada por obrigação. Tudo que ele faz é porque quer provar, para ele mesmo e para os outros, que é capaz. Erick sempre quis estar junto, participar de tudo, nunca aceitou ser tratado de forma diferente.”

Com o mesmo entusiasmo de sempre, o jovem, que está com 27 anos, concluiu o ensino médio, fez o Enem e buscou qualificação profissional. Hoje, no mercado de trabalho, mostra, na prática, que inclusão não é sobre limitação. É sobre oportunidade.
Um cenário que ainda precisa avançar
No Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, histórias como a de Erik ainda estão longe de ser a realidade da maioria. No Brasil, apenas 5,3% das pessoas com Síndrome de Down estão no mercado de trabalho, segundo dados do IBGE.
A data nos convida à reflexão sobre a necessidade de ampliar oportunidades e garantir a participação plena dessas pessoas na sociedade. Para o diretor social da Federação das Apaes do Espírito Santo (Feapaes-ES), Vanderson Gaburo, o principal desafio está na efetivação dessas oportunidades:
“A inclusão no mercado de trabalho não pode se limitar ao cumprimento de cotas. Ela começa no acesso à educação de qualidade e se concretiza quando existem oportunidades reais, com respeito, autonomia e valorização das potencialidades de cada pessoa. Mas também passa por uma mudança de mentalidade das empresas, que precisam enxergar essas pessoas para além do diagnóstico e reconhecer seu potencial”.
Inclusão que se constrói no dia a dia
Embora o Brasil tenha avançado com marcos importantes, como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), ainda há um longo caminho para transformar direitos em prática.
No Espírito Santo, iniciativas vêm fortalecendo esse caminho. As Apaes e sua coirmã Vitória Down atendem, juntas, mais de 10 mil pessoas com deficiência em todo o estado, atuando nas áreas de educação, saúde e assistência social.
Programas como o Emprego Apoiado contribuem diretamente para a inserção profissional, oferecendo suporte técnico às empresas, adaptação de funções e acompanhamento contínuo dos profissionais e suas famílias, criando condições reais para que mais histórias como a de Erik se tornem possíveis.
Mais do que celebrar a data, o Dia Internacional da Síndrome de Down reforça a necessidade de construir uma sociedade onde inclusão seja regra e não exceção.
Evento da Vitória Down reforça a importância da convivência e da inclusão
Como parte das ações que marcam o Dia Internacional da Síndrome de Down, a coirmã Vitória Down promove, no dia 21 de março, uma manhã especial de integração na Praça dos Namorados, em Vitória.
A proposta é sair da rotina, fortalecer vínculos e proporcionar um momento leve ao lado de quem faz parte dessa caminhada. O encontro contará com atividades de convivência, troca de experiências e momentos de descontração para famílias e participantes. A programação acontece a partir das 8h, na Praça dos Namorados (atrás do Bob’s), e é aberta à comunidade.
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- Pauta 6 Comunicação – Conteúdo
- Foto Destaque: Divulgação / Feapaes-ES
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