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Tragédia na Praia

Aeronave que caiu em Copacabana não tinha autorização para realizar a campanha publicitária

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Acidente Aéreo

Segundo a Prefeitura do Rio, a empresa foi autuada por publicidade irregular

Rio de Janeiro / RJ

A Visual Propaganda Aérea, gestora da aeronave que caiu no mar de Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi autuada por publicidade irregular. A Prefeitura do Rio informou que a empresa está habilitada para fazer propaganda, mas não tinha autorização para promover a campanha publicitária realizada pelo monomotor neste sábado (27).

O acidente deixou um morto e assustou banhistas na orla, que relataram um barulho muito alto no momento da queda. Segundo a Torre de Jacarepaguá, a aeronave de pequeno porte estava ocupada apenas por uma pessoa. Após duas horas de buscas com grupamento aéreo, equipes de mergulho e motos aquáticas, os Bombeiros encontraram o corpo do piloto e o encaminharam ao Instituto Médico Legal (IML) do Centro. O caso foi registrado na 12ª DP (Copacabana).

De acordo com o subprefeito da Zona Sul, Bernardo Rubião, a empresa do monomotor informou que essa era a primeira vez que o piloto realizava um voo neste tipo de aeronave.

Avião com faixa de publicidade cai no mar, a poucos metros da praia de  Copacabana lotada; FAB investiga

Avião com faixa de publicidade cai no mar, a poucos metros da praia de Copacabana lotada; FAB investiga

Ainda não há informações sobre o que causou o acidente. Em nota, a A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III) foram acionados para realizar a ação inicial da ocorrência envolvendo a aeronave modelo Cessna 170 de matrícula PT-AGB, cujo piloto identificado como Luiz Ricardo Leite de Amorim, veio a óbito.

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“Durante a Ação Inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação”, explicou a FAB.

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  • Informações do Jornal O Dia – Conteúdo
  • Foto/Destaque: Crédito – Cesar Sales/Parceiro/Agência O Dia
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Acidente Aéreo

Governo da Colômbia lamenta perda de família em queda de helicóptero

Publicados

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Diana Paez, cônsul-geral do país no Rio, informou que está apoiando os parentes das vítimas para que possam ‘superar esse momento

Por Rômulo Cunha* | Rio de Janeiro (RJ)

O Governo da Colômbia emitiu uma nota, neste sábado (8), nas redes sociais, lamentando a morte de três colombianas da mesma família, ocorrida na queda de um helicóptero na região da Vista Chinesa, Zona Norte do Rio.

O Ministério das Relações Exteriores informou que o Consulado da Colômbia no Rio está em coordenação com as autoridades locais para realizar as diligências cabíveis. Além disso, o órgão também afirmou que entrou em contato com familiares das vítimas para a orientação necessária.

“Estamos em contato permanente com as autoridades, que são as pessoas encarregadas das operações de resgate e atenção às vítimas. Também estamos em contato com os familiares, tanto os que estão no Brasil quanto os que estão na Colômbia. Do consulado, continuamos fazendo o apoio e a orientação necessária, tanto à família quanto às autoridades locais, com objetivo de que possam retornar à Colômbia e superar esse momento”, disse a cônsul-geral do país no Rio, Diana Paez.

O governo colombiano expressou condolências e solidariedade às famílias e aos entes queridos das vítimas. Também ressaltou que continuará prestando a assistência consular necessária.

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Viagem de aniversário

As três colombianas eram passageiras da aeronave e estavam no Rio como turistas. As vítimas formavam três gerações da mesma família. As mulheres foram identificadas como Rocio Cubillos, de 59 anos; Wendy Manrique, de 37, filha de Rocio; e Sofia Murillo, 17, filha de Wendy e neta de Rocio.

A família havia vindo ao Brasil para comemorar os 15 anos de Laura Manrique, neta de Rocio e sobrinha de Wendy, que aguardava para embarcar em um segundo voo quando o acidente aconteceu.

🚨🚁🇧🇷 @danuzioneto | Quatro pessoas morreram na manhã deste sábado (8) após a queda de um helicóptero em uma área de mata densa e de difícil acesso na região da Vista Chinesa,

As colombianas chegou ao Rio no início da semana e pretendia permanecer no país até a próxima terça-feira (11). Durante a estadia, visitou pontos turísticos da capital fluminense e também passou por Búzios, na Região dos Lagos.

Neste sábado (8), o grupo contratou um passeio panorâmico de helicóptero. Como eram seis passageiros, foi necessária a divisão em dois voos: Rocio, Wendy e Sofia embarcaram no primeiro; no segundo, aguardavam Victor Manrique, filho de Rocio e irmão de Wendy; a mulher Daniela Castañeda; e a filha Laura.

Em publicação realizada nas redes sociais, Victor falou sobre a dor da perda e agradeceu pelo período que as familiares passaram no Brasil. “Minha irmãzinha, minha mãe e minha sobrinha! Vou amá-las para sempre nesta vida e na outra”, declarou.

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A queda também vitimou o piloto Alessandro Rocha. Ele deixou três filhos e a mulher.

Quem são as vítimas de queda de helicóptero próximo à Vista Chinesa no Rio | Rio | O Globo

Piloto do helicóptero Alessandro Rocha

Investigação

A Força Aérea Brasileira (FAB), através do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), informou que os investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), com sede no Rio, foram acionados para realizar a Ação Inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PP-MFS.

Durante a Ação Inicial, realizada logo depois do evento, investigadores qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para a coleta e confirmação de dados, a verificação dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações relevantes.

Nessa etapa, reúnem-se elementos que subsidiarão as fases posteriores da investigação, as quais têm por finalidade identificar possíveis fatores contribuintes para a queda, quando aplicável, permitir a emissão de Recomendações de Segurança voltadas à prevenção de novas ocorrências.

Empresa diz que helicóptero que caiu no Rio estava regular | G1

Empresa diz que helicóptero que caiu no Rio estava regular / Foto: G1

A investigação está em andamento. Além da FAB, a 19ª DP (Tijuca) também apura o caso.

De acordo com a empresa Voo Rio Panorâmico, responsável pelo helicóptero, a aeronave estava com a manutenção e a documentação em dia. Além disso, a companhia destacou que o piloto possuía as habilitações exigidas para operar a aeronave.

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  • Matéria reproduzida de O Dia – Conteúdo / Colaboração Pauta1
  • Foto destaque: Divulgação / CBRJ
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