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Acidente Aéreo

Avião da Esquadrilha da Fumaça cai no interior de São Paulo; piloto conseguiu se ejetar

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Acidente Aéreo

Por José Maria Tomazela* – São Paulo/SP

aeronave A-29 Super Tucano pertencente ao Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA) da Força Aérea Brasileira (FAB), conhecido como Esquadrilha da Fumaça, que se acidentou nesta quarta-feira, 30, é um modelo aprimorado do T-27 Tucano, desenvolvido pela Embraer na década de 1980.

É um avião turboélice leve de ataque e treinamento avançado desenvolvido para atender a uma demanda da FAB. Atualmente, é usado para missões de treinamento, vigilância de fronteiras e combate ao narcotráfico.

Avião da Esquadrilha da Fumaça cai no interior de São Paulo. Foto: AEROLIN VIA X

Avião da Esquadrilha da Fumaça cai no interior de São Paulo. / Foto: AEROLIN VIA X

O piloto conseguiu se ejetar com sucesso, passa bem e está sendo submetido a avaliações médicas, segundo a Força Aérea Brasileira (FAB). O acidente de seu após a colisão entre duas aeronaves, segundo informações preliminares. Uma delas conseguiu voltar para a base da Academia da Força Aérea Brasileira, em Pirassununga.

Conforme o Corpo de Bombeiros, a ocorrência foi registrada em Santa Rita do Passa Quatro, município paulista, por volta das 10h30 da manhã. A queda do avião se deu em área de mata.

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De acordo com a fabricante, o Super Tucano combina a potência do motor turboélice com uma aviônica moderna, incluindo um sistema que permite ao piloto manter o foco nas operações da aeronave sem tirar as mãos dos controles, como acelerador e manche. O A-29 pode ser armado com duas metralhadoras de 12,7 milímetros nas asas e carregar até 1.500 kg de armamentos em suas cinco estações, incluindo bombas guiadas a laser, foguetes e mísseis. As aeronaves de demonstração, como a que caiu, são desprovidas dessas armas.

O avião atinge velocidade máxima de 593 km/h.

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*Jornal Estadão – Conteúdo

* Foto: Sgt Müller Marin/Força Aérea Brasileira

 

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Acidente Aéreo

Piloto morto em queda de helicóptero é sepultado com louvores e homenagens

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Familiares, amigos e colegas da aviação deram o último adeus ao comandante que morreu em acidente na Vista Chinesa

Por Leonardo Brito* | Rio de Janeiro (RJ)

Sob aplausos, louvores e homenagens emocionadas, familiares e amigos se despediram, nesta segunda-feira (10), do piloto Alessandro Rocha, de 40 anos, uma das vítimas da queda do helicóptero que caiu na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, no último sábado (8). O sepultamento aconteceu no Memorial Pax, no Centro de São Gonçalo, na Região Metropolitana.

Familiares e amigos do comandante Alessandro Rocha, durante o sepultamento no cemitério municipal de São Gonçalo nesta segunda - Carlos Elias Junior/ Agência O Dia

Familiares e amigos do comandante Alessandro Rocha, durante o sepultamento no cemitério municipal de São Gonçalo nesta segunda – Carlos Elias Junior/ Agência O Dia

A cerimônia foi marcada por momentos de emoção. Antes do enterro, o filho de Alessandro, o engenheiro Sven Rocha, de 23 anos, fez um pedido aos presentes ao lembrar o jeito alegre do pai.

“Vamos celebrar a vida, pois meu pai era alegre e não queria ver ninguém triste”, disse.

Após a fala, familiares e amigos entoaram louvores em homenagem ao piloto. O caixão foi levado até o local do sepultamento coberto por uma bandeira do Fluminense, clube pelo qual Alessandro era torcedor.

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Conhecido entre colegas pela paixão pela aviação, Alessandro acumulava mais de duas décadas de experiência como instrutor de ultraleves e helicópteros. Nas redes sociais, costumava compartilhar registros de voos, além de momentos ao lado da esposa e dos três filhos.

A morte do piloto provocou grande comoção no meio aeronáutico. Integrantes da Esquadrilha Céu, grupo de demonstrações aéreas do qual era próximo, prestaram homenagens e destacaram sua trajetória profissional e o amor que tinha pela profissão.

Acidente matou quatro pessoas

O helicóptero Robinson R44, de prefixo PP-MFS, caiu na manhã de sábado em uma área de mata de difícil acesso na Floresta da Tijuca, próximo à Vista Chinesa. Além de Alessandro, morreram três turistas colombianas da mesma família: Rocío Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofía Murillo, de 17 anos.

A aeronave realizava um voo panorâmico quando caiu e pegou fogo. O Corpo de Bombeiros mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e equipes especializadas em salvamento em áreas de mata, operações aéreas e combate a incêndios florestais. As chamas foram controladas por volta das 13h.

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A Força Aérea Brasileira, por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), abriu investigação para apurar as causas da tragédia. A Polícia Civil também acompanha o caso e aguarda os laudos periciais.

Segundo a empresa responsável pelo passeio, a aeronave estava com a documentação regular e manutenção em dia. A companhia também destacou a experiência de Alessandro na condução de helicópteros.

O acidente ocorreu justamente no fim de semana em que o piloto celebrava uma nova fase profissional. Amigos relataram que ele estava feliz com o trabalho e animado com os projetos que vinha desenvolvendo na área da aviação. A tragédia interrompeu uma trajetória marcada por mais de 20 anos dedicados aos céus.

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  • Matéria reproduzida de O Dia – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Carlos Elias Júnior /Agência O Dia
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