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Água, um bem maior a ser cuidado

Gestão hídrica nas empresas: unindo sustentabilidade e redução de custos

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No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, reforça-se a importância do uso consciente e estratégico desse recurso essencial.

Por Camilla Gumieiro*

A preocupação com a escassez de água tem se intensificado globalmente, tornando a gestão hídrica um tema essencial não apenas para grandes indústrias, mas também para pequenas e médias empresas. Embora seu consumo seja menor, a falta de um controle eficiente pode gerar desperdícios, aumento nos custos operacionais e dificuldades em períodos de crise hídrica.

Além dos impactos financeiros, a adoção de práticas sustentáveis está cada vez mais relacionada à competitividade no mercado. Clientes, investidores e parceiros valorizam empresas comprometidas com os princípios ESG (ambientais, sociais e de governança), tornando a eficiência no uso da água uma estratégia fundamental.

 Os riscos da falta de gestão hídrica

O uso indiscriminado da água pode acarretar desafios significativos para os negócios. Entre os principais riscos estão o aumento das tarifas, a exposição a sanções regulatórias devido ao não cumprimento de normas ambientais e impactos negativos na reputação da empresa. A sociedade e o mercado estão mais atentos às práticas empresariais sustentáveis, e organizações que negligenciam essa questão podem perder credibilidade.

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Para Luana Romero (foto), diretora-executiva do Ideias e especialista em sustentabilidade, a gestão hídrica deve estar no centro das discussões empresariais, especialmente com a crescente crise global da água. Segundo ela, datas como o Dia Mundial da Água (22 de março) são momentos estratégicos para reforçar a urgência de um consumo mais consciente e eficiente.

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“A água é um recurso finito e vital, tanto para a vida quanto para a economia. As empresas precisam enxergar a gestão hídrica não apenas como uma questão ambiental, mas como uma decisão estratégica. O Dia Mundial da Água nos lembra que cada gota conta, e que organizações comprometidas com a sustentabilidade estarão sempre um passo à frente”, destaca Luana.

Benefícios de uma gestão eficiente da água

Investir em gestão hídrica traz vantagens concretas para as empresas. Medidas simples, como o reaproveitamento da água e a detecção de vazamentos, reduzem custos operacionais de forma significativa. Além disso, negócios preparados para períodos de escassez evitam interrupções na produção e garantem maior resiliência. Outra vantagem competitiva é o fortalecimento da imagem corporativa, agregando valor à marca e atraindo novos clientes e investidores.

Como a empresa pode começar?

A gestão hídrica pode ser iniciada com ações simples e de baixo custo, como:

  • Monitoramento do consumo e identificação de desperdícios;
  • Uso de tecnologias para captação e reaproveitamento de água da chuva;
  • Treinamento das equipes para práticas mais sustentáveis;
  • Parcerias com consultorias especializadas em ESG para definir estratégias personalizadas.
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Com regulamentações ambientais mais rigorosas e uma crescente exigência do mercado por responsabilidade socioambiental, adotar uma gestão hídrica inteligente não é apenas uma ação sustentável, mas também uma decisão estratégica para garantir a competitividade e a longevidade dos negócios.


Ideias – O Ideias é uma entidade privada, fundada em 29 de maio de 2001, com sede no Espírito Santo e atuação em todo o Brasil. A organização se dedica ao desenvolvimento sustentável, auxiliando empresas a elevarem seus padrões Ambientais, Sociais e de Governança (ESG). Com foco no meio ambiente, o Ideias promove negócios relacionados à gestão de resíduos sólidos, eficiência energética e energias renováveis. Além disso, a entidade se destaca na comunicação com famílias afetadas por grandes empreendimentos, na gestão de stakeholders, na realocação de comunidades em processos de desapropriação, e na promoção da restauração de meios de subsistência de famílias vulneráveis, entre outros projetos sociais e ambientais.

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* Analista de Comunicação / Pauta6 Comunicação – Conteúdo

* Foto/ilustrativa: Reprodução / Redes Sociais

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Ídolo do Vasco, Geovani morre aos 62 anos

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‘Pequeno Príncipe’ também teve passagem marcante pela seleção brasileira

Ídolo do Vasco, Geovani Silva, o “Pequeno Príncipe”, faleceu nesta segunda-feira (18), aos 62 anos. Em comunicado publicado nas redes sociais do ex-jogador, a família informou que ele passou mal de forma repentina na madrugada e foi socorrido imediatamente ao hospital, mas não resistiu.

“Estamos todos muito abalados e tristes com essa partida tão inesperada. Que Deus possa confortar o coração de todos os familiares, amigos e daqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele”, aponta o texto.

O antigo meio-campista já havia sido hospitalizado por problemas cardíacos em 2022. No ano passado, foi internado por desidratação causada por inflamação e infecção no intestino. Antes, em 2025, venceu um câncer na coluna vertebral.

O culto de despedida deve ser feito nesta terça-feira (19), seguido do sepultamento no Parque da Paz, em Vila Velha, Espírito Santo.

Passagem vitoriosa no Vasco

Geovani Silva conquistou cinco títulos cariocas e um Campeonato Brasileiro pelo Vasco - Divulgação / Instagram

Geovani Silva conquistou cinco títulos cariocas e um Campeonato Brasileiro pelo Vasco | Foto: Divulgação / Instagram

Geovani Silva, nascido em 6 de abril de 1964, teve três passagens pelo Cruz-Maltino: entre 1982 e 1989; entre 1991 e 1993; e em 1995. Por lá, jogou ao lado de Romário e Roberto Dinamite, disputou 408 partidas e marcou 50 gols.

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No Vasco, o ‘Pequeno Príncipe’ tornou-se ídolo graças ao talento que apresentava no meio de campo, os passes e as cobranças de falta. Ao todo, ele conquistou cinco títulos do Carioca (1982, 1987, 1988, 1992 e 1993) e o Brasileirão de 1989.

Geovani Silva em ação pelo Vasco - Divulgação / Instagram

Campeão pela seleção brasileira

Ele também vestiu a camisa da seleção brasileira por 23 partidas, marcando cinco gols, e conquistou a Copa América de 1986. Ele também conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Seul-1988, a primeira do futebol brasileiro, e, as categorias de base, foi campeão, artilheiro e eleito o melhor jogador do Mundial Sub-20, em 1983.

Foi depois deste título mundial que ele recebeu o apelido de ‘Pequeno Príncipe’, como contou ao Museu da Pelada: 

“Vem da vascaína Dulce Rosalina, falecida em 2004, que foi presidente da Torcida Organizada Vascaíno (TOV) e da Pequenos Vascaínos, que ao me ver desembarcar no aeroporto do Rio, lotado de torcedores e da imprensa que aguardavam os campeões mundiais de 83, ela me abraçou, me parabenizou pelos meus seis gols marcados na competição e por ter sido escolhido o melhor jogador. A Dulce, na euforia, me chamou de ‘Meu Pequeno Príncipe’, na frente de todo mundo. Eu sorri, agradeci o carinho, abracei a causa e gostei, pois pequeno eu sei que sou, agora príncipe foi ela que me intitulou”.

Geovani Silva vestiu a camisa da seleção brasileira por 23 partidas - Divulgação / Instagram

Outros clubes de Geovani

Antes de chegar ao Vasco, Geovani, teve estreia precoce no futebol profissional, aos 16 anos, na Desportiva Ferroviária, do Espírito Santo. E na reta final da carreira, após última passagem pelo Cruz-Maltino, passou por XV de Jaú e ABC, antes de retornar ao seu estado natal para atuar por Serra, Linhares, Rio Branco, Tupy e Vilavelhense, onde encerrou a carreira em 2022, aos 38 anos.

Geovani Silva atuou pelo Bologna, da Itália entre 1989 e 1991 - Divulgação / Instagram

Geovani Silva atuou pelo Bologna, da Itália entre 1989 e 1991 | Foto: Divulgação / Instagram

Ele também atuou por Bologna, da Itália, entre 1989 e 1991, Karlsruher, da Alemanha, até 1993, e Tigres, do México, em 1994.

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  • Informações do jornal O Dia – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação / Instagram
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