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Medicina & Saúde

Mais de 700 mil capixabas vivem com hipertensão

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De acordo com o Ministério da Saúde, em dez anos, mais de meio milhão de pessoas morreram por complicações da doença no Brasil

Doença silenciosa e traiçoeira, a hipertensão, também conhecida como pressão alta, que mais mata em todo o mundo. 

Dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) apontam que mais de 700 mil capixabas vivem com a doença e, segundo o Ministério da Saúde, em uma década, mais de meio milhão de pessoas morreram por complicações da doença no Brasil. 

Para o médico cardiologista Diogo Barreto, o ideal é diagnosticar a doença precocemente e não esperar os primeiros sintomas. 

“Há inúmeras causas para o desenvolvimento da hipertensão. Pode ser por questões hereditárias, genéticas ou multifatoriais, como a obesidade e estilo de vida. A melhor das hipóteses é fazer o diagnóstico precoce uma vez que, quando a doença apresenta os sinais, geralmente, são bem graves”, explicou o médico. 

A autônoma Denise de Souza descobriu a doença ao sentir muitas dores de cabeça e dores na nuca. 

“Então, eu decidi investigar e todas as vezes que eu ia ao médico a minha pressão estava alterada. Diante disso, o médico me recomendou a começar a tomar uma medicação diariamente. Faz cerca de 20 anos que eu tomo, sem falhar. Todo mês eu vou ao médico para fazer um acompanhamento”, disse.

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Denise explica que toma o remédio para controlar a hipertensão três vezes ao dia e busca ter uma alimentação saudável. 

“Não posso falar que faço exercícios físicos, o que seria o recomendado, mas se tratando de medicação e alimentação eu sigo as recomendações do médico”, afirmou.

Alerta do médico

O cardiologista Diogo Barreto afirma que o tratamento para a hipertensão pode ser feito gratuitamente no Sistema Único de Saúde e a medicação também é disponibilizada de graça para toda a população.

“É um alerta que faço para a população. Atualmente há poucos diagnósticos de hipertensão devido à baixa procura por médicos e, na maioria dos casos, quem tem a doença não faz o tratamento. Essa pode ser uma das explicações do porquê a hipertensão é uma das doenças cardiovasculares que mais mata no Brasil e no mundo”, finalizou o médico.

* Da Redação – Com informações da Sesa / Foto e vídeo: Reprodução internet

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Ídolo do Vasco, Geovani morre aos 62 anos

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‘Pequeno Príncipe’ também teve passagem marcante pela seleção brasileira

Ídolo do Vasco, Geovani Silva, o “Pequeno Príncipe”, faleceu nesta segunda-feira (18), aos 62 anos. Em comunicado publicado nas redes sociais do ex-jogador, a família informou que ele passou mal de forma repentina na madrugada e foi socorrido imediatamente ao hospital, mas não resistiu.

“Estamos todos muito abalados e tristes com essa partida tão inesperada. Que Deus possa confortar o coração de todos os familiares, amigos e daqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele”, aponta o texto.

O antigo meio-campista já havia sido hospitalizado por problemas cardíacos em 2022. No ano passado, foi internado por desidratação causada por inflamação e infecção no intestino. Antes, em 2025, venceu um câncer na coluna vertebral.

O culto de despedida deve ser feito nesta terça-feira (19), seguido do sepultamento no Parque da Paz, em Vila Velha, Espírito Santo.

Passagem vitoriosa no Vasco

Geovani Silva conquistou cinco títulos cariocas e um Campeonato Brasileiro pelo Vasco - Divulgação / Instagram

Geovani Silva conquistou cinco títulos cariocas e um Campeonato Brasileiro pelo Vasco | Foto: Divulgação / Instagram

Geovani Silva, nascido em 6 de abril de 1964, teve três passagens pelo Cruz-Maltino: entre 1982 e 1989; entre 1991 e 1993; e em 1995. Por lá, jogou ao lado de Romário e Roberto Dinamite, disputou 408 partidas e marcou 50 gols.

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No Vasco, o ‘Pequeno Príncipe’ tornou-se ídolo graças ao talento que apresentava no meio de campo, os passes e as cobranças de falta. Ao todo, ele conquistou cinco títulos do Carioca (1982, 1987, 1988, 1992 e 1993) e o Brasileirão de 1989.

Geovani Silva em ação pelo Vasco - Divulgação / Instagram

Campeão pela seleção brasileira

Ele também vestiu a camisa da seleção brasileira por 23 partidas, marcando cinco gols, e conquistou a Copa América de 1986. Ele também conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Seul-1988, a primeira do futebol brasileiro, e, as categorias de base, foi campeão, artilheiro e eleito o melhor jogador do Mundial Sub-20, em 1983.

Foi depois deste título mundial que ele recebeu o apelido de ‘Pequeno Príncipe’, como contou ao Museu da Pelada: 

“Vem da vascaína Dulce Rosalina, falecida em 2004, que foi presidente da Torcida Organizada Vascaíno (TOV) e da Pequenos Vascaínos, que ao me ver desembarcar no aeroporto do Rio, lotado de torcedores e da imprensa que aguardavam os campeões mundiais de 83, ela me abraçou, me parabenizou pelos meus seis gols marcados na competição e por ter sido escolhido o melhor jogador. A Dulce, na euforia, me chamou de ‘Meu Pequeno Príncipe’, na frente de todo mundo. Eu sorri, agradeci o carinho, abracei a causa e gostei, pois pequeno eu sei que sou, agora príncipe foi ela que me intitulou”.

Geovani Silva vestiu a camisa da seleção brasileira por 23 partidas - Divulgação / Instagram

Outros clubes de Geovani

Antes de chegar ao Vasco, Geovani, teve estreia precoce no futebol profissional, aos 16 anos, na Desportiva Ferroviária, do Espírito Santo. E na reta final da carreira, após última passagem pelo Cruz-Maltino, passou por XV de Jaú e ABC, antes de retornar ao seu estado natal para atuar por Serra, Linhares, Rio Branco, Tupy e Vilavelhense, onde encerrou a carreira em 2022, aos 38 anos.

Geovani Silva atuou pelo Bologna, da Itália entre 1989 e 1991 - Divulgação / Instagram

Geovani Silva atuou pelo Bologna, da Itália entre 1989 e 1991 | Foto: Divulgação / Instagram

Ele também atuou por Bologna, da Itália, entre 1989 e 1991, Karlsruher, da Alemanha, até 1993, e Tigres, do México, em 1994.

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  • Informações do jornal O Dia – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação / Instagram
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