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Saúde / Doação de Sangue

Hemoes Vitória registra baixa no estoque de Sangue RH – e pede ajuda à população

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SAÚDE

Vitória / ES

O Centro de Hemoterapia e Hematologia do Espírito Santo (Hemoes), enfrenta uma baixa no estoque de sangue na unidade de Vitória, nesta segunda-feira (26). A urgência na captação é para doadores de sangue A, B e O negativos.

A diretora da unidade, Marcela Murad, faz um apelo para que as pessoas compareçam para a realização da doação na unidade de Vitória. “O sangue é um recurso insubstituível, e a doação é um gesto de amor que pode salvar vidas. Pacientes em tratamento de câncer, vítimas de acidentes graves, pessoas submetidas a cirurgias de grande porte e aqueles que sofrem de doenças crônicas, como a anemia falciforme, estão entre os que mais precisam desse ato de generosidade, seja um doador e ajude a salvar vidas”, ressalta a diretora Marcela Murad.

O fator RH negativo é relativamente raro, o que torna ainda mais crucial a contribuição da comunidade.

Governo ES - Alerta do HEMOES: queda no estoque de sangues A, B e O negativos

Para ser um doador de sangue é necessário que você tenha entre 16 a 69 anos, 11 meses e 29 dias.  Pesar mais de 50 quilos, estar em boas condições de saúde, e não ter doenças transmissíveis de forma venosa.

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Importante ressaltar que, doadores voluntários com 16 e 17 anos de idade podem doar mediante autorização formal dos pais e/ou responsável legal e apresentação do documento de quem assinou a autorização.

Para mais informações sobre a doação de sangue, acesse: https://hemoes.es.gov.br/quem-pode-e-quem-nao-pode-doar

Serviço:

Doação de sangue no Hemocentro de Vitória

Endereço: Avenida Marechal Campos, 1468, Maruípe, Vitória – ES 

Horário de Funcionamento: O Hemoes funciona todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados, das 7h às 19h.

Confira o estoque de bolsas de sangue nesta segunda-feira (26):

A B AB O
NEG POS NEG POS NEG POS NEG POS
Estoque Atual 03 46 06 33 05 72 03 58
Estoque Ideal 12 100 04 04 04 36 24 152

 * Saiba mais sobre a doação de sangue, acessando o site: https://hemoes.es.gov.br/

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  • Fonte: Sesa / Assessoria de Imprensa

 

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SAÚDE

Venda de ivermectina cresce após ator Mel Gibson citar cura do câncer

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Ator citou que três amigos teriam se recuperado de cânceres em estágio avançado usando o fármaco

Um estudo publicado na última terça-feira (12) na revista JAMA Network Open apontou um aumento expressivo nas prescrições de ivermectina nos Estados Unidos após declarações do ator Mel Gibson que, em janeiro do ano passado, afirmou que três amigos teriam se recuperado de cânceres em estágio avançado usando o fármaco.

O levantamento foi conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e analisou dados de mais de 68 milhões de pacientes entre 18 e 90 anos atendidos em serviços ambulatoriais e emergenciais no país. Os pesquisadores compararam prescrições da combinação ivermectina-benzimidazol entre janeiro e julho de 2025 com o mesmo período do ano anterior.

Os resultados mostraram que, de forma geral, as prescrições desses medicamentos dobraram após a repercussão das declarações. Entre pacientes com câncer, o aumento foi ainda mais acentuado, ultrapassando 2,5 vezes os índices registrados anteriormente.

Apesar do crescimento, os autores alegam que não há evidências clínicas que comprovem segurança ou eficácia da ivermectina ou de medicamentos benzimidazólicos no tratamento do câncer em humanos. No entanto, é ressaltado que essas substâncias chegaram a apresentar atividade anticancerígena em estudos laboratoriais e em testes com animais.

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No Brasil, a ivermectina é aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apenas para tratamento de infecções parasitárias. Já o fenbendazol é destinado ao uso veterinário.

A oncologista clínica Clarissa Baldotto, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), ressaltou que resultados promissores em laboratório representam apenas fase inicial da pesquisa científica.

– Muitas substâncias que parecem promissoras em laboratório não se confirmam em estudos clínicos. Apenas uma pequena parte das moléculas que entram em pesquisa pré-clínica chega a ser testada em humanos – afirmou.

Por se tratar de pesquisa observacional, o estudo não estabeleceu relação direta de causa e efeito e avaliou apenas prescrições médicas, sem confirmar se os medicamentos foram efetivamente utilizados pelos pacientes.

IVERMECTINA NA PANDEMIA DE COVID

A repercussão em torno da ivermectina também remete à forte polarização registrada na pandemia de Covid-19. À época, o fármaco foi defendido por setores da sociedade e por parte da classe médica como uma alternativa terapêutica acessível, além de símbolo da autonomia profissional diante do que classificavam como resistência de autoridades e organismos internacionais ao chamado tratamento precoce.

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Na ocasião, a controvérsia representava uma disputa sobre liberdade médica e direito de escolha do paciente. Defensores do protocolo, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, argumentavam que, em meio ao cenário de incerteza vivido na pandemia, os médicos deveriam ter a liberdade para prescreverem remédios como a hidroxicloroquina e a ivermectina caso entendessem ser uma forma viável de combate à Covid.

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  • FONTE: PlenoNews.
  • Foto destaque: Reprodução / Internet

 

 

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