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Saúde / Tratamento

Osteoporose: o que é, sintomas, causas e tratamento

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SAÚDE

A osteoporose é uma doença causada pela diminuição da massa óssea, deixando os ossos mais frágeis e aumentando, assim, o risco de fraturas na coluna, no braço, no quadril ou no fêmur, que é o osso da coxa.

Sendo uma doença silenciosa, a osteoporose geralmente não causa sintomas. No entanto, à medida que os ossos ficam enfraquecidos, algumas fraturas podem ocorrer causando sintomas como dor na coluna, postura curvada e diminuição da altura. Saiba reconhecer alguns sintomas da osteoporose.

Apesar da osteoporose não ter cura, o tratamento tem o objetivo de melhorar a qualidade de vida da pessoa e diminuir o risco de fraturas, podendo incluir exercícios físicos e o uso de suplementos e medicamentos que ajudam a melhorar a reabsorção de cálcio e formar a massa óssea.

Sintomas da osteoporose

Os principais sintomas da osteoporose são:

  • Dor na coluna;
  • Diminuição de, pelo menos, 2 cm de altura;
  • Formigamento nas pernas;
  • Postura curvada.

A osteoporose é uma doença silenciosa e que não causa sintomas na maioria das vezes. Por isso, a doença geralmente é identificada através de exames feitos após a ocorrência de fraturas, por exemplo.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da osteoporose é feito pelo ortopedista, através da avaliação dos sintomas e sinais apresentados e da história de saúde familiar e da pessoa.

Além disso, o médico também pode solicitar exames de sangue para complementar o diagnóstico, como hemograma completo, dosagem de cálcio e vitamina D, além da densitometria óssea, que é um exame de imagem que avalia a massa óssea. Veja como é feita a densitometria óssea.

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Principais causas

A osteoporose é causada pela diminuição da massa óssea, deixando os ossos mais frágeis, estando muito relacionada com o envelhecimento das células dos ossos, podendo acontecer principalmente em homens e mulheres após os 50 anos.

Outras causas que também podem favorecer o desenvolvimento da osteoporose são:

  • Doenças endócrinas, como diabetes ou hiperparatireoidismo;
  • Deficiência de cálcio e/ou vitamina D;
  • Sedentarismo;
  • Menopausa;
  • Alimentação inadequada;
  • Tabagismo;
  • Anorexia nervosa;
  • Alcoolismo;
  • Uso de alguns tipos de medicamentos;
  • Deficiência na produção de hormônios.
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Além disso, algumas doenças também podem aumentar o risco do desenvolvimento da osteoporose, como câncer, HIV, artrite reumatoide, hemofilia, insuficiência renal e talassemia.

Diferença entre osteopenia e osteoporose

osteopenia é um desequilíbrio na renovação óssea que causa a perda gradativa da densidade dos ossos e que, quando identificada na fase inicial, pode ser tratada, evitando-se, assim, a osteoporose.

Já a osteoporose é uma doença onde já existe uma elevada perda da massa óssea, deixando os ossos mais frágeis e aumentando, assim, o risco de fraturas.

Como é feito o tratamento

O tratamento para a osteoporose deve ser feito sob a orientação do ortopedista, ou clínico geral, e tem como objetivo diminuir a dor, melhorar a qualidade de vida da pessoa, diminuir o risco de fraturas e complicações.

O tratamento da osteoporose pode incluir:

1. Remédios

Os remédios indicados pelo médico variam de acordo com as causas da osteoporose, a idade, o sexo e o estado geral de saúde da pessoa, podendo ser indicados:

  • Bifosfonatos,como alendronato e risedronato, remédios que ajudam a manter a densidade dos ossos, evitando o risco de fraturas;
  • Anticorpos monoclonais,como o denosumabe e o romosozumab, medicamentos que são indicados principalmente para mulheres na pós menopausa e homens com alto risco de fraturas, ou quando outros tratamentos não foram eficazes;

Além disso, o médico também pode indicar o uso de teriparatida, que é um medicamento indicado para o tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa e em homens com elevado risco de fraturas.

2. Reposição hormonal

A reposição hormonal com estrogênio pode ser indicada principalmente para mulheres na menopausa, para evitar a perda de massa óssea e fraturas. Já a reposição hormonal com testosterona pode ser indicada para homens que, além da osteoporose, também apresentam baixos níveis desse hormônio no organismo.

3. Suplementos

Alguns suplementos, como cálciomagnésio e vitamina D também podem ser recomendados pelo médico para manter a saúde dos ossos.

No entanto, esses suplementos geralmente são recomendados em casos de baixa ingestão dos alimentos fonte ou em situações que diminuem a absorção de nutrientes, como nos casos de cirurgia bariátrica, doença celíaca e doença de Crohn.

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4. Alimentação saudável e variada

Manter uma alimentação saudável e adequada, incluindo alimentos ricos em cálcio e vitamina D, como leite, iogurte, brócolis e amêndoas, é fundamental para aumentar a absorção de cálcio e fósforo, melhorando a saúde dos ossos.

É importante também evitar alimentos que diminuem a absorção de cálcio, como café, chá preto, sal e comidas do tipo fast food. Veja como fazer uma dieta para osteoporose.

5. Exercícios físicos

Praticar exercícios físicos de forma regular, como caminhada, dança e hidroginástica, ajudam a fortalecer os músculos e articulações, prevenindo fraturas e aliviando os sintomas da osteoporose. Conheça alguns exercícios indicados para quem tem osteoporose.

Como prevenir

A prevenção da osteoporose deve ser feita ao longo da vida, desde o início na infância por meio da adoção de hábitos simples, como por exemplo:

  • Manter uma alimentação saudável e variada, consumindo alimentos ricos em cálcio e vitamina D, como laticínios, ovos e peixes gordurosos, porque esses nutrientes são fundamentais para a formação dos ossos;
  • Tomar de 15 a 30 minutos de sol por dia, para facilitar a produção de vitamina D pelo organismo, uma vez que essa vitamina participa no processo de absorção do cálcio no organismo. Veja como pegar sol para produzir vitamina D no organismo;
  • Praticar exercícios físicos, como caminhada, corrida e musculação, já que ajudam a fortalecer os músculos e articulações, melhorando a densidade óssea;
  • Evitar o cigarro, pois o hábito de fumar está associado a um risco aumentado de osteoporose;
  • Diminuir o consumo de bebidas alcoólicas, uma vez que o consumo de álcool está relacionado com a diminuição de cálcio pelo organismo.

No caso de pessoas idosas, é importante manter a casa segura para evitar quedas e diminuir o risco de fraturas. Assim, é recomendado evitar tapetes na casa e no banheiro, colocar pisos antiderrapantes e barras de proteção.

Confira no vídeo a seguir mais dicas para ter ossos mais fortes e diminuir, assim, o risco de osteoporose:

 


  • Informações de médicos especialistas – pesquisa Internet / Vídeos: Reprodução – Internet 
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SAÚDE

Venda de ivermectina cresce após ator Mel Gibson citar cura do câncer

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Ator citou que três amigos teriam se recuperado de cânceres em estágio avançado usando o fármaco

Um estudo publicado na última terça-feira (12) na revista JAMA Network Open apontou um aumento expressivo nas prescrições de ivermectina nos Estados Unidos após declarações do ator Mel Gibson que, em janeiro do ano passado, afirmou que três amigos teriam se recuperado de cânceres em estágio avançado usando o fármaco.

O levantamento foi conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e analisou dados de mais de 68 milhões de pacientes entre 18 e 90 anos atendidos em serviços ambulatoriais e emergenciais no país. Os pesquisadores compararam prescrições da combinação ivermectina-benzimidazol entre janeiro e julho de 2025 com o mesmo período do ano anterior.

Os resultados mostraram que, de forma geral, as prescrições desses medicamentos dobraram após a repercussão das declarações. Entre pacientes com câncer, o aumento foi ainda mais acentuado, ultrapassando 2,5 vezes os índices registrados anteriormente.

Apesar do crescimento, os autores alegam que não há evidências clínicas que comprovem segurança ou eficácia da ivermectina ou de medicamentos benzimidazólicos no tratamento do câncer em humanos. No entanto, é ressaltado que essas substâncias chegaram a apresentar atividade anticancerígena em estudos laboratoriais e em testes com animais.

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No Brasil, a ivermectina é aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apenas para tratamento de infecções parasitárias. Já o fenbendazol é destinado ao uso veterinário.

A oncologista clínica Clarissa Baldotto, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), ressaltou que resultados promissores em laboratório representam apenas fase inicial da pesquisa científica.

– Muitas substâncias que parecem promissoras em laboratório não se confirmam em estudos clínicos. Apenas uma pequena parte das moléculas que entram em pesquisa pré-clínica chega a ser testada em humanos – afirmou.

Por se tratar de pesquisa observacional, o estudo não estabeleceu relação direta de causa e efeito e avaliou apenas prescrições médicas, sem confirmar se os medicamentos foram efetivamente utilizados pelos pacientes.

IVERMECTINA NA PANDEMIA DE COVID

A repercussão em torno da ivermectina também remete à forte polarização registrada na pandemia de Covid-19. À época, o fármaco foi defendido por setores da sociedade e por parte da classe médica como uma alternativa terapêutica acessível, além de símbolo da autonomia profissional diante do que classificavam como resistência de autoridades e organismos internacionais ao chamado tratamento precoce.

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Na ocasião, a controvérsia representava uma disputa sobre liberdade médica e direito de escolha do paciente. Defensores do protocolo, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, argumentavam que, em meio ao cenário de incerteza vivido na pandemia, os médicos deveriam ter a liberdade para prescreverem remédios como a hidroxicloroquina e a ivermectina caso entendessem ser uma forma viável de combate à Covid.

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  • FONTE: PlenoNews.
  • Foto destaque: Reprodução / Internet

 

 

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