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Resgatados imigrantes clandestinos que sobreviveram 13 dias em leme de navio

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A embarcação partiu de Lagos, na Nigéria, em 27 de junho. A foto impressiona pela condição em que as quatro pessoas foram encontradas pela Polícia Federal

Foi acionada na manhã desta segunda-feira (10) a Policia Federal no Espírito Santo para ir a bordo de um navio de bandeira da Nigéria. O motivo foi que quatro pessoas clandestinas foram localizadas pelos tripulantes na casa de leme da embarcação, que partiu da cidade de Lagos, capital nigeriana, em 27 de junho.

De acordo com Polícia Federal, seus agentes do Núcleo de Polícia Marítima (Nepom) foram até a embarcação e confirmaram a presença das quatro pessoas clandestinas.

Todos foram resgatados pelo grupamento marítimo da PF. Em razão das condições precárias de saúde e, por motivos humanitários, foi autorizado o desembarque condicional.

O superintendente da Polícia Federal no Espírito Santo, delegado Eugênio Ricas, informou que os estrangeiros clandestinos irão ficar sob custódia e responsabilidade da Agência Marítima até que retornem ao país de origem compulsoriamente.

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Ainda de acordo com a Polícia Federal, as quatro pessoas resgatadas alegam ser nacionais da Nigéria, porém não dispõem de documentos para confirmarem suas origens e identidades.

* Com informações da Polícia Federal / Foto: Divulgação PF

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“Virou tudo cinza”: incêndio em apartamento de Jardim Camburi deixa aposentado sem nada

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Chamas e fumaça acabaram com o imóvel onde o aposentado Deilson Beltrame vivia há mais de quatro décadas

Por Laura Mel* / Vitória – ES

Depois de mais de quatro décadas vivendo no mesmo endereço, o aposentado Deilson Beltrame agora tenta recomeçar do zero. O apartamento onde morava, em Jardim Camburi, Vitória, foi destruído por um incêndio, na noite desta quarta-feira (15).

O morador contou que perdeu tudo, incluindo móveis, roupas e pertences do neto e da filha que moravam com ele, mas que não estavam em casa quando o fogo começou.

“Começou em cima do colchão, em um carregador de celular. Eu esqueci ele conectado à tomada. Estava sem o celular, mas estava conectado. Aí não sobrou nada”, disse Deilson Beltrame.

Além dos prejuízos materiais, ele também perdeu objetos pessoais que guardava da esposa, que morreu há um ano.

Apartamento não tinha seguro

Sem seguro para cobrir os danos internos, o morador terá que arcar sozinho com os custos da reconstrução. Deilson optou por não acionar a perícia do Corpo de Bombeiros para formalizar a causa do incêndio.

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Segundo ele, a decisão foi tomada diante da burocracia exigida para tentar acionar o seguro do condomínio, que não cobre danos internos ao imóvel. “Se eu for fazer por seguro, é uma amolação tremenda. São três orçamentos para cada tipo de trabalho”, afirmou.

De acordo com Deilson, a cobertura disponível no prédio se restringe a áreas comuns e não contempla perdas dentro dos apartamentos, o que o deixa responsável por todos os custos da reforma. O prejuízo estimado é de R$ 100 mil.

“Eu vou ter que trocar o piso todo, reformar o teto, que caiu. Acabou ventilador, ar-condicionado, cama, colchão, guarda-roupa… virou tudo cinza”.

Na noite do incêndio, o aposentado foi acolhido por vizinhos. A filha e o neto também precisaram buscar abrigo em casas de conhecidos. Apesar da destruição, ele destaca que conseguiu sair a tempo com a cachorrinha de estimação.

Incêndio destruiu quartos e danificou restante do imóvel

O incêndio atingiu o apartamento que fica no terceiro andar de um condomínio e mobilizou o Corpo de Bombeiros. Imagens registradas no momento mostram uma grande quantidade de fogo e fumaça preta saindo pela janela. A rua precisou ser interditada durante o atendimento da ocorrência.

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De acordo com os bombeiros, o fogo se espalhou rapidamente e destruiu quase todo o imóvel. Apenas a cozinha não foi atingida diretamente pelas chamas, mas ficou comprometida pela fumaça. O teto sofreu danos, com queda de gesso e reboco.

Como ajudar

Sem chave Pix, Deilson disponibilizou um telefone para quem quiser e puder contribuir com doações ou qualquer tipo de ajuda: (27) 99957-0202.

 A família precisa de móveis, roupas e apoio para a reconstrução do imóvel.

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  • Folha Vitória – Conteúdo / Com informações da repórter Alessandra Ximenes, da TV Vitória/Record, 
  • Foto Destaque; Crédito – TV Vitória / Record
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