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Carnaval Capixaba

Carnavalzinho de Vitória encanta a criançada em Jardim Camburi e no Parque Pedra da Cebola

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EVENTOS

Por Glaciere Carraretto*

Neste domingo (02), o “Carnavalzinho de Vitória” alegrou todas as crianças que estiveram nos dois pontos da programação. Os blocos infantis contaram com atrações especiais, como bandinhas de fanfarra, personagens lúdicos, brinquedos e atividades recreativas variadas, além de muita pipoca e algodão-doce.

Pela manhã, quem animou a garotada foi a Turma da Pituca, em Jardim Camburi. A Praça Nilze Mendes ficou supercolorida com as fantasias dos pequenos, que aproveitaram o dia com a família.

Natália Figueiredo, o marido, Felipe, e a filha, Laura, foram fantasiados de palhacinhos. “Vi no Instagram da Prefeitura de Vitória que teria o Carnavalzinho aqui em Jardim Camburi. É o primeiro Carnaval da Laura e de muitos que iremos curtir em família”, espera a jovem.

Mas nem só papais e mamães faziam a festa com os pequenos. Madrinha e tia, Isabela Alvenrenga levou a afilhada Ana Luísa. “Ela está encantada com a bandinha, concentradíssima”, brincou.

Renda

Na banquinha da vendedora Juliana Ribeiro Gomes, bem na pracinha, havia fantasias, confetes, máscaras e outros adereços para os pequenos. “Já vim preparada, pois as vendas aumentam muito quando tem Carnaval, ainda mais com música, pipoca e diversão para as crianças”, conta a autônoma, que trabalha há três anos com vendas.

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A pedagoga Rubiana Freitas viu no Carnaval uma oportunidade de ganhar um dinheiro extra. “Fiz as compras dos itens para venda pensando nos blocos infantis, pois são mais tranquilos”, descreveu.

Já na parte da tarde, foi a vez do Parque Pedra da Cebola ganhar um pouco mais de cor. O grupo Passarim foi responsável por embalar os mini foliões em uma linda festa que encerrou a programação deste Carnavalzinho de Vitória.

“O parque por si só já é bem gostoso. Poder vir aqui para meu filhote brincar e ouvir música com tranquilidade é muito bom”, comenta Fernanda Carvalho, com o filho Davi, de 2 anos.

No meio da galera também estava Melina, de 3 anos, com o papai, o supervisor de manutenção Altieres dos Santos. “É a primeira vez que a gente vem, e a Melina não viria sem fantasia. Está muito empolgada com a bandinha e em ver tantas crianças fantasiadas também”, destaca Altieres.

A programação foi organizada pela Prefeitura de Vitória, mais uma edição de sucesso, que animou toda a garotada e famílias que gostam de Carnaval.

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* Prefeitura de Vitória – Conteúdo

* Fotos: Glaciere Carraretto – PMV

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EVENTOS

Dia da Síndrome de Down reforça a importância da inclusão com autonomia e oportunidades

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Data chama atenção para desafios no mercado de trabalho e destaca iniciativas que promovem protagonismo no Espírito Santo

Por Camilla Gumieiro* / Vitória – ES

Todos os dias, Erick Luiz da Silva acorda cedo, se prepara e segue para o trabalho como auxiliar administrativo no Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra. Erick tem Síndrome de Down e construiu um caminho marcado por conquistas, desafios e, principalmente, oportunidades.

Desde pequeno, ele sempre quis participar de tudo. Esteve na escola regular, fez teatro, conviveu com os colegas e nunca aceitou ser colocado à parte. Com o apoio da família, seguiu em busca de inclusão e autonomia.

Para a mãe, Érika Soares da Silva, o protagonismo do filho sempre foi construído com incentivo e confiança. “Ele nunca fez nada por obrigação. Tudo que ele faz é porque quer provar, para ele mesmo e para os outros, que é capaz. Erick sempre quis estar junto, participar de tudo, nunca aceitou ser tratado de forma diferente.”

Com o mesmo entusiasmo de sempre, o jovem, que está com 27 anos, concluiu o ensino médio, fez o Enem e buscou qualificação profissional. Hoje, no mercado de trabalho, mostra, na prática, que inclusão não é sobre limitação. É sobre oportunidade.

Um cenário que ainda precisa avançar

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No Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, histórias como a de Erik ainda estão longe de ser a realidade da maioria. No Brasil, apenas 5,3% das pessoas com Síndrome de Down estão no mercado de trabalho, segundo dados do IBGE.

A data nos convida à reflexão sobre a necessidade de ampliar oportunidades e garantir a participação plena dessas pessoas na sociedade. Para o diretor social da Federação das Apaes do Espírito Santo (Feapaes-ES), Vanderson Gaburo, o principal desafio está na efetivação dessas oportunidades:

“A inclusão no mercado de trabalho não pode se limitar ao cumprimento de cotas. Ela começa no acesso à educação de qualidade e se concretiza quando existem oportunidades reais, com respeito, autonomia e valorização das potencialidades de cada pessoa. Mas também passa por uma mudança de mentalidade das empresas, que precisam enxergar essas pessoas para além do diagnóstico e reconhecer seu potencial”.

Inclusão que se constrói no dia a dia

Embora o Brasil tenha avançado com marcos importantes, como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), ainda há um longo caminho para transformar direitos em prática.

No Espírito Santo, iniciativas vêm fortalecendo esse caminho. As Apaes e sua coirmã Vitória Down atendem, juntas, mais de 10 mil pessoas com deficiência em todo o estado, atuando nas áreas de educação, saúde e assistência social.

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Programas como o Emprego Apoiado contribuem diretamente para a inserção profissional, oferecendo suporte técnico às empresas, adaptação de funções e acompanhamento contínuo dos profissionais e suas famílias, criando condições reais para que mais histórias como a de Erik se tornem possíveis.

Mais do que celebrar a data, o Dia Internacional da Síndrome de Down reforça a necessidade de construir uma sociedade onde inclusão seja regra e não exceção.

Evento da Vitória Down reforça a importância da convivência e da inclusão

Como parte das ações que marcam o Dia Internacional da Síndrome de Down, a coirmã Vitória Down promove, no dia 21 de março, uma manhã especial de integração na Praça dos Namorados, em Vitória.

A proposta é sair da rotina, fortalecer vínculos e proporcionar um momento leve ao lado de quem faz parte dessa caminhada. O encontro contará com atividades de convivência, troca de experiências e momentos de descontração para famílias e participantes. A programação acontece a partir das 8h, na Praça dos Namorados (atrás do Bob’s), e é aberta à comunidade.

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  • Pauta 6 Comunicação – Conteúdo
  • Foto Destaque: Divulgação / Feapaes-ES

 

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