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Política / Investigação

Ex-ministro da Dilma Rousseff disse que Ongs promovem “Estado Paralelo” na Amazônia

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A denúncia é de Aldo Rebelo em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Ongs

Sem os mesmos holofotes da CPMI do 8 de janeiro, a CPI das ONGs recebeu nesta terça-feira (11) o ex-ministro da Defesa e do Esporte, que não mediu palavras para criticar as organizações não-governamentais que atuam na Amazônia.

Segundo ele, há outros dois Estados na região que comandam a Amazônia, mais até que o Estado brasileiro: O crime organizado é o segundo Estado paralelo. O mais dominador é o Estado paralelo das ONGs, governando a Amazônia de fato.

Rebelo afirmou na CPI que as ONGs governam a Amazônia com “o auxílio formal do Estado brasileiro, do Ministério Público Federal, da Polícia Federal, do Ibama, da Funai”.

Aldo disse que “essas ONGs são apenas um instrumento, os interesses que elas representam estão lá fora”, no exterior.“Se alguém perguntar se isso não é teoria da conspiração, a história da Amazônia é de conspiração, a Amazônia é cobiçada antes de ser conhecida”, justificou Aldo Rebelo, que  defendeu uma limitação legal para a atuação de ONGs na Amazônia.

“Eu vi a organização que eu ajudei a criar se tornar uma força do mal. E, hoje, está ainda pior. O Greenpeace se tornou um esquema de corrupção”. A fala é de Patrick Moore, ex-presidente e cofundador da ONG mundialmente famosa Greenpeace.Segundo Moore, o Greenpeace e diversas outras ONGs se baseiam em mentiras criadas para continuar existindo, para ter algo para combater e assim continuar recebendo doações e concessões políticas.
Patrick Moore, Aldo Rebelo e outros entrevistados revelam como a causa ambientalista tem sido usada como cortina de fumaça para esconder interesses financeiros internacionais no Brasil.

* Com informações do Brasil Paralelo e da Câmara dos Deputados / Foto: Divulgação

 

 

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BRASIL

PEC do fim da 6×1 é adiada para 25/05 após impasse entre governo e Centrão

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Divergências sobre o período de transição da redução da jornada de 44 para 40 horas semanais travam parecer; governo quer aprovação ainda em maio na Câmara

Por FolhaPress* | Brasília – DF

A divulgação do parecer sobre a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 6×1, prevista para esta quarta-feira (20/05), foi adiada para segunda (25/05) por divergências entre o governo Lula (PT), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o relator do projeto, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA) em torno de alguns pontos do texto – como o período de transição.

A PEC reduzirá a jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas, mas o governo defende a diminuição imediata ou uma transição mais rápida, enquanto os deputados do Centrão querem um período de transição mais longo, de pelo menos quatro anos.

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A reunião para definir essa regra ocorreu na noite desta terça (19/05) entre Motta, Prates e os ministros do Trabalho, Luiz Marinho, e da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), José Guimarães, além do líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), e deputados do PT. No entanto, não houve acordo e os parlamentares decidiram adiar a apresentação do relatório para debater mais.

O essencial está decidido, os detalhes são absolutamente menores”, afirmou o líder do governo, Paulo Pimenta.

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De acordo com o relator, a mudança não afeta o calendário. “Arrancamos o compromisso do presidente Hugo Motta de que, assim que votarmos na comissão, ele votará em seguida no plenário”, disse Prates. O objetivo é concluir a aprovação da PEC na Câmara ainda em maio.

Prates afirmou que já está definido que haverá uma redução gradual da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas, sem redução de salários e com dois dias de folga por semana, um preferencialmente aos domingos. Com isso, ficará proibida a escala de 6 dias de trabalho com apenas um de descanso (a 6×1).

Também está decidido que a escala de categorias específicas será regulamentada posteriormente em lei ou por convenções e acordos coletivos, como para jornadas de 12 horas de trabalho para 36 de descanso, caso dos profissionais da saúde e segurança pública. Haverá também um limite de horas mensais, para ajustes da escala. Dessa forma, o trabalhador também poderá fazer ajustes.

Os demais pontos, como formas de mitigar o impacto para os custos das empresas e o tratamento dos micros e pequenos empresários, ainda serão debatidos ao longo da semana.

Motta resistia à redução da jornada de trabalho ano passado, mas decidiu encampar a proposta este ano e liderar a aprovação de uma PEC após o governo Lula indicar que mandaria um projeto de lei sobre o assunto. O texto está em debate desde fevereiro, sob críticas de empresários que argumentam que haverá aumento de custos e consequente repasse nos preços para a população.

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A oposição também atacou a proposta e indicou que votará contra a redução da jornada. O pré-candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ), afirmou nesta terça que a discussão sobre o fim da escala 6×1 é legítima, porém “inoportuna e eleitoreira”, e defendeu a remuneração por horas trabalhadas com manutenção de direitos trabalhistas.

“A remuneração por hora trabalhada traz liberdade, aumento da renda e proteção. Quem quer trabalhar mais ganha mais. Quem precisa de menos horas tem essa liberdade”, disse em nota. Ele reuniu as bancadas do partido na Câmara e no Senado para falar sobre o assunto.

Para que a PEC seja aprovada, é necessário que 308 dos 513 deputados votem favoravelmente, em dois turnos no plenário. Depois, o texto ainda precisa passar pelo Senado Federal. O governo Lula tenta que o tema seja aprovado antes da eleição de outubro para melhorar a popularidade do presidente.

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  • Foto destaque: Crédito – Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
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