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Em pronunciamento Mourão disse que há um desequilíbrio institucional em curso

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Brasília / DF

O vice-presidente Hamilton Mourão fez às 20h deste sábado (31), na qualidade de presidente em exercício, o último pronunciamento do governo Bolsonaro, antes de seu encerramento e posse do novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

“Trabalhamos e entregaremos ao próximo governo um país equilibrado”, disse o vice-presidente. Ele destacou também a possibilidade da inclusão do Brasil na OCDE, que exige princípios de democracia e livre mercado. Há resistência do novo governo à membresia brasileira na organização.

Mourão disse que houve “percalços” no governo, mas comemorou avanços na economia e na conservação da Amazônia. Ele instou seus eleitores a defender a economia liberal, que teria sido alvo de ataques “dos três poderes”. Indiretamente, reclamou de desmandos de autoridades que estariam agindo fora de suas competências legais, uma possível referência a Alexandre de Moraes.

Ele falou que há um “desequilíbrio institucional em curso” com um clima de caos e desagregação social. “A alternância do poder em uma democracia é saudável e deve ser preservada”, acrescentou Mourão, que pediu também a promoção de oportunidades iguais no país.

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“Mudaremos de governo, mas não de regime. Manteremos nosso caráter democrático”, disse o presidente em exercício. Ele pediu que os cidadãos retornem à normalidade e que representantes eleitos façam “dura oposição ao projeto progressista” do terceiro governo Lula. Mourão se despediu fazendo votos que o Brasil cumpra seu “destino manifesto” de ser a mais próspera e desenvolvida democracia liberal ao Sul do Equador.

 • Foto: Agência Brasil

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Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6×1

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Proposta prevê também redução de jornada a 40 horas semanais

Brasília – DF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na noite desta terça-feira (14), o projeto de lei que prevê o fim com a escala de seis dias trabalhados para um de descanso (6×1), e reduz a jornada de trabalho para, no máximo, 40 horas semanais.

A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial. Segundo o texto, a proposta é reduzir o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial.

A escala passaria a ser de cinco dias trabalhados para dois dias de descanso.

O presidente Lula, em postagem nas redes sociais, salientou que a proposta seguiu com “urgência constitucional, o que faz com que o Legislativo tenha 45 dias para a deliberação da matéria. 

De acordo com Lula, o envio da proposta tem relação com a dignidade das famílias brasileiras, “de quem constrói o Brasil todos os dias”. O presidente ressaltou que a jornada menor não prevê qualquer redução no salário. 

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Conforme o governo, a proposta abrange também trabalhadores domésticoscomerciários, atletasaeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela Consolidação das Leis do Trabalho.

Ainda de acordo com o Executivo, a proposta tem aplicação geral. “O limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados”, informa.

Veja o que prevê o projeto de lei: 

    • Jornada semanal: limite passa de 44 para 40 horas
    • Descanso ampliado: ao menos dois dias de repouso semanal remunerado
    • Novo padrão: consolidação do modelo 5×2 e redução das horas trabalhadas
    • Salário protegido: vedada qualquer redução salarial
    • Abrangência ampla: inclui domésticos, comerciário, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela CLT e leis especiais.
    • Aplicação geral: limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados
  • Flexibilidade: mantém escalas como 12hx36 por acordo coletivo, respeitada a média de 40 horas por semana
  • —————————————————————————–
  • Informações da Presidência da República
  • *Foto destaque: Crédito – Marcelo Camargo / Agência Brasil
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