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Política Estadual

Pazolini declara apoio a Flávio Bolsonaro para a Presidência

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Política / Eleições

Pré-candidato a governador, ele também criticou as penas aos condenados do dia 8 de janeiro e disse que caminhará com Magno e Maguinha

Num aceno que tem como destinatário o PL e o eleitorado bolsonarista, o ex-prefeito e pré-candidato ao governo do Estado Lorenzo Pazolini (Republicanos) declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL), na disputa pela Presidência da República.

O anúncio foi feito durante uma entrevista à Rádio AuriVerde – um veículo que tem como lema ser “a voz da direita” –, na manhã da segunda-feira (13).

Ao ser questionado sobre o posicionamento com relação ao plano nacional e sobre um possível acordo entre PL e Republicanos, Pazolini afirmou que vai apoiar Flávio como candidato a presidente do País.

Em relação ao Espírito Santo, nosso posicionamento é claro. O Republicanos daqui, o presidente Erick Musso, nós já temos o nosso sentimento de continuarmos na posição onde nós sempre estivemos, ou seja, nós temos o pré-candidato a presidente da República bem estabelecido, bem fincado, o Flávio Bolsonaro. E nós temos trabalhado junto ao Republicanos nacional por essa convergência da direita. Isso é fundamental”,afirmou.

A declaração de Pazolini vem um dia após o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, divulgar uma nota negando que já tenha fechado apoio a Flávio para a corrida ao Palácio do Planalto.

Pereira disse ainda que, numa sondagem interna à bancada paulista do partido, os filiados se mostraram frustrados com o possível apoio e indicaram a neutralidade, como posicionamento partidário em relação à eleição presidencial.

O posicionamento do dirigente nacional diverge do presidente do Republicanos capixaba, Erick Musso, que no sábado (11), também em uma nota pública, conclamou os partidos de direita a se unirem.

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Na entrevista, Pazolini fez coro a Erick: “Nós entendemos que precisamos estar juntos”, disse o ex-prefeito. Segundo o apresentador do programa, Alexandre Pittoli, o senador Magno Malta (PL) teria intermediado a entrevista e atuado como “cartão de visita” em favor de Pazolini.

8 de janeiro

Pazolini também se posicionou com relação a pautas caras ao bolsonarismo, como as condenações dos que participaram dos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023. Segundo ele, as penas são desproporcionais e geram “sentimento de injustiça”.

Tem coisas que nós não aceitamos, como por exemplo, essas penas como elas foram estabelecidas, em relação ao dia 8 de janeiro. São coisas que, de fato, aviltam o nosso direito à liberdade. Trazem um sentimento de profunda tristeza e revolta para nós (…) Muita gente do 8 de janeiro tem penas superiores a pessoas que foram condenadas por homicídio qualificado, isso é absolutamente desproporcional. Não reflete o sentimento do brasileiro e traz o sentimento de grande injustiça”, afirmou.

Ele também criticou, de forma sutil, o Supremo Tribunal Federal (STF): “Isso demonstra que o País precisa ser passado a limpo. Precisa de um sistema de freios e contrapesos (…) Não dá para aceitar que um Poder entre em assuntos próprios do Parlamento, que não deveriam ser tratados em outra esfera de atribuição”.

Apoio a Maguinha

Um outro ponto que chamou a atenção na entrevista, que durou cerca de 20 minutos, foi o fato de Pazolini ter citado, por mais de uma vez, a pré-candidatura ao Senado de Maguinha Malta, filha do senador Magno Malta, em tom de apoio e exemplo para a construção de um “Senado forte”.

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“Nós precisamos de um Senado forte, por isso a importância da pré-candidatura da senadora (sic) Maguinha, para que não tenha a sobreposição de um Poder sobre o outro”, disse Pazolini.

Num outro momento, ao defender a união de forças na direita, ele afirmou: “O importante é manter a união para cuidar dos capixabas e dos brasileiros, caminhando junto com o PL, com o senador Magno, com a Maguinha, para que possamos reescrever essa história, corrigir essas coisas que aconteceram”.

O apoio à pré-candidatura de Maguinha é um dos pontos centrais para o fechamento da aliança entre PL e Republicanos no Estado. É a prioridade do PL-ES, ou melhor, do senador Magno Malta.

Acontece que o grupo político de Pazolini também conta com outros nomes que também desejam disputar o Senado. Inclusive, seu próprio partido, o Republicanos, tem dois cotados: o deputado federal Evair de Melo e o ex-deputado Carlos Manato.

No PSD também há dois nomes fortes para o Senado: o do ex-governador Paulo Hartung e o do deputado estadual Sergio Meneguelli – que em entrevista afirmou que não recua da disputa ao Senado e que o PSD não irá obedecer às decisões de PL e Republicanos.

Com o apoio público expressado por Pazolini à pré-candidatura de Maguinha ao Senado – caso o PL entre na coligação – sobrará apenas uma vaga livre. Ou seja, muita gente vai sair frustrada dessa composição.

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  • Reprodução de matéria da mídia
  • Foto destaque: Reprodução
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Política / Eleições

Câmara de São Mateus realiza eleição da nova Mesa Diretora e Wanderlei Segantini é reeleito presidente

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A posse só vai acontecer em janeiro de 2027, de acordo com o Regimento Interno da Câmara

São Mateus (ES) | Do Correspondente

Não houve surpresa na eleição da Mesa Diretora da Câmara, pois, nos bastidores, já era dada como certa a manutenção da atual composição. Assim, Wanderlei Segantini (MDB) foi reeleito presidente, tendo como vice-presidente Wan Borges (PSB), Isamara da Farmácia (União Brasil) como 1ª secretária e Wap Wap (Podemos) como 2º secretário.

A chapa foi eleita com 10 votos favoráveis e apenas um contrário.

Wanderlei Segantini com os componentes da Mesa Diretora: Wan Borges, Isamara da Farmácia e Wap Wap / Foto: CMSM

A sessão foi realizada na manhã desta terça-feira (30) e contou com grande presença de público. Os trabalhos foram conduzidos pelo vereador Vilmar do Seac (PSD), que, conforme determina o Regimento Interno da Câmara, presidiu a sessão por ser o parlamentar de maior idade.

Tradicionalmente, a eleição da Mesa Diretora era realizada em 20 de dezembro, ao fim de cada mandato da presidência. No entanto, durante a gestão do ex-vereador Paulo Fundão, a data foi alterada. A mudança causou estranheza à época, mas ocorreu dentro da legalidade.

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Para a população, ainda causa surpresa o fato de a eleição acontecer em junho, enquanto a posse da nova Mesa Diretora está prevista apenas para janeiro do ano seguinte. Até lá, os integrantes da atual composição permanecerão no exercício de seus cargos.

Reeleito presidente da Câmara, Wanderlei Segantini reafirmou o compromisso de manter a mesma postura adotada em seu mandato, pautada pelo diálogo, pelo tratamento igualitário entre os vereadores e pelo apoio institucional ao Poder Executivo na governança do município de São Mateus.

A posse da Mesa Diretora eleita está prevista para o dia 02 de janeiro do próximo ano. É o que estabelece o Regimento Interno da Câmara Municipal de São Mateus.

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*Foto destaque: Reprodução / Rede Social

 

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  • Foto destaque: Reprodução / CMSM
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