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Escândalo no Mercado Financeiro

Após audiência de custódia, Justiça mantém prisão de Daniel Vorcaro

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Brasil / Economia

Fundador do Banco Master segue detido no âmbito da operação que investiga emissão de títulos de crédito falsos e movimentação de bilhões no sistema financeiro

Por Jéssica Andrade* – Brasília / DF

Na noite desta terça-feira (18/11), a Justiça Federal decidiu manter a prisão do bancário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ele foi detido na noite de segunda-feira (17), no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Ele se preparava para embarcar para o exterior.

Além dele, seu sócio, Augusto Lima, e outros cinco presos também passaram por audiência de custódia e todos permanecem detidos por determinação da Justiça.

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Segundo as investigações, o Banco Master teria comprado carteiras de crédito “insubsistentes”, ou seja, sem lastro ou pagamentos, e depois as revendido para outra instituição por valores da ordem de R$ 12 bilhões, em duas parcelas ao longo de dois meses. A defesa de Vorcaro, no entanto, afirma que ele estava em viagem de negócios relacionada à venda da instituição e que sempre se colocou à disposição para colaboração. 

Paralelamente, o Banco Central decretou, nesta terça, a liquidação extrajudicial do Banco Master, encerrando definitivamente a possibilidade de sua venda ao grupo interessado menos de 24 horas antes da deflagração da operação. 

A defesa de Vorcaro prepara pedido de habeas corpus para requerer sua liberdade.  Até o fechamento desta reportagem, não houve retorno dos advogados sobre os próximos passos de cooperação.

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Brasil / Economia

Brasil reage e tenta derrubar veto da União Europeia à carne nacional

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Governo diz ter recebido decisão do bloco europeu com surpresa e marcará reunião com autoridades europeias

Por Nathallie Lopes* | Brasília – DF

O governo brasileiro afirmou nesta terça-feira (12/5) que vai tentar reverter a decisão da União Europeia (UE) de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano para o bloco europeu. A medida europeia deve entrar em vigor em 3 de setembro de 2026.

Em nota conjunta, o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços disseram ter recebido a decisão “com surpresa” e afirmaram que o país adotará “todas as medidas necessárias” para assegurar a continuidade das exportações brasileiras ao mercado europeu.

Segundo o comunicado, o chefe da delegação brasileira junto à União Europeia já tem uma reunião agendada para esta quarta-feira (13/5) com autoridades sanitárias do bloco europeu. O objetivo do encontro será buscar esclarecimentos sobre os motivos da exclusão do Brasil da lista de exportadores autorizados.

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Apesar da decisão, o governo ressaltou que as exportações brasileiras seguem ocorrendo normalmente e que as restrições só passam a valer a partir de setembro.

Na nota oficial, o governo também defendeu o sistema sanitário nacional e destacou o histórico das exportações agropecuárias brasileiras. Segundo o comunicado, o Brasil possui um sistema sanitário “robusto e de qualidade internacional reconhecida” e fornece produtos agrícolas ao mercado europeu há cerca de 40 anos.

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