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Atriz global denuncia troca de assento em voo da American Airlines de Nova York para o Rio

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Por Carlos Martins*

Em um relato nas redes sociais, a atriz Ingrid Guimarães expôs uma situação que classificou como abusiva e constrangedora ocorrida a bordo de um voo da American Airlines.

A atriz é conhecida por atuações em grandes produções brasileiras, principalmente do Grupo Globo, que incluem a trilogia de filmes “De Pernas pro Ar” e também a série televisa “Sob Nova Direção“.

Segundo o relato divulgado em seu perfil no X (ex-Twitter), ela havia adquirido passagem na classe Premium Economy para o trecho de Nova York a Rio de Janeiro, que foi realizado nesta sexta-feira, 7 de março, mas, logo após se acomodar e afivelar o cinto, foi surpreendida por uma exigência inesperada.

De acordo com a atriz, um funcionário da companhia aérea informou que ela precisaria abandonar seu assento e se transferir para a classe econômica (o chamado downgrade), pois supostamente uma cadeira na executiva havia sido quebrada e outro passageiro necessitava daquele lugar.

Incrédula, Ingrid afirmou desconhecer tal regra e insistiu que permanecesse em seu assento, pelo qual havia pago. A situação rapidamente se agravou. A atriz relata que, após sua recusa, funcionários passaram a pressioná-la e ameaçá-la, afirmando inclusive que ela nunca mais poderia viajar com a companhia.

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“Aí foram aparecendo três pessoas, todas me ameaçando e dizendo que o voo não sairia, que todo mundo teria que descer por minha causa”, afirmou Ingrid. Em meio ao tumulto, sua irmã e seu cunhado, que dominam melhor o inglês, tentaram intervir, mas foram silenciados por uma funcionária. Segundo o relato, um comissário brasileiro teria inclusive declarado: “Querida, é melhor você sair, por bem ou por mal.

A situação se agravou a ponto de a funcionária da American Airlines anunciar pelo microfone, num voo repleto de brasileiros, que todos deveriam desembarcar por conta de uma passageira.

Diante do constrangimento público e das ameaças, Ingrid acabou cedendo à pressão e foi transferida para a classe econômica, recebendo, em troca, um voucher com um desconto de US$ 300 (R$ 1.700) para uma próxima passagem – sem que houvesse qualquer explicação ou negociação sobre o ocorrido.

A atriz questionou a lógica do procedimento, perguntando: “O que eu tenho a ver com a cadeira quebrada da executiva dos outros? Não deveriam oferecer, para outras pessoas, uma negociação ou bonificação, em vez de uma imposição?”

“Comprei uma passagem na Premiun Economy e quando ja estava sentada com o cinto colocado um funcionário me comunicou que eu teria que sair do meu lugar e ir pra classe econômica pq tinha quebrado uma cadeira ma executiva e a pessoa ia pegar meu lugar. Tipo é uma regra, sai do seu…”

O relato de Ingrid Guimarães tem gerado forte repercussão nas redes sociais, com muitos questionando as práticas da companhia aérea e exigindo uma resposta oficial da American Airlines sobre o incidente. Até o momento, a empresa não se pronunciou sobre o ocorrido, mas pediu para que a atriz mandasse mensagem privada para dar tratamento ao caso.

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* Informações Aeroin – Conteúdo

* Foto: Reprodução / Aeroin

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“Virou tudo cinza”: incêndio em apartamento de Jardim Camburi deixa aposentado sem nada

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Chamas e fumaça acabaram com o imóvel onde o aposentado Deilson Beltrame vivia há mais de quatro décadas

Por Laura Mel* / Vitória – ES

Depois de mais de quatro décadas vivendo no mesmo endereço, o aposentado Deilson Beltrame agora tenta recomeçar do zero. O apartamento onde morava, em Jardim Camburi, Vitória, foi destruído por um incêndio, na noite desta quarta-feira (15).

O morador contou que perdeu tudo, incluindo móveis, roupas e pertences do neto e da filha que moravam com ele, mas que não estavam em casa quando o fogo começou.

“Começou em cima do colchão, em um carregador de celular. Eu esqueci ele conectado à tomada. Estava sem o celular, mas estava conectado. Aí não sobrou nada”, disse Deilson Beltrame.

Além dos prejuízos materiais, ele também perdeu objetos pessoais que guardava da esposa, que morreu há um ano.

Apartamento não tinha seguro

Sem seguro para cobrir os danos internos, o morador terá que arcar sozinho com os custos da reconstrução. Deilson optou por não acionar a perícia do Corpo de Bombeiros para formalizar a causa do incêndio.

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Segundo ele, a decisão foi tomada diante da burocracia exigida para tentar acionar o seguro do condomínio, que não cobre danos internos ao imóvel. “Se eu for fazer por seguro, é uma amolação tremenda. São três orçamentos para cada tipo de trabalho”, afirmou.

De acordo com Deilson, a cobertura disponível no prédio se restringe a áreas comuns e não contempla perdas dentro dos apartamentos, o que o deixa responsável por todos os custos da reforma. O prejuízo estimado é de R$ 100 mil.

“Eu vou ter que trocar o piso todo, reformar o teto, que caiu. Acabou ventilador, ar-condicionado, cama, colchão, guarda-roupa… virou tudo cinza”.

Na noite do incêndio, o aposentado foi acolhido por vizinhos. A filha e o neto também precisaram buscar abrigo em casas de conhecidos. Apesar da destruição, ele destaca que conseguiu sair a tempo com a cachorrinha de estimação.

Incêndio destruiu quartos e danificou restante do imóvel

O incêndio atingiu o apartamento que fica no terceiro andar de um condomínio e mobilizou o Corpo de Bombeiros. Imagens registradas no momento mostram uma grande quantidade de fogo e fumaça preta saindo pela janela. A rua precisou ser interditada durante o atendimento da ocorrência.

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De acordo com os bombeiros, o fogo se espalhou rapidamente e destruiu quase todo o imóvel. Apenas a cozinha não foi atingida diretamente pelas chamas, mas ficou comprometida pela fumaça. O teto sofreu danos, com queda de gesso e reboco.

Como ajudar

Sem chave Pix, Deilson disponibilizou um telefone para quem quiser e puder contribuir com doações ou qualquer tipo de ajuda: (27) 99957-0202.

 A família precisa de móveis, roupas e apoio para a reconstrução do imóvel.

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  • Folha Vitória – Conteúdo / Com informações da repórter Alessandra Ximenes, da TV Vitória/Record, 
  • Foto Destaque; Crédito – TV Vitória / Record
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