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Violência Contra a Mulher

Agosto Lilás: Faculdade Estácio em Vitória sedia seminário sobre prevenção à violência contra mulheres

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EVENTOS

Com parceria da Secretaria de Cidadania, Direitos Humanos e Trabalho e da Subsecretaria da Mulher de Vitória, evento é gratuito e será ministrado por mulheres dos setores social, público e judiciário, como a juíza Brunella Baglioli

Vitória / ES

O mês de agosto é tradicionalmente um período de maior conscientização sobre temas relacionados à violência contra a mulher e feminicídio, daí a nomenclatura “agosto lilás”. E para fortalecer o tópico na capital capixaba, a Faculdade Estácio em parceria com a Secretaria de Cidadania, Direitos Humanos e Trabalho e da Subsecretaria da Mulher de Vitória, vai sediar um seminário de prevenção à violência contra as mulheres e indicação de redes de serviço para acolhimento de vítimas e denúncias, na próxima quinta-feira (22), das 19h às 21h30. O evento é aberto ao público e será realizado no auditório da unidade de Jardim Camburi da Estácio.

Ao todo, seis pessoas vão participar abordando diversas áreas de atuação. Destaque para a juíza titular da 1ª vara especializada em violência doméstica e familiar contra a mulher, Dra. Brunella Faustini Baglioli, que palestrará na maior parte do seminário. Outra presença significativa confirmada é da subsecretária da Mulher em Vitória, Bruna Olly, que será a responsável pelo encerramento da noite, discursando sobre a elaboração, coordenação e implementação de políticas públicas direcionadas ao universo feminino.

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O objetivo geral do encontro, que ainda terá a presença de membros do Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAMSV), do Conselho Municipal da Mulher (COMUM) e da Casa Rosa (centro especializado de atenção à saúde da mulher e famílias em situação de violência), é conscientizar a população, recomendar os canais e órgãos de amparo e alertar sobre as consequências que podem ser geradas tanto para quem sofre violência, quanto para quem a comete, já que é um crime cabível de prisão, podendo haver condenação superior a quatro anos de detenção.

Para Anderson Paulo da Cruz, diretor da Estácio no Espírito Santo, eventos como este são uma iniciativa fundamental para a construção de cidadãos mais conscientes e respeitadores. “Esta causa é extremamente importante para todos nós e reflete um compromisso com a construção de uma sociedade mais justa, segura e igualitária. Na Estácio, acreditamos que a educação e a conscientização são ferramentas poderosas na luta contra a violência de uma forma geral. O evento é gratuito e aberto a qualquer pessoa, então quem quiser acompanhar é só chegar na faculdade que será bem-vindo”, garantiu Anderson.

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Seminário-Aula de prevenção à violência contra as mulheres e indicação de redes de serviço – “Maria da Penha vai à Universidade”

Local: auditório da faculdade Estácio – Av. Dr. Herwan Modenese Wanderley, 1001 – Jardim Camburi, Vitória – ES

Data: 22 de agosto de 2024

Horário: 19h às 21h30

Valor: entrada gratuita

Participantes:

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  • Drª Brunella Faustini Baglioli – juíza titular da 1ª vara especializada em violência doméstica e familiar contra a mulher;
  • Bruna Olly – subsecretária da Mulher em Vitória;
  • Maria Adelina Diniz – gerente de proteção à mulher e coordenadora de políticas de promoção e defesa dos direitos da mulher;
  • Jordana de Paula Louvem – secretária executiva do Conselho Municipal da Mulher (COMUM);
  • Fernanda da Silva Vieira – assistente social / coordenadora do Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAMSV);Visualização da imagem
  • Clícia Dora Rocha da Silva – diretora do Centro Especializado de Atenção à Saúde da Mulher e Famílias em Situação de Violência (Casa Rosa).

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* Fonte: Pauta 6 e Organizadores

* Foto: Divulgação / Estácio

 

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EVENTOS

Dia da Síndrome de Down reforça a importância da inclusão com autonomia e oportunidades

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Data chama atenção para desafios no mercado de trabalho e destaca iniciativas que promovem protagonismo no Espírito Santo

Por Camilla Gumieiro* / Vitória – ES

Todos os dias, Erick Luiz da Silva acorda cedo, se prepara e segue para o trabalho como auxiliar administrativo no Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra. Erick tem Síndrome de Down e construiu um caminho marcado por conquistas, desafios e, principalmente, oportunidades.

Desde pequeno, ele sempre quis participar de tudo. Esteve na escola regular, fez teatro, conviveu com os colegas e nunca aceitou ser colocado à parte. Com o apoio da família, seguiu em busca de inclusão e autonomia.

Para a mãe, Érika Soares da Silva, o protagonismo do filho sempre foi construído com incentivo e confiança. “Ele nunca fez nada por obrigação. Tudo que ele faz é porque quer provar, para ele mesmo e para os outros, que é capaz. Erick sempre quis estar junto, participar de tudo, nunca aceitou ser tratado de forma diferente.”

Com o mesmo entusiasmo de sempre, o jovem, que está com 27 anos, concluiu o ensino médio, fez o Enem e buscou qualificação profissional. Hoje, no mercado de trabalho, mostra, na prática, que inclusão não é sobre limitação. É sobre oportunidade.

Um cenário que ainda precisa avançar

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No Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, histórias como a de Erik ainda estão longe de ser a realidade da maioria. No Brasil, apenas 5,3% das pessoas com Síndrome de Down estão no mercado de trabalho, segundo dados do IBGE.

A data nos convida à reflexão sobre a necessidade de ampliar oportunidades e garantir a participação plena dessas pessoas na sociedade. Para o diretor social da Federação das Apaes do Espírito Santo (Feapaes-ES), Vanderson Gaburo, o principal desafio está na efetivação dessas oportunidades:

“A inclusão no mercado de trabalho não pode se limitar ao cumprimento de cotas. Ela começa no acesso à educação de qualidade e se concretiza quando existem oportunidades reais, com respeito, autonomia e valorização das potencialidades de cada pessoa. Mas também passa por uma mudança de mentalidade das empresas, que precisam enxergar essas pessoas para além do diagnóstico e reconhecer seu potencial”.

Inclusão que se constrói no dia a dia

Embora o Brasil tenha avançado com marcos importantes, como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), ainda há um longo caminho para transformar direitos em prática.

No Espírito Santo, iniciativas vêm fortalecendo esse caminho. As Apaes e sua coirmã Vitória Down atendem, juntas, mais de 10 mil pessoas com deficiência em todo o estado, atuando nas áreas de educação, saúde e assistência social.

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Programas como o Emprego Apoiado contribuem diretamente para a inserção profissional, oferecendo suporte técnico às empresas, adaptação de funções e acompanhamento contínuo dos profissionais e suas famílias, criando condições reais para que mais histórias como a de Erik se tornem possíveis.

Mais do que celebrar a data, o Dia Internacional da Síndrome de Down reforça a necessidade de construir uma sociedade onde inclusão seja regra e não exceção.

Evento da Vitória Down reforça a importância da convivência e da inclusão

Como parte das ações que marcam o Dia Internacional da Síndrome de Down, a coirmã Vitória Down promove, no dia 21 de março, uma manhã especial de integração na Praça dos Namorados, em Vitória.

A proposta é sair da rotina, fortalecer vínculos e proporcionar um momento leve ao lado de quem faz parte dessa caminhada. O encontro contará com atividades de convivência, troca de experiências e momentos de descontração para famílias e participantes. A programação acontece a partir das 8h, na Praça dos Namorados (atrás do Bob’s), e é aberta à comunidade.

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  • Pauta 6 Comunicação – Conteúdo
  • Foto Destaque: Divulgação / Feapaes-ES

 

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