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Vasco Ressuscitando!

Vasco goleia o Coritiba em partida de futebol praticado por times que estão no G4

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Esportes / Futebol

Goleada sobre o Coritiba indica que sair da zona de rebaixamento é uma realidade e sonhar além é também uma possibilidade

Rio de janeiro

Uma pessoa desavisada que assistiu a goleada do Vasco sobre o Coritiba, por 5 a 1, em São Januário, dificilmente pensaria que os dois times estão na zona de rebaixamento. E é justamente por isso que dá para dizer, sem medo de errar, que o Cruz-Maltino atualmente é um dos times mais competitivos do Campeonato Brasileiro e a posição na tabela não condiz com o desempenho em campo.

Não por acaso o Vasco ocupa a segunda posição do segundo turno, com 10 pontos, mesma pontuação de Palmeiras, Fluminense e Red Bull Bragantino, mas levando a melhor no saldo de gols. Vale lembrar que os três times estão no G6 do Brasileirão e tiveram dificuldades com o Cruz-Maltino. O Tricolor perdeu, o Verdão venceu, mas com a ajudinha do VAR, e o Massa Bruta empatou, depois de estar perdendo.

Esses fatos dão argumentos para acreditar que o Vasco pode sim sonhar com voos mais altos no Campeonato Brasileiro, e não apenas escapar do rebaixamento. O time inclusive pode deixar o Z4 na segunda-feira (25), quando enfrenta o América-MG, no Independência, pelo jogo adiado da 15ª rodada.

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Tirando a frieza dos números, o Vasco tem tido atuações sólidas, independentemente do adversário que enfrenta. Se pegou um mais forte, como o Fluminense, competiu e venceu. Quando enfrentou um mais fraco, como o Coritiba, atropelou. As duas situações aconteceram em menos de uma semana e com escalações diferentes.

Ramón Díaz,que ainda não repetiu o time titular, escalou Payet de início pela primeira vez. As características da equipe mudaram, mas não o desempenho, mostrando que o treinador argentino tem o elenco na mão. O segundo gol na goleada sobre o Coritiba, marcado no primeiro tempo, foi prova disso.

O Vasco trocou 17 passes em 45 segundos até a conclusão de Rossi, que teve o trabalho apenas de escorar para o gol. Oito dos 11 jogadores tocaram na bola. As exceções foram Léo Jardim, Léo e Vegetti.

Além de mostrar um coletivo forte, o Vasco tem jogadores que estão se destacando individualmente. Isso vale tanto para os que chegaram na última janela, como Vegetti, Paulinho, Praxedes, Medel e Rossi, como para os que já estavam no elenco, como Léo Jardim, Léo, Lucas Piton e Zé Gabriel.

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Soma-se a isso tudo a força da torcida, agora em São Januário, combinação que deixa o Vasco ainda mais forte. Com esse reforço de peso, difícil não olhar para parte de cima da tabela.

Outros resultados / Brasileirão Série A

Quarta-feira (20):

  • Fluminense 1 x 0 Cruzeiro

Quinta-feira (21):

  • Grêmio 1 x 0 Palmeiras
  • Athletico-PR 2 x 1 Internacional

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* Informações Jornal Lance / Fotos: Leandro Amorim – Vasco

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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