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Governo do Estado investe em infraestrutura rural em 21 municípios

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A finalidade é dar mais mobilidade e qualidade de vida para população que vive na zona rural do Espírito Santo.

Foram R$ 3,16 milhões investidos no ano passado para adquirir, transportar e montar 33 pontes de concreto em várias localidades rurais de norte a sul do Estado.

No último ano, o Governo do Estado investiu R$ 3,16 milhões para adquirir, transportar e montar 33 pontes de concreto em diversas localidades rurais de norte a sul do Estado.

Isso é fruto do trabalho da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) em parceria com as prefeituras de 21 municípios capixabas. O investimento vai garantir mais segurança para pedestres e veículos que trafegam pelas vias, além de otimizar o escoamento da produção agrícola nas localidades contempladas.

Cada estrutura tem entre seis e 25 metros de comprimento, que em conjunto somam 366 metros de pontes instaladas em comunidades localizadas na zona rural do Espírito Santo. O investimento em cada uma delas varia de R$ 40 mil a R$ 201 mil, dependendo do tamanho.

“O trabalho realizado pelo Governo do Estado reforça o compromisso que temos em investir na infraestrutura rural capixaba para levar melhores condições às pessoas que vivem no campo e impulsionar os negócios relacionados às cadeias produtivas da agropecuária capixaba”, afirma o secretário de Estado da Agricultura, Enio Bergoli.

O produtor rural Erickson do Santos é dono de uma fábrica de laticínios em Jabuticaba, zona rural de Guarapari, região contemplada com a construção de uma ponte de 12 metros de extensão. Ele conta que ele e muitas outras pessoas do bairro ficaram sem acesso as próprias casas depois que a única ponte da região, uma ponte antiga de madeira, rompeu com a passagem de um caminhão.

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“Eu fiquei sem acesso a minha casa e também a Estância Queijos Artesanais que é a minha fábrica de laticínios, onde inclusive trabalham meus filhos e algumas pessoas aqui da região. Há quase quatro anos a nossa rotina era deixar o carro do outro lado da margem e atravessar uma pinguela, com compras, insumos agrícolas e tudo que precisasse. Era a única passagem. O transporte escolar das crianças parava do outro lado da margem e elas atravessavam a pinguela bamba carregando as mochilas. Em outra ocasião uma senhora passou mal e teve que ser levada nas costas por essa passagem estreita de madeira da pinguela. Graças a Deus e ao Governo do Estado, a Secretaria da Agricultura olhou por nós nessa situação. Agradecemos muito a instalação da ponte que transformou a nossa realidade aqui”, comentou.

A construção da nova ponte na região facilitará o deslocamento entre os distritos rurais, o escoamento de produtos agrícolas, o agroturismo local além de garantir mais segurança para veículos e pedestres que trafegam pela ponte.

Vinte e um municípios e 33 localidades estão sendo beneficiados com as pontes: Itaguaçu (Palmeira – São Lázaro), Baixo Guandu (Córrego Laranjal, Quilômetro 14 do Mutum e Ibituba – Monjolo), São Domingos do Norte (Córrego Morobá, São Miguel e Braço do Sul), Governador Lindenberg (Morelo), Afonso Cláudio (São Francisco – Infância 1, Infância 2), Dores do Rio Preto (Pedra Menina), Alegre (Caixa D’Água – Fazenda Esperança), Ecoporanga (Córrego 2 de Setembro e Córrego Santa Rita), Viana (Coqueiral de Viana), Águia Branca (São José, Barra do Sertão e Santa Cruz), Alfredo Chaves (Batatal – União), Pancas (Córrego Ubá, Montes Claros, Córrego Sâo Bento e Tom), Muniz Freire (Piaçú), Guarapari (Jabuticaba), Domingos Martins (Rota do Lagarto), Água Doce do Norte (Água Doce do Norte – Córrego Bom Jesus), Boa Esperança (Água Boa), Jerônimo Monteiro (Gironda), Ponto Belo (Córrego Corgão – Córrego da Montanha), São Roque do Canaã (Córrego Seco) e Brejetuba (Brejaubinha).

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Programa Pontes Rurais

O Programa Pontes Rurais tem como objetivo a substituição das antigas pontes de madeira pelas de concreto, garantindo maior durabilidade e segurança aos moradores das zonas rurais do Estado. O intuito é oferecer melhor trafegabilidade e o bem-estar dos moradores da zona rural. A Secretaria da Agricultura fornece as vigas e as prefeituras ficam responsáveis pela instalação das chamadas “cabeças” de ponte nos locais. As vigas de concreto garantem mais segurança para quem precisa circular pelas comunidades rurais do que as pontes de madeira, comuns nessas regiões, além da maior durabilidade que o material confere à estrutura.

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* Informações da Seag – Comunicação – Priscila Contarini – Mike Figueiredo

* Foto: Divulgação – Seag

 

 

 

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Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6×1

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Proposta prevê também redução de jornada a 40 horas semanais

Brasília – DF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na noite desta terça-feira (14), o projeto de lei que prevê o fim com a escala de seis dias trabalhados para um de descanso (6×1), e reduz a jornada de trabalho para, no máximo, 40 horas semanais.

A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial. Segundo o texto, a proposta é reduzir o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial.

A escala passaria a ser de cinco dias trabalhados para dois dias de descanso.

O presidente Lula, em postagem nas redes sociais, salientou que a proposta seguiu com “urgência constitucional, o que faz com que o Legislativo tenha 45 dias para a deliberação da matéria. 

De acordo com Lula, o envio da proposta tem relação com a dignidade das famílias brasileiras, “de quem constrói o Brasil todos os dias”. O presidente ressaltou que a jornada menor não prevê qualquer redução no salário. 

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Conforme o governo, a proposta abrange também trabalhadores domésticoscomerciários, atletasaeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela Consolidação das Leis do Trabalho.

Ainda de acordo com o Executivo, a proposta tem aplicação geral. “O limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados”, informa.

Veja o que prevê o projeto de lei: 

    • Jornada semanal: limite passa de 44 para 40 horas
    • Descanso ampliado: ao menos dois dias de repouso semanal remunerado
    • Novo padrão: consolidação do modelo 5×2 e redução das horas trabalhadas
    • Salário protegido: vedada qualquer redução salarial
    • Abrangência ampla: inclui domésticos, comerciário, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela CLT e leis especiais.
    • Aplicação geral: limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados
  • Flexibilidade: mantém escalas como 12hx36 por acordo coletivo, respeitada a média de 40 horas por semana
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  • Informações da Presidência da República
  • *Foto destaque: Crédito – Marcelo Camargo / Agência Brasil
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