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Cuidados com a Saúde

Hipertensão infantil: um mal silencioso

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Medicina & Saúde

Especialista esclarece como hábitos alimentares saudáveis desde a infância podem ajudar a prevenir e controlar a pressão alta em crianças.

A hipertensão arterial, muitas vezes considerada uma preocupação apenas para adultos, está se tornando cada vez mais comum entre crianças e adolescentes. De acordo com dados do Ministério da Saúde, estima-se que entre 3% e 15% das crianças no Brasil sejam afetadas pela condição. Mas o que os pais podem fazer para ajudar no controle da pressão arterial de seus filhos? A resposta pode estar no prato.

“A alimentação desempenha um papel fundamental no controle da hipertensão arterial em crianças”, afirma Carolina Sousa, nutricionista e professora do curso de Nutrição da Estácio. Fazer escolhas alimentares saudáveis desde cedo pode ajudar a prevenir e controlar a doença.”

Então, quais são essas escolhas alimentares saudáveis? Aqui estão algumas dicas simples da docente para incorporar uma dieta saudável na rotina das crianças:

  1. Aumente o consumo de frutas e vegetais: “Frutas e vegetais são ricos em fibras, vitaminas e minerais essenciais que ajudam a manter a pressão arterial sob controle. Tente incluir uma variedade de cores em cada refeição para garantir uma ampla gama de nutrientes”.
  2. Reduza o consumo de alimentos processados e ricos em sódio: “Alimentos processados, como salgadinhos, fast food e alimentos enlatados, tendem a ser ricos em sódio, o que pode aumentar a pressão arterial. Opte por alimentos frescos e caseiros sempre que possível e leia os rótulos dos alimentos para fazer escolhas mais saudáveis”.
  3. Escolha fontes magras de proteína: “Opte por fontes magras de proteína, como peixes, frango sem pele, ovos e leguminosas. Essas opções são mais baixas em gordura saturada, que pode contribuir para o aumento da pressão arterial”.
  4. Incentive a hidratação saudável: “A água é essencial para a saúde cardiovascular. Incentive seus filhos a beber água ao longo do dia e evite bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos industrializados, que podem contribuir para o ganho de peso e aumento da pressão arterial”.
  5. Promova o equilíbrio e a moderação: “Não se trata de proibir alimentos, mas sim de promover um equilíbrio saudável. Permita que seus filhos desfrutem de seus alimentos favoritos ocasionalmente, mas em porções moderadas”.
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A professora de Nutrição da Estácio orienta que o objetivo não é fazer mudanças drásticas da noite para o dia, mas sim fazer pequenas alterações graduais na dieta dos pequenos. Incentivar o envolvimento delas na preparação de refeições e lanches saudáveis e tornar a experiência alimentar divertida e educativa são outros facilitadores indicados pela nutricionista na mudança de hábitos.

“Uma alimentação saudável pode ser deliciosa e divertida para toda a família”, enfatiza Carolina Sousa. “Ao fazer escolhas alimentares conscientes e criar hábitos saudáveis desde cedo, você está dando um grande passo para proteger a saúde cardiovascular de seus filhos”, finaliza.

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* Informações da Estácio

* Fotos: Reprodução – Freepik

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Medicina & Saúde

Salsicha é realmente o pior alimento do mundo? Entenda o que a ciência diz

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Conservantes podem gerar substâncias nocivas.

Por Gabriele Ferreira*

A salsicha, assim como outros embutidos, costuma ser classificada por órgãos de saúde como um alimento ultraprocessado associado a riscos aumentados de doenças, principalmente quando consumido com frequência. A Organização Mundial da Saúde, por meio da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, inclui carnes processadas como salsicha, bacon e presunto no grupo de substâncias com evidência de relação com o câncer em humanos, especialmente o colorretal.

O que são alimentos embutidos? - Blog da Lu - Magazine Luiza

Segundo essas avaliações científicas, o problema não está em consumir o alimento ocasionalmente, mas no consumo frequente e em grandes quantidades. Estudos apontam que o processamento da carne — como cura, defumação e uso de conservantes como nitritos — pode gerar compostos químicos que, ao longo do tempo, aumentam o risco de danos celulares no organismo.

Além do possível risco cancerígeno, a salsicha também é frequentemente criticada por seu perfil nutricional: alto teor de sódio, gordura saturada e aditivos, com baixo valor de fibras e nutrientes essenciais. Por isso, especialistas em saúde pública costumam recomendar que esses produtos sejam consumidos apenas de forma eventual, dentro de uma alimentação equilibrada baseada em alimentos in natura ou minimamente processados.

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*MSN – Conteúdo

*Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais

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