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Política

Presidente da Rússia estaria doente, enfrentando câncer de pâncreas e de próstata, revelam documentos de inteligência

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INTERNACIONAL

 

Vladimir Putin estaria com Parkinson e com câncer de pâncreas e de próstata, de acordo com documentos de inteligência vazados na terça-feira (1º).

 

Segundo o jornal britânico Daily Mail, a doença de Parkinson está em estágio inicial, mas é o câncer de pâncreas que deixa mais sensível a saúde do líder russo.

Há meses Putin vem sendo atormentado por rumores sobre essa doença e, de acordo com a publicação, ele costuma aparecer em público se contorcendo e instável. Essa imagem vem despertando esperanças, na Ucrânia e no Ocidente, de que ele possa, em breve, renunciar ao poder.

Além disso, ausências inexplicáveis do presidente a compromissos alimentam comentários de figuras da oposição sobre ele estar lutando contra sérios problemas de saúde. O Kremlin, entretanto, sempre descartou qualquer informação nesse sentido.

Agora, e-mails de uma fonte da inteligência russa parecem confirmar que o líder, de 70 anos, foi diagnosticado com câncer e Parkinson, também afirma o jornal The Sun. Os documentos vazados dizem, supostamente: “Posso confirmar que ele foi diagnosticado com doença de Parkinson em estágio inicial, mas que já está progredindo. Esse fato será negado de todas as formas possíveis e ocultado”.

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No e-mail, a fonte também relata que Putin recebe regularmente diversos tipos de esteroides e de injeções de analgésicos inovadoras, para impedir a propagação do câncer de pâncreas, diagnosticado recentemente.

“Isso não apenas causa muita dor, mas Putin tem apresentado inchaço no rosto e outros efeitos colaterais — incluindo lapsos de memória. Em seu círculo próximo, há rumores de que, além do câncer de pâncreas, que está se espalhando gradualmente, ele também tenha câncer de próstata”, revela o documento.

Recentemente, o russo foi visto com marcas aparentes de tratamento intravenoso no dorso de uma mão, o que pôs ainda mais fogo nas especulações sobre seu estado de saúde.

Ainda segundo os tabloides ingleses, um grupo de Telegram chamado General SVR, popular no contexto político do Leste Europeu, insiste na disseminação das informações de que Putin esteja sofrendo de câncer e Parkinson. Na semana passada, informou que os parentes do déspota estão preocupados com ataques de tosse, náuseas constantes e falta de apetite.

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Também foi divulgado no grupo que o círculo do presidente russo receia que sua “magreza e tosse persistente” estejam se tornando perceptíveis e sejam vistas pelas elites na Rússia como “um sinal da rápida deterioração da saúde do líder”.

Apesar de estar com o rosto inchado, Putin teria perdido 18 quilos nos últimos meses, afirmam os moderadores do canal, que alegam ter fontes dentro do Kremlin.

Os rumores sobre o precário estado de saúde do líder da Rússia surgiram desde que ele ordenou que suas forças militares invadissem a Ucrânia, em 24 de fevereiro.

 

• Da Redação / com agências internacionais  / Foto: Reprodução

 

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INTERNACIONAL

Sem Brasil, países sul-americanos anunciam parceria para frear avanço do crime organizado

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em

Por Isabella de Paula*

Os governos do Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador assinaram um compromisso nesta quinta-feira (28) para desenvolver um plano para aumentar a coordenação regional no combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico.

“Vamos enfrentar o crime juntos. Queremos trazer segurança e tranquilidade aos nossos concidadãos. Hoje, nasce o Compromisso de Santiago”, anunciou o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna, que presidiu uma reunião que reuniu homólogos dos cinco países.

Dada a natureza transfronteiriça do crime, acrescentou, “os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações”. O Brasil não integrou a reunião.

Os países envolvidos na iniciativa se comprometeram a desenvolver um plano de ação conjunto, que inclui “ações concretas e resultados mensuráveis ​​e verificáveis”, e a se reunirem novamente em 180 dias em Buenos Aires para avaliar o progresso.

Entre as medidas em consideração estão a coordenação de fronteiras, a cooperação institucional, o compartilhamento de informações, o rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e o fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta.

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  • Gazeta do Povo – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Javier Torres / Agência EFE

 

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