Internacional
Aviões de caça americanos interceptam jato que caiu
INTERNACIONAL
Segundo autoridades americanas, Cessna Citation caiu em região montanhosa no estado da Virgínia
Um “estrondo” supersônico foi ouvido em Washington no domingo (4), quando dois caças tentaram interceptar um avião de pequeno porte que não respondia e que depois caiu na Virgínia, informaram as autoridades.

Moradores da capital dos Estados Unidos e arredores relataram nas redes sociais que ouviram um estrondo que sacudiu janelas e paredes a quilômetros de distância.
Dois caças F-16 foram mobilizados devido à falta de resposta de um jato particular “Cessna 560 Citation V sobre Washington e o norte da Virgínia”, descreveu o Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD) em comunicado.
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Os dois caças decolaram de uma base no estado de Maryland, disse um funcionário do Pentágono à AFP, para alcançar o avião que caiu em uma área montanhosa no sudoeste da Virgínia.

O presidente Joe Biden, que estava na região, foi informado do incidente, afirmou um funcionário da Casa Branca à imprensa, sem especificar se medidas de precaução foram tomadas.
De acordo com dados públicos, o avião estava registrado em nome da empresa Encore Motors of Melbourne, na Flórida.
Seu proprietário, John Rumpel, disse ao Washington Post que toda a família estava a bordo, incluindo sua filha, o neto e a babá. “Não sabemos nada sobre o acidente”, explicou.
A aeronave saiu do estado do Tennessee (leste) e seguia para Long Island, no estado de Nova York (nordeste), segundo a Aviação Civil dos Estados Unidos (FAA).
O site de rastreamento de voos Flightradar24 indicou, no entanto, que o jato deu meia-volta após sobrevoar Long Island, rumo ao sul, o que o fez passar sobre Washington e Virgínia.
Os investigadores devem chegar ao local do acidente nesta segunda-feira (5), informou o Washington Post.
Os caças “foram autorizados a viajar em velocidades supersônicas e um estrondo supersônico foi ouvido pelos moradores da região”, disse o NORAD. Os aviões também lançaram sinalizadores para chamar a atenção do piloto, mas não conseguiram contatá-lo.
O exército não derrubou o avião, de acordo com vários veículos de comunicação americanos.
- Informações AFP / Fotos: Reprodução (Internet)
INTERNACIONAL
Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo
Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas
Sarah Khalifa, apresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.
Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.
Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.
De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.
A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.
Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.
Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.
A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.
Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.
O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.
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- Matéria do Estadão – Conteúdo
- Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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