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Tô Viva, minha hora não chegou!

Mulher dada como morta acorda dentro de caixão antes de ser cremada

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INTERNACIONAL

Caso aconteceu na Tailândia; médicos afirmaram que ela sofreu hipoglicemia severa

Uma mulher de 65 anos dada como morta acordou dentro de um caixão momentos antes de ser cremada na província de Nonthaburi, Tailândia. O templo budista Wat Rat Prakhong Tham publicou um vídeo da idosa, não identificada, movendo lentamente os braços, o que deixou familiares e funcionários do espaço surpresos.

De acordo com o gerente geral do estabelecimento, Pairat Soodthoop, o irmão da mulher afirmou que ela passou cerca de dois anos e, aparentemente, parou de respirar por dois dias. Então, ele a colocou em um caixão e fez uma viagem a um hospital em Bangkok, capital do país, para onde ela desejava doar seus órgãos.

No entanto, a unidade de saúde recusou o pedido, pois o familiar não tinha uma certidão de óbito oficial. O templo da região oferecia um serviço de cremação gratuito, que também recusou a solicitação por falta de documentos.

Pairat disse que enquanto explicava como obter o atestado, ouviu batidas na porta. “Fiquei um pouco surpreso, então pedi que abrissem o caixão, e todos se assustaram”, disse ele. “Eu a vi abrindo os olhos ligeiramente e batendo na lateral do caixão. Ela deve ter batido por um bom tempo”, destacou ao jornal “The Guardian”. O caso aconteceu no último domingo (23).

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Depois, médicos confirmaram que a mulher não deu sinais de parada cardíaca, mas teve hipoglicemia severa, ou seja, a quantidade de açúcar no seu sangue atingiu um nível extremamente baixo. A idosa recebeu tratamento imediato.

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  • Euro News / Agências de Notícias
  • Foto/Destaque: Reprodução / Facebook

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INTERNACIONAL

Tesouro de 3 mil anos é roubado de museu na Espanha em apenas quatro minutos

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Coleção incluía 29 braceletes, 11 tigelas e três garrafas além de outras peças; crime foi descrito como “super rápido e super profissional”

O Tesouro de Villena, uma coleção de peças de ouro da Idade do Bronze considerada uma das mais valiosas da Europa, foi quase totalmente roubado, nesta quinta-feira (27), de um museu na cidade de Villena, no sudeste da Espanha, informou a Prefeitura.

“O alarme do Museu de Villena disparou por volta das 5h20 da manhã”, e às 5h24 os ladrões já haviam deixado o prédio, disse um porta-voz da Prefeitura de Villena à AFP, confirmando o roubo “super rápido e super profissional”.

Os ladrões estavam em vários veículos e aparentemente entraram no museu “por uma janela”, explicou o subdelegado do governo espanhol em Alicante, Manuel Pineda.

“Eles levaram grande parte do tesouro, deixando apenas algumas peças”, confirmou o prefeito de Villena, Fulgencio Cerdán, a repórteres.

“Estamos absolutamente devastados, estou até tremendo. Para nós, de Villena, isso é de partir o coração; faz parte da nossa herança, da nossa riqueza”, disse Fulgencio Cerdán, prefeito de Villena

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O Tesouro de Villena, exposto no pequeno museu desta cidade na província de Alicante, na região de Valência, é uma coleção de cerca de 50 peças, principalmente de ouro, mas também de prata e ferro, que datam de cerca do ano 1000 a.C.

A coleção inclui 29 braceletes, 11 tigelas, três garrafas e outras peças diversas. O valor histórico das peças é incalculável, mas só o ouro vale aproximadamente 1,7 milhão de euros (R$ 10,2 milhões), segundo o prefeito.

Em comunicado o museu informou que:

“Segundo pesquisas especializadas, é a mais importante coleção de utensílios de mesa de ouro da Idade do Bronze, junto com os tesouros dos túmulos reais de Micenas, na Grécia”.

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  • Matéria do jornal Estadão – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Museu de Villena
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