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Economia / Aviação

Lufthansa e Air France-KLM entram na disputa pela compra da TAP

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INTERNACIONAL

A empresa alemã Lufthansa e a Air France-KLM manifestaram interesse na TAP Air Portugal, depois que o governo português disse que planeja vender uma participação majoritária em sua companhia aérea.

O licitante vencedor obteria acesso à ampla rede da TAP e às conexões com a América do Sul, incluindo o Brasil, e outros países de língua portuguesa na África, como Moçambique.

A decisão de privatizar a companhia aérea abre caminho para mais consolidação no setor de aviação da Europa, depois que a Lufthansa comprou uma participação de 41% na ITA Airways, a companhia aérea italiana anteriormente conhecida como Alitalia, e a International Consolidated Airlines Group, controladora da British Airways, concordou em comprar a companhia aérea espanhola Air Europa.

“Em princípio, o Grupo Lufthansa sempre quer ter um papel ativo na consolidação do mercado”, disse um porta-voz. “É por isso que a venda planejada de uma participação na TAP de Portugal é interessante para nós. O Grupo Lufthansa e a TAP se complementariam muito bem, especialmente com a rede de rotas da TAP de e para a América do Sul”.

Um porta-voz da Air France-KLM disse que o grupo tinha um “forte interesse na privatização da TAP” e que estava aguardando detalhes do processo. 

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Fundação da empresa

A TAP (Transportes Aéreos Portugueses) foi criada no dia 14 de março de 1945 e iniciou operações em setembro, na rota entre Lisboa e Madrid com aeronaves Douglas DC-3. Em dezembro do mesmo ano a companhia chegou em Luanda e Lourenço Marques, na chamada “Linha Imperial”, que ligava Portugal com suas colônias na África.

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* Com informações Dow Jones Newswires / Fotos: Reprodução

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INTERNACIONAL

Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo

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Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas

Sarah Khalifaapresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.

Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.

Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.

De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.

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A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.

Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.

Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.

A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.

Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.

O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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