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Campeonato Capixaba

Vitória derruba o atual tricampeão e pega o Rio Branco de Venda Nova na semifinal

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Esportes / Futebol

Vitória vence o Real Noroeste por 4 a 2, elimina o atual tricampeão estadual e avança para enfrentar o Rio Branco de Venda Nova na semifinal do Capixabão

Vitória – ES

Depois de uma primeira fase de altos e baixos, que começou com disputa pela liderança, mas teve até mudança de treinador e jejum de vitórias, o Vitória mudou da água para o vinho. Logo nas quartas de final, o time da Capital eliminou o Real Noroeste, atual tricampeão estadual, e vai fazer uma das semifinais do Capixabão contra o Rio Branco de Venda Nova.

Depois de vencer o jogo de ida por 3 a 1, no Salvador Costa, o Vitória bateu o Real por 4 a 2, na noite deste sábado (16), em Águia Branca, garantindo a classificação. As semifinais acontecem em jogos de ida e volta, com o Rio Branco de Venda Nova com o mando de campo na partida de volta por ter feito melhor campanha na primeira fase.

Já o Real Noroeste, atual tricampeão estadual, agora muda o foco para a Série D do Brasileiro. O time está no Grupo A6, junto com Serra, Itabuna/BA, Democrata da Sete Lagoas/MG, Ipatinga/MG, Audax/RJ, Portuguesa/RJ e o Nova Iguaçu, semifinalista do Campeonato Carioca. A estreia será fora de casa contra o Itabuna, nos dias 28 ou 29 de abril.

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Como foi o jogo

Jogando em casa e precisando vencer por pelo dois gols de vantagem, o Real Noroeste não poderia ter um início de jogo melhor. Logo aos quatro minutos, o lateral Angelo trouxe a bola da direita para o meio e chutou para fazer 1 a 0.

O problema é que a pressão do Real foi prejudicada pela expulsão do atacante Lausen, aos 30 minutos, por agressão a Carlinhos em lance sem disputa de bola. Logo depois da expulsão, o Vitória quase empata com Dodô, mas o goleiro Luiz fez boa defesa e impediu o gol alvianil.

Se o primeiro tempo começou ideal para o Real Noroeste, o início do segundo tempo foi perfeito para o Vitória. Com um jogador a mais e em vantagem no confronto, o time empatou logo aos quatro minutos. Foguete recebeu belo passe de Zé, chegou à linha de fundo pelo lado direito do ataque e cruzou para Macário, de calcanhar, fazer 1 a 1.

O Vitória praticamente garantiu a classificação aos 16 minutos. Em jogada rápida pelo lado esquerdo, Carlinhos deu o passe para , que teve tranquilidade para puxar a bola para o pé esquerdo e chutar sem chances para o goleiro Luiz: 2 a 1.

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A partir daí o Real Noroeste baixou a guarda e a equipe da capital aproveitou. Aos 21, Macário fez 3 a 1, aproveitando passe de Abuda. Dois minutos depois, Caio Monteiro foi derrubado dentro da área do Real. Pênalti que João Paulo bateu e aumentou para 4 a 1.

Também de pênalti, cometido pelo goleiro Yuri em cima do atacante Piauí, que tinha acabado de entrar, o Real diminuiu aos 28. Porém, mais uma vez, o time de Águia Branca teve um jogador expulso. Aos 30, Djavan, que já tinha cartão amarelo, segurou o lateral Foguete e levou o segundo amarelo, sendo expulso.

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* Informações Folha Vitória

* Foto: Reprodução / Instagram – Vitória Futebol Clube

 

 

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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